Como ser Popular - Meg Cabot.

Título: Como Ser Popular.
Original: How to be Popular.
Autora: Meg Cabot.
Editora: Galera Record.
Nota: 4/5.

Stephanie Landry poderia ser uma garota comum, cheia de amigos, se não fosse o incidente da Fanta Uva. Desde que derramou - sem querer - refrigerante na saia caríssima da garota mais popular da escola, todo mundo a odeia e ela até virou expressão para gente esquisita ou sem-jeito. Mas agora Steph está decidida a trilhar seu caminho para a popularidade. Com a ajuda de um livro antigo, ela espera mudar a opinião de todos. O problema é que isso pode fazê-la perder os dois únicos amigos dos tempos de "impopularidade"... Será que vai valer a pena? (SKOOB)


Bom, só tem uma introdução possível para essa resenha, na verdade é mais um alerta para a população em geral (?). Ai vai: se algum dia você achar um livro que contém dicas para se tornar popular (que não seja este da Meg, é claro), só faça um coisa, eu imploro: queime antes que você acabe lendo e sendo amaldiçoada! Tipo Jumanji ou Zathura, sabe? Medonho, sério.

O livro conta sobre Stephanie Landry, uma garota que ainda sofre bullying é lembrada por deixar cair refrigerante de uva olha que pecado, desperdício em Lauren, a menina mais popular do colégio. Desde então ela é motivo de piadas como ‘não dê uma de Steph Laudry’ quando alguém faz algo bobo. Que dó! Porém, um dia ela acha um livro com dicas para alcançar a popularidade e ela o usa. Só que com toda essa mudança para ser popular e poder chegar perto de sua paixão secreta (que por sinal é um jogador e é o menino mais popular da escola, tãão clichê), ela pode acabar perdendo Becca e Jason, seus dois melhores amigos. Será que realmente vale a pena? Será? Será? (?)

Eu peguei esse livro e em dois dias já tinha lido. É aquele tipo de livro com uma trama que já vimos em outros lugares, você sabe o que vai acontecer no final e já até desconfia com quem a mocinha vai ficar. Então vem a pergunta: ‘porque então você deu quatro estrelinhas?’. Eu sei que ninguém faz essa pergunta, mas eu respondo do mesmo jeito. O motivo é que o livro me fez dar risadas e me mostrar o quanto os livros da Meg ainda conseguem ser bonitinhos, trazendo uma lição de moral no final. Assumo que os últimos livros que li dela me desanimaram e quase cheguei a desistir da autora, mas não podia fazer isso! Ainda tenho que terminar a série da princesa, não posso desistir e agora nem vou mais (?).

Esse livro é narrado em primeira pessoa pela Steph e antes de cada capítulo tem como se fosse um dos conselhos de popularidade do livro que ela encontra. Um conselho pior que o outro, se querem minha opinião. Como ela pode seguir aquilo? Muito desespero. Mas pelo menos ela ganha uma lição de moral e tudo fica bem. Como sempre fica e sempre ficará (?). É uma leitura leve e gostosa, rápido de ler. Tem poucos momentos que me surpreenderam e acho que o final poderia ter sido bem melhor, só que no geral foi bem interessante e divertido. Se um livro me faz rir já é o suficiente para ganhar boas estrelinhas (?) e ser recomendado. Ninguém gosta de ler livros sérios demais sempre, isso não faz bem – pelo menos não para mim.

Uma coisa que me irritou muito foi a Steph. Ela colocou na cabeça que só sendo popular é que as pessoas iriam ver o quanto ela é legal e vão parar de brincar com o seu nome por conta daquele acidente. Qual é o problema dela? Ninguém pode amar a pessoa que ela é? Me irritei, sério. Mas depois ela melhora e vê que as coisas não são bem assim e que populares não são tão legais assim. Minhas partes favoritas da Steph eram quando ela falava que precisava se confessar urgentemente por causa de seus pecados, como olhar o seu amigo sem camisa pela janela. Do restante dos personagens eu até que gostei. Becca, a amiga, é muito louca. Eu ria dos surtos dela. Em alguns momentos ela até me lembrou a Sue do seriado The Middle, sério mesmo. Tem o Jason, o amigo que antes era um nada e que agora está todo bonitão e a Steph tem até espiado o pobre coitado pela janela do banheiro, pronto falei como eu já tinha falado antes, dã. Ele fica nervoso com essa coisa de popularidade dela e eu concordava com ele. Dos populares tem o Mark, que é um nada no mundo; a Lauren, namorada dele e a vítima do refrigerante. Ela ainda odeia a nossa mocinha por causa disso. As amigas populares dela são engraçadas, gostei.

Queria ver mais sobre os vários irmãos que a Steph tem, mas eles apareceram pouco. A mãe dela está grávida e tem uma livraria, que é onde a Steph trabalha ajudando nas contas. Tem ainda o avô dela que sempre sabe das coisas e empresta dinheiro para ela – cobrando juros, é claro.


Resumindo: recomendo, é claro, para todo mundo que gosta de uma leitura leve e divertida. Quem não gosta? É isso galera, nada mais a declarar, fim.

Will & Will - John Green e David Levithan.

Título: Will & Will.
Original: Will grayson, Will grayson.
Autores: John Green e David Levithan.
Editora: Galera Record.
Nota: 3/5.

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio. (SKOOB)



Bom, eu li dois livros do John Green e ambos me encantaram muito. Então, quando recebi este livro para resenhar pensei que o sentimento seria o mesmo, afinal eu li a sinopse, me interessei e já tinha visto comentários positivos sobre o outro autor também. Resultado: é... não sei explicar, vamos para a resenha (antes, tente falar o nome desse livro várias vezes bem rápido (?). É difícil e depois de um tempo parece apenas um assobio).

O livro fala sobre Will Grayson (A), um menino que tem um amigo gay super divertido/estranho e que segue duas regras básicas em sua vida: (1) não se importar muito com nada e (2) calar a boca essa última seria boa para alguns personagens, né?. E também fala sobre... Will Grayson (B), um menino depressivo e que não sabe como explicar para sua mãe – ou qualquer outra pessoa – que é homossexual. A vida deles acaba se cruzando em um belo dia e o fato de terem o mesmo nome os intriga. Depois desse encontro as coisas acabam mudando e... é isso.

Começando pelos detalhes técnicos (?): a narrativa é feita em primeira pessoa, sendo os capítulos intercalados entre o Will A e o Will B vou tratá-los assim, fica mais fácil de saber qual é qual. Percebemos uma clara diferença entre a narrativa de um e outro, mesmo que os capítulos não indiquem de quem seja. Os do Will A tem letras maiúsculas no começo da frase e nomes, travessões e tudo mais o que você vê em qualquer narrativa. Já os do Will B são escritos com letras minúsculas, sem travessões e isso deixa mais difícil de ler os capítulos dele, pelo menos para mim.  Me incomodava ver aquelas letras minúsculas, parecendo um texto único e estranho. Sei que isso deve ter o propósito de diferenciar um do outro e tudo mais, só que ainda assim foi um tanto estranho de se ler. Por esse motivo, me agrava mais ler os capítulos do Will A.

Também preciso comentar sobre a linguagem. Eu geralmente não me importo com linguagens impróprias ou cenas do tipo, cada um escreve/lê o que quer, porém isso, nesse livro, acabou atrapalhando um pouco a minha leitura. Só avisando, né? Eu gostaria de ser avisada sobre essas coisas antes de comprar qualquer livro para presente, por exemplo. Tirando isso, outra coisa da qual não gostei foi o final. Acabou de um jeito bonitinho até, não nego, porém ficou meio vago, sei lá. Poderia ter sido melhor, é isso. E mais uma coisa (antes de começar a falar sobre algumas coisas boas), a sinopse meio que não condiz com o livro, achei diferente do que estava na orelha do livro. Talvez eu é que não tenha compreendido, costumo fazer bastante isso; enfim.

A trama trás muito sobre aceitar você mesmo (e os outros) e amizade. Tem inclusive um musical e isso me lembrou High School Musical. Sempre vou lembrar desse filme quando ouvir essa palavra, não posso fazer nada a respeito, sinto muito. Mas enfim, esse musical é bem no final e meio que trás um resumo de toda a trama, então eu achei digno.

Enquanto aos personagens: Will A tem uma boa família, mas seus pais meio que insistem para que ele siga a mesma carreira que eles. Ele é o melhor amigo de Tiny, o cara que faz todo o musical e consegue ser engraçado e chato ao mesmo tempo (?). Will A não gosta muito de se envolver com as pessoas, porque isso significa que ele terá que se importar com eles, porém isso começa a mudar quando ele nota a Jane (vou falar dela depois). Acho que ele era muito sozinho e apesar do Tiny ser seu amigo, tinha a impressão de que este não ligava muito para esse Will. Depois tem algumas cenas de puro bromance e daí eu gostei disso e esqueci o que pensava sobre os dois antes (?). É interessante também ver como ele vai mudando e começando a se importar, principalmente com a amizade. Lindo, lindo.

O Will B é um chato, prontofalei. Entendo que ele é depressivo, tem seus problemas e motivos para ser assim, mas isso não é desculpa (?). Apesar dessa minha opinião, ele é um bom personagem e creio que foi o que teve uma mudança maior dentre todos. Ele tem problemas de aceitação e sofre muito, principalmente por não deixar que as pessoas que se importam o ajudassem. Era triste de ler as cenas em que ele falava de se matar, mesmo que fosse com um tom de sarcasmo, e isso me fez torcer para que ele tivesse um final digno. Só que foi difícil gostar dele, assumo. Gostei das partes dele com a mãe, que é uma linda e se preocupa muito com ele. Adorei. Tiny também tem influência nessas mudanças do Will B e, apesar dele ser muito cheio de si e tudo mais, eu entendia e até achei ele muito bacana. É ele que aparece na vida de ambos os Will e os dois tem um livro papel na vida dele também. Lindo. Não posso falar muito, acho que é meio spoiler.

Por último, mas não menos importante, tem a Jane. Foi minha personagem favorita, apesar de ter passado um pouco de raiva com ela, e gostava de todo o jeito enigmático dela. Façam um livro sobre ela, eu leria, sério! (?)


Resumindo: é isso. Gostei, porém esperava algo diferente e alguns pontos não me agradaram. Eu recomendo, apesar dos pesares. É um livro bacana, que tem um personagem principal que é homossexual e é difícil você ver isso pelo mundo literário (?). É meio tabu, eu acho, o que em minha opinião é uma bobagem, não tenham medo de escrever livros assim. Bom, é isso, nada mais a ser declarado nesse posto, fim.

A Cidade Sombria (O Mestre das Relíquias #1) - Catherine Fisher.

Título: A Cidade Sombria.
Original: The Dark City.
Autora: Catherine Fisher.
Editora: Bertrand Brasil.
Nota: 4/5.

A única esperança para Anara, um mundo às portas da total devastação, reside em um mestre, seu aprendiz e nas antigas e ilegais relíquias com poderes misteriosos que eles colecionam. Ao saírem à procura de uma relíquia secreta com grande poder escondida há séculos, Raffi e Galen serão caçados, espionados e testados além dos seus limites, pois existem monstros — alguns deles humanos, outros não — que também desejam o poder desta relíquia até consegui-la. (SKOOB)

A editora me enviou a prova desse livro e eu logo comecei a lê-lo, torcendo para que não fosse ruim como a minha última leitura (COF Bruxos e Bruxas COF). Acabei me surpreendendo com a trama e sendo envolvida por todo esse lance de relíquias e Criadores. Vamos à resenha.

O livro conta sobre um mundo, Anara, que está sofrendo nas mãos dos Vigias desde que os Criadores foram embora e a Ordem dos Guardiões foi destruída. Se sobraram alguns Guardiões, aqueles que são responsáveis por guardarem as relíquias deixadas pelos Criadores, eles estão muito bem escondidos, assim como Galen e seu aprendiz Raffi. Os dois saem em busca de uma das relíquias mais importantes da história (?) e terão que enfrentar muitas coisas pelo caminho para poder chegar até ela. É isso, minha sinopse é péssima, mas vocês podem ler a daqui de cima (?).

Não tinha expectativas para esse livro e nem sabia que ele seria lançado, sou uma completa desinformada como todos já puderam perceber. Eu nem cheguei a ver a capa, então nem julgar pela capa eu podia! Mas isso foi bom e o livro acabou me surpreendendo de uma maneira positiva. Começando pelos detalhes técnicos: a narrativa é em terceira pessoa, sendo mais focada no Galen e no Raffi, é claro. Alguns capítulos são parte de um diário que a Carys mantém e escreve sobre o porquê dela estar ali. A parte da diagramação, dos capítulos, da divisão das partes e tudo mais, estão demais. O livro é dividido em cinco partes, sendo que quando elas começam tem uma página toda desenhada e com o nome dessa parte escrito. No começo de cada capítulo também tem um desenho e uma frase de algum livro que apareça mesmo na história, em muitos deles está escrito sobre os Criadores ou então alguns poemas. Achei muito interessantes esses trechos, ficava sempre esperando um capítulo começar para poder lê-los.

O mundo criado pela autora é muito interessante. Eu queria, é claro, que eles contassem mais sobre as histórias dos Criadores, que eu simplesmente adorei. Raffi é um aprendiz de Guardião e Galen é seu mestre. Achei muito bacana os encantos feitos por eles, as rezas e a crença deles nos Criadores e no Corvo, que seria a criatura que seria de ‘pombo correio’ entre as meras pessoas normais e os Criadores. Estão confusos com essas denominações? No começo eu ficava sem entender nada também, mas com o passar das páginas a autora vai nos explicando melhor e apresentando todo esse mundo de fantasia. Lembrei um pouco de Senhor dos Anéis e Crônicas de Nárnia, o que me fez ficar muito feliz (por conta do segundo e não do primeiro), mas não tem tanta semelhança assim, não sei porque me lembrou esses outros livros.

Todo o caminho que eles percorreram foi muito complicado, ficava torcendo para que nada de errado pudesse acontecer, já que eles eram Guardiões e os Vigias poderiam estar em qualquer lugar para caçá-los e matá-los, porém algumas coisas ruins de fato aconteceram. No final achei que tudo aconteceu um pouco rápido demais e isso me desanimou, achava que demoraria mais para os ‘finalmentes’ acontecerem e tudo ser revelado. Não foi um final ruim, só poderia ter sido melhor. Mesmo assim ficarei a espera do próximo livro, que eu acho que será muito bom. Eu estou tentando não falar muito, só que isso dificulta a resenha, né? Só que algumas coisas podem ser spoilers, então acho melhor não falar muito.

Personagens agora, já era hora. Galen é um tanto mal humorado e com razão. Depois de um acidente com uma relíquia, ele não foi mais o mesmo. Ele adora um mistério e tem que matar a sua curiosidade de tudo, mesmo que isso pudesse levá-lo para uma armadilha ou coisa pior. Raffi segue o seu mestre e o ajuda com tudo. No fundo eu acho que ele até teme um pouco o Galen, principalmente o cajado que ele usa (?). Os dois formam uma boa dupla e gostava de vê-los em ação recitando encantos e coisas mais. Ainda tem a Carys, que é uma espiã dos Vigias e está a procura de Galen, vivo ou morto. Ela é uma pessoa difícil de ler, nunca sabia se poderia confiar nela ou não. No começo vemos que ela tem uma visão que foi imposta pelos Vigias, já que ela cresceu com eles, e acha que os Guardiões são uma fraude e seus encantos não passam de um truque barato. Depois ela vai vendo um pouco mais sobre os Guardiões e se pergunta se os Vigias estão mesmo contando a história certa.


Resumindo: adorei o livro, só o final que me desanimou um pouco, mas ainda estou a espera do próximo livro. Recomendo, é claro, principalmente para as pessoas que gostam de livros que falam de um mundo totalmente diferente, encantos e aventuras. A Cidade Sombria é o primeiro livro da série O Mestre das Relíquias. A continuação tem o nome de A Herdeira Perdida. Quero agradecer a Bertrand por me enviar a prova do livro. É isso por isso galera, espero que essa resenha tenha sido útil, fim.

O Futuro de Nós Dois - Jay Asher e Carolyn Mackler.

Título: O Futuro de Nós Dois.
Original: The Future of Us.
Autores: Jay Asher e Carolyn Mackler.
Editora: Galera Record.
Nota: 3,5/5.

É 1996, e menos da metade dos alunos das escolas de ensino médio nos Estados Unidos já tinham usado a internet. Emma acaba de ganhar o primeiro computador e um CD-ROM da America Online de Josh, seu melhor amigo. E ao instalar o programa, logo no primeiro acesso, descobrem que acabam de entrar no Facebook, dali a quinze anos. Todos se perguntam como será o futuro. Josh e Emma estão prestes a descobrir... (SKOOB)

A Galera Record me enviou este livro de surpresa para resenha, ou pelo menos eu não sabia - o que não conta muito já que sou totalmente desinformada. Enfim, eu não sabia sobre o que se tratava e quando li a orelha (?) fiquei com um pé atrás. Ver o futuro e logo o Facebook em 1996? Como assim, que isso gente? Apesar de tudo, foi uma leitura muito agradável e que me fez lembrar da minha infância (saudades).

O livro se passa em 1996 e conta a história de Emma e Josh. Ela acabou de ganhar um computador e ele lhe dá um CD-ROM da America Online para a internet. Só que logo que ela acessa, descobre-se num site chamado Facebook onde eles veem suas vidas dali a quinze anos! Loucura, loucura. Isso vai fazê-los surtar e começar a pensar neste futuro (sem final drástico de sinopse dessa vez, não pensei em nada, foi mal mesmo).

Uma gracinha esse livro. É narrado em primeira pessoa, um capítulo pela Emma, outro pelo Josh e assim vai indo. Os capítulos são pequenos e o livro é fácil de ler. É super bonitinho, engraçado e com coisas dos anos 90 que me deixaram nostálgica. Eu ainda tenho meu discman (e ele ainda funciona!) e fui correndo procurá-lo quando estava lendo este livro. Me lembrou bons tempos, então isso já garantia uma nota boa ao livro. Não é tão difícil um livro ganhar boa nota comigo, não sei porque o pessoal do Clube do Livro fala que eu sou muito rígida e que para eu classificar um livro com três estrelinhas já é um custo. Mentira isso... ok, talvez seja verdade, mas vamos continuar a resenha.

"Então por que só três estrelinhas e meia?'. Eu respondo apesar de saber que vocês não iriam perguntar isso: porque é uma gracinha, mas só. Não me entendam mal, o livro é super agradável de se ler e gostei de toda a trama de ver o futuro e ainda ter as mudanças que acabam ocorrendo nele devido as nossas ações do dia a dia. Só que poderia ter tido (?) mais, sabe? Algo ficou faltando, mesmo com toda essa fofura, não sei o que foi, só sei que faltou. Poderia ter tido mais páginas, eu acho, tem pouquinhas! Quando terminei fiquei procurando mais páginas. O final é legal, mas poderia ter sido melhor, não sei. Porém, isso não deixou a minha leitura menos agradável, graças. Tem momentos fofos, tristes e muito que me deixaram com raiva. Preciso aprender a lidar com a minha raiva literária, isso é muito complicado (?).

Uma coisa que me deixou com raiva: Emma. Essa menina era uma chata de galocha (?) com o pobrezinho do Josh quando queria. Ele é uma fofura (e até um pouco estranho, confesso) e não merece uma amiga como ela. Gostei dela na maioria das partes, apesar dos pesares, só que ela me irritava quando era maldosa com ele. Emma é teimosa e tem um probleminha com namorados. Ela nunca está satisfeita com nada, nem com o futuro dela que ainda não aconteceu! Por esse e muitos outros motivos que ver o futuro não é uma habilidade legal de se ter. O Josh tenta botar juízo na cabeça dela, porém ele também gosta de ficar olhando para o seu futuro. Ele surta com essa descoberta fantástica (o que eu também faria, só que em maior escala); ela até que leva tudo numa boa. Opostos (se atraem). Ainda tem a Kellan, que é amida dos dois e vive um romance iô-iô com Tyson, que também é amigo deles. Eles são muito legais e os quatro juntos é muito fofinho. Adorei os personagens, como vocês podem perceber.

Resumindo: livro super gracinha, indico para quem quer uma leitura mais tranquila e rápida. É bom para esses dias chuvosos, né? Adorei. Bom, é isso, espero que minha resenha tenha servido de alguma coisa (?) e apresentado a vocês um pouco do livro. É isso, fim.

O Novo Mundo de Muriel - Liliane Prata.

Título: O Novo Mundo de Muriel.
Autora: Liliane Prata.
Editora: Planeta.
Nota: 2,5/5.

Muriel é uma garota de 16 anos que, um dia, quando vai ao banheiro, acaba num outro mundo: as aldeias de Landim. Landim é um mundo bem diferente, regido por leis distintas e inexplicáveis. A reação de Muriel vai mudando ao longo dos anos, refletindo sobre a convivência com diferentes culturas e sobre o mundo. Paralelamente a isso, há a busca pelas respostas do porquê de ela estar lá e a tentativa de ela voltar para casa. Qual seria de fato o novo mundo de Muriel? E quais seriam os reais limites entre realidade e fantasia? (SKOOB)


Estava curiosa para ler este livro. A sinopse me deixou animada e queria saber o que afinal aconteceu com a pobre Muriel nesse mundo novo em que ela se encontrou. Só que a leitura não foi exatamente como eu esperava, infelizmente. Vamos à resenha.

O livro fala sobre uma garota chamada Muriel. Uma noite ela foi ao banheiro e quando saiu foi parar em uma floresta e não no corredor da sua casa. Ela se descobre em um lugar totalmente diferente e cheio de coisas estranhas. Muriel terá que se acostumar aquele local, mas sem esquecer de pensar em como chegou ali e qual o motivo de tudo isso. E será que, no final das coisas, aquilo tudo é real?

Nem sei por onde começar. Bom, o livro é narrado em primeira pessoa pela Muriel, claro. Ela fala muitas coisas repetidas e tem muitas partes narradas, sem nenhum diálogo, o que deixa a leitura arrastada e cansativa. O começo foi chatinho, mas no meio do livro as coisas foram ficando interessantes e o final foi muito estranho. Não estou dizendo que não gostei do livro, apesar de ser isso o que pareceu no começo desta resenha. Tem pontos muito legais, só que senti falta de explicações boas e de mais diálogos para que tudo ficasse mais dinâmico. No começo tudo bem, já que ela ainda não sabia o idioma deles, mas depois continuou assim em vários pontos. 

O final foi o que mais me deixou nervosa e por conta disso o livro acabou ficando apenas com duas estrelinhas e meia. Estava esperando algo muito demais, já que tudo estava bem, só que não foi isso que aconteceu. Acabou do nada, sem muitas explicações e isso me deixou muito (muito!) nervosa. Talvez fosse esse o objetivo e tudo mais, só que eu não gostei, infelizmente, e isso acabou estragando totalmente a minha leitura. 

Ok, teve algumas explicações no meio sobre o porque dela estar ali e tudo mais. Só que eu ainda senti falta de algo mais concreto, sabe? É estranho, sei lá, mas isso me fez classificar o livro com apenas duas estrelinhas e meia. Uma pena, já que teria muito mais se eu tivesse simpatizado com o final. Finais são parte da minha síndrome literária, certeza (?).

Os personagens são bons até. Muriel é bem reflexiva (?), sempre acaba pensando demais nas coisas e isso é um pouco irritante, mas no geral ela é bacana e se esforçou bastante para se adaptar ao novo local, regras e até mesmo a língua deles. No começo era tudo complicado, eu fiquei com muita dó quando ela chegou no local e ninguém nem olhou para ela. Pessoal muito estranho esse. Eu não sei se me sairia tão bem no lugar dela. Tem também a Kajaia, que é uma das moradoras da aldeia e se tornou amiga dela. A aldeia é algo meio Pocahontas, sabe? Pelo menos era assim que eu imaginava. Eles têm rezas, noites da amizade e tarefas para serem realizadas por cada pessoa. Senti inveja deles, tão calmos e serenos (?). Teve algumas partes de guerra que serviram para quebrar um pouco todo o clima de calmaria. 

Ainda tem o Lor, um rapaz que apareceu na vila e encanta a Muriel. Ele é bacana também, assim com a Kajaia, e os três logo se tornam inseparáveis. Gostei deles, digno.

Resumindo: tem muitas coisas interessantes, mas a falta de explicações concretas no final me chocaram um pouco e não consegui aproveitar melhor a leitura. Mas enfim, eu ainda assim recomendo se você se interessou pela sinopse e afins, pode ser que acabe gostando mais do que eu. É isso, fim.

[FINALIZADA] Promoção Bruxos e Bruxas.

Quer ser um dos cinco sortudos que vai levar para casa esse super lançamento na Editora Novo Conceito? Os blogs participantes do Clube do Livro de Sorocaba se uniram e estão sorteando cinco kits incríveis do livro Bruxos e Bruxas do autor James Patterson.

Vai ficar fora dessa? Veja com é fácil e participe!

Promoção – Bruxos e Bruxas.
prêmios:
- 5 Kits do livro Bruxos e Bruxas.
O kit é composto por: 1 livro+marcador+bloco de anotações e uma baqueta.

Informações.
- Não esqueça de ler o Terms &Conditions que está incluso no Rafflecopter.
- Somente para quem tem endereço de entrega no Brasil.
- A promoção vai de 28 de junho a 28 de julho.
- Serão cinco ganhadores.
- Caso o ganhador mande os dados para o envio do livro errado, fica a critério de cada blog reenviar ou não o livro novamente.
- Para se inscrever basta inserir suas entradas no formulário Rafflecopter abaixo.
- A primeira inscrição é livre, para entradas extras leia a instrução de cada uma.
- O sorteado será anunciado neste post após o dia 28 de julho de 2013.
- O sorteado terá 3 dias para retornar o e-mail com seus dados, ou um novo sorteio será realizado.
- Na opção twittar sobre a promoção, basta clicar no ícone do twitter que uma janela aparecerá com a mensagem que você deve twittar e é só confirmar e depois copiar o link e colar no local indicado.
- Usar o tweet about the giveaway apenas 1 vez por dia , com a seguinte frase: "Vou ganhar um dos kits do livro Bruxos e Bruxas da @Novo_Conceito que o #vamoslerumlivro está sorteando! "

a Rafflecopter giveaway
É isso galeera o/ Boa sorte para todos. Fim.

[ATT] Olá o/ Saiu o resultado e as ganhadoras são essas dai que parece no negocinho (?) da promoção. Parabéns para as sortudas.

[RESENHA DUPLA] A Batalha do Labirinto & O Último Olimpiano - Rick Riordan.

Título: A Batalha do Labirinto.
Autor: Rick Riordan.
Série: PJ e os Olimpianos.
Editora: Intrínseca.
Nota: 5/5.

O Monte Olimpo está em perigo. Cronos, o perverso titã que foi destronado e feito em pedaços pelos doze deuses olimpianos, prepara um retorno triunfal. O primeiro passo de suas tropas será atacar e destruir o campo de treinamento dos heróis, filhos de deuses com mortais, que desde a Grécia Antiga combatem na linha de frente em defesa dos olimpianos. Para assegurar que o refúgio de semideuses, o Acampamento Meio-Sangue, não seja invadido, Percy Jackson, Tyson, Annabeth e Grover são destacados para uma importante missão: deter as forças de Cronos antes que se aproximem do acampamento, no emaranhado de corredores do temido Labirinto de Dédalo – um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais aterrorizantes surpresas. (SKOOB)


Olá pessoal o/ Então, finalmente estou terminando de postar as resenhas dos livros de PJ. Não sei porque não terminei logo de ler essa série, infinitamente linda. Aqui tem a resenha dupla do livro quatro e do quinto, que por sinal é o último. Bom, vamos ao que interessa.

CUIDADO! Essa resenha pode conter alguns spoilers básicos dos três primeiros livros da série. Então queridos, leiam por sua própria conta e risco.

Sem sinopse dessa vez porque a resenhista (eu) estava sem imaginação. Sinto muito, sério mesmo (?). Meu livro favorito da série, sem mais. Foi muito bem escrito, cheio de ação, surpresas e lutas. Adorei toda a mitologia sobre o labirinto do fauno de Dédalo e como a autor escreveu as cenas que se passava lá. Tudo cheio de truques, achei muito interessante. Nem todos os elogios possíveis poderiam descrever esse livro. Eu li em um dia, olha que empenho da minha parte. Sou super preguiçosa para ler, mas nas férias eu estava empolgada, espero que seja assim nas de Julho também. Tomara.

Porém, teve um detalhe que conseguiu me surprender: o Percy. Nem sei como, mas ele passou de menino esquisito para o garanhão. Sério! Como costumam dizer, 'as meninas piraram' no Percy nesse livro. Ta chovendo meninas na plantação dele, que ótimo... para ele (?). Tirando isso, ele voltou a recuperar um pouco o brilho de galã que tinha perdido no terceiro livro. Sei que é bobeira da minha parte, mas me sinto mal em alguns livros quando o personagem principal e deixado de lado. Paranoia, eu sei.

A nova personagem que apareceu no outro livro e que neste deixou a Annabeth enciumada (achei muito bem feito), foi a Rachel. Ela é uma mortal que se tornou amiga do Percy quando o ajudou no livro passado. Acabei não comentado dela antes, mas tudo bem. Sei que ele vai ficar com a Annabeth no final, só que isso não me impede de adorar loucamente o casal Rachel/Percy. Eles não são um casal, só que isso não me impede (+1) de gostar deles juntos. Além do mais, meus casais nunca ficam juntos mesmo. Até para isso sou azarada, olha a minha situação.

Após esse livro o Sr. D se tornou meu personagem favorito, sem mais. Muito engraçado e cheio das ironias dele com o Percy e todo mundo. O deus mais legal de todos! Vale ainda falar o quanto o Nico estava irritante; Tyson estava um querido, como sempre; e a Sra. O'Leary, o cão infernal, brincando de 'pegue o grego' no meio de um acampamento de semideuses filhos de deuses... gregos! Achei demais, adorei.

Tudo foi lindo nesse livro, gostei de todas as partes, teve até uma idinha básica para a prisão de Alcatraz. Adorei, adorei, adorei. Essa é minha palavra predileta, acho que vocês já sabem disso.

Resumindo: leia essa série como se não houvesse amanhã (?). Linda, super recomendo, é claro. Já estou cansada de falar isso sobre os livros do Rick Riordan, mas espero falar sempre. É isso ai, fim.


xx

Título: O Último Olipiano.
Original: The Last Olympian.
Autor: Rick Riordan.
Editora: Intrínseca.
Nota: 5/5.

Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã. Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo. Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta? (SKOOB)
Esse com certeza foi o livro com mais ação de toda a série. Meu favorito ainda é o quarto, mas esse foi tão espetacular que eu nem sei o que falar. Adoro essa série, sou suspeita para falar mesmo, é isso.

Bom, já começou todo misterioso com o Percy escondendo o plano dele de nós leitores e de todo mundo. Depois só piorou para o lado deles, coitado. A parte da batalha entre os campistas e o exército de Cronos ocupa quase o livro todo, é claro. Teve bastante ação, porcas voadoras, estátuas que ganham vida e mais uma porção de coisas esquisitas e engraçadas. Apesar dessa diversão, eu fiquei com medo por eles, sério. O exército do Cronos eram tão grande comparado ao deles! Entretanto, no final tudo se resolve e dá certo para apenas um dos lados, isso é fato. Só falo coisas óbvias.

Os deuses merecem meu comentário. Super dignos! Poseidon e Hades arrasando com todos. Nem falo mais do Sr. D, acho que ele merecia um livro sobre ele. Ainda tem o Nico sendo útil, a Rachel me assustando pra caramba meu ship Rachel/Percy não deu certo, acho que todos sabem e o pégasus Blackjack super lindo. Preciso ainda comentar do Cronos. Não achei ele um bom vilão, não mesmo. Muito estranho, sei lá. Ele poderia ter sido... mais assustador.

Percy e toda a sua turma foram muito corajosos. Todos estavam ótimos, até mesmo a chata da Annabeth e não, ainda não vou com a cara dela. Teve até uma participação básica de vários outros personagens que pouco apareceram durante o livro, não consigo lembrar dos nomes deles, mas sei que estavam por lá. Isso já é o suficiente, não é?

Enfim, tudo ótimo, achei que foi um ótimo desfecho para a série e ainda vamos ver muito mais sobre esse pessoal ai na série Os Heróis do Olimpo - que também é muito perfeita por sinal, leiam!

Resumindo: recomendo, claro. Final digno para uma série muito boa. Agora só nos resta esperar e torcer para o Rick lançar mais e mais séries mitológicas. É isso, espero que tenham gostado dessas resenhas bem podres (é verdade, pode dizer, mas é que eu me lembrava pouco dos livros já que li faz tempo, fail) e... fim.

A Marca de Atena - Rick Riordan.

Título: A Marca de Atena.
Original: The Mark of Athena.
Autor: Rick Riordan.
Série: 3º livro de Os Heróis do Olimpo.
Editora: Intrínseca.
Nota: 5/5.

Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy - após seis meses afastados por culpa de Hera -, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz. Os problemas de Annabeth não param por aí - ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela? O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar; no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga. (SKOOB)

Eu estava completamente louca por esse livro. Depois que terminei O Filho de Netuno, queria ler este terceiro livro imediatamente. Ok, talvez todas as expectativas que eu tinha para A Marca de Atena não foram alcançadas e talz, fiquei um pouco chateada, mas o final... ain, vamos a resenha.

ATENÇÃO: Esta resenha pode ter alguns spoilers dos dois primeiros livros da série, portanto, leia por sua própria conta e risco. Quem avisa, amigo é (?).

Bom, no final do segundo livro, o Argo II estava se aproximando do Acampamento Júpiter com quatro semideuses a bordo, Annabeth, Leo, Piper e Jason. Mas gregos e romanos nunca se deram bem, então não é de se estranhar que rolou um bafão e eles entraram em uma guerra. Pois é, como se os nossos queridos heróis já não tivesse coisas suficientes para enfrentar. Annabeth teve uma conversa séria com sua mãe e ela lhe pediu para achar a tal Marca de Atena e vingá-la. Piper anda vendo coisas sinistras na sua adaga. E Léo se pergunta quem é esse tal Sammy que Frank e Hazel acham parecido com ele. Muitas aventuras, muitos raios, tempestades e água (?). É isso, leia e você saberá do que eu estou falando.

Como eu já mencionei ali em cima, o livro não alcançou todas as minhas expectativas. Eu fiquei bem chateada em relação ao lance do Sammy e Hazel, sabe? Pensei que teria algum destaque maior, estava super esperando por isso e... não foi tudo isso. Achei que o livro foi um pouco arrastado no meio, parecia que eles estavam rodando em círculos e nunca chegava em lugar nenhum. Mas depois fiquei tudo maravilhoso e tive que classificar com cinco estrelinhas. Bom, vamos começar do começo, eu sou muito afobada e já começo a falar das coisas que eu não gostei muito.

O livro é narrado por quatro semideuses dessa vez, Annabeth, Percy, Piper e Léo. Não é exatamente narrado por eles, já que o livro é em terceira pessoa, mas os capítulos tem mais destaque para aquele cujo nome está lá (?). Tem muita ação, como sempre. Os nossos heróis não tem muito tempo para diversão, já que sempre que estão de boa algum monstro aparece para acabar com a farra. Porém, nesse livro teve mais momentos românticos entre nossos casais. Annabeth e Percy eram dois pombinhos apaixonados. Eu assumo que não gosto muito deles juntos, não acho um bom casal, mas eles estão fofos juntos. Piper e Jason não eram tããão assim, mas eles tiveram seus momentos casal (?) também. Acho bacana ter também um pouco de romance, desde que não atrapalhe as cenas de cabeças rolando, é claro.

Teve bastante detalhes da mitologia romana, já que eles estão indo para Roma e talz, porém a grega não deixou de aparecer. Apesar de as duas serem basicamente a mesma coisa, os romanos são mais tensos do que os gregos, que na minha opinião são mais inteligentes. Ou talvez eu apenas goste mais dos gregos, vai saber, sou sempre suspeita para comentar essas coisas.

Os momentos de ação foram bem interessantes. Os monstros estão ficando cada vez mais fortes e estranhos já que Gaia está ficando forte. Poucos deuses apareceram, mas o Sr. D ou Lorde Baco já que estava em sua forma romana, reinou geral. Achei muito bacana ele gostar de Coca Diet na sua forma grega e de Pepsi na romana. Apesar de estar um pouco sem graça nesse livro (diferente do Sr. D que é mais que demais na minha opinião), não deixou de ser o melhor. E, claro, o final. Eu não estava esperando mais nada de tããão espetacular no livro, pensei que ia simplesmente acabar tudo bem e pronto, vamos para o próximo livro. Só que o Rick tinha uma carta na manga e... meu coração doeu, sério. Como ele pode acabar desse jeito? E se... ain, não sei se devo ter mais esperanças depois de saber sobre as Portas da Morte e talz. Só nos resta torcer e esperar pelo próximo livro.

Percy é meu favorito, sabem disso, né? Então eu adorava as partes que ele narrava. Ele ainda faz as coisas erradas, se culpa por isso e tenta salvar seus amigos a qualquer custo, apesar de uma certa deusa já ter dito que isso não era bem uma qualidade. Ele e Jason meio que tem uma briga e ao mesmo tempo não tem (?). Os dois são filhos de deuses poderosos, então um sempre fica com um pouco de ciúmes quando o outro salva o dia. Minha opinião? Desculpa ai Jason, mas o Percy ainda é o melhor, beijos. Annabeth foi uma surpresa para mim. Assumo que não vou muito com a cara dela, acho ela um tanto exibida a sabichona, sério. Porém, nas partes em que ela precisou atuar sozinha, a garota deu um show. Mostrou que a inteligência pode ser a maior arma que uma pessoa pode ter, não precisa de grandes poderes mágicos (?). Gostei, ganhou meu respeito apesar de ainda não ir com a cara dela.

Piper está muito chata. Não lembro da minha opinião sobre ele no primeiro livro, mas neste ela está muito mimimi. Sei lá, não gostei, espero que ela esteja mais legal no próximo livro. Hazel não teve o destaque merecido. Ela é muito boa, super poderosa e talz, só que foram poucos os momentos em que ela teve algum destaque. Espero que no próximo ela volte com força total. E o Léo, por favor Rick faça um livro no qual ele seja o principal e fale muito sobre o Mundo do Léo. Sério, ele é muito bom, talvez o melhor dos coadjuvantes (?). Tomara que ele 'narre' no próximo livro, senão vai ser muito sem graça, ele é o mais engraçado de todos.

" - Lorde Baco, lembra-se de mim? Eu o ajudei com o leopardo desaparecido em Sonoma
Baco coçou o queixo com a barba por fazer.
- Ah... sim. John Green?
- Não, Jason Grace." (Página 104)

Resumindo: LEIAM essa série imediatamente. Muito boa, sem mais comentários. Fico então a espera do próximo livro e torcendo para que tudo dê certo. É isso, fim.

[RESULTADO] Promoção - Férias Literárias.


Quer levar para casa nessas férias um pacotão de livros? Então não perca tempo e participe dessa promoção super bacana que o Clube do Livro de Sorocaba preparou para você!

Veja como é fácil e participe!
 • Promoção – Férias Literárias.
• prêmios:
- 1 Kit Conselho de Amiga
- 1 Kit Esperando Você
- 1 Kit Estou com Sorte
- 1 Kit Qual é seu Número?
- 1 Kit Um Gato de rua chamado Bob
- Livro  Simplesmente Ana

• Informações.
- Não esqueça de ler o Terms & Conditions que está incluso no Rafflecopter.
- Somente para quem tem endereço de entrega no Brasil.
- A promoção vai de 21 de junho a 21 de julho.
- Será apenas um ganhador.
- Caso o ganhador mande os dados para o envio do livro errado, fica a critério de cada blog reenviar ou não o livro novamente.
- Para se inscrever basta inserir suas entradas no formulário Rafflecopter abaixo.
- A primeira inscrição é livre, para entradas extras leia a instrução de cada uma.
- O sorteado será anunciado neste post após o dia 21 de julho de 2013.
- O sorteado terá 3 dias para retornar o e-mail com seus dados, ou um novo sorteio será realizado.
- Na opção twittar sobre a promoção, basta clicar no ícone do twitter que uma janela aparecerá com a mensagem que você deve twittar e é só confirmar e depois copiar o link e colar no local indicado.

- Usar o tweet about the giveaway apenas 1 vez por dia , com a seguinte frase:"Férias literárias é com o #vamoslerumlivro e a @Novo_Conceito" 

a Rafflecopter giveaway
Bom, é isso ai galera o/ 'Bora todo mundo participar e boa sorte. Fim.

------------------------------------

[ATT] Oi galera o/ Bom, saiu o resultado e a sortuda foi a Lais S.! Já entramos em contato e logo ela receberá os livros em casa. Sortuda, né? E para vocês que não foram sorteados, sem desanimo, continue tentando :) Fim (de novo).

A Maldição do Titã - Rick Riordan.

Título: A Maldição do Titã.
Original: The Titan's Curse.
Autor: Rick Riordan.
Série: Percy Jackson e os Olimpianos.
Editora: Intrínseca.
Nota: 3/5.

Um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, e sua ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente... e com uma caroninha da mãe. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo: Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros, e nossos heróis serão presas fáceis. Um monstro ancestral foi despertado – um ser com poder suficiente para destruir o Olimpo –, e Ártemis, a única deusa capaz de encontrá-lo, desapareceu. Percy e seus amigos têm apenas uma semana para resgatar a deusa sequestrada e solucionar o mistério que ronda o monstro que ela caçava. Divertidíssima e repleta de ação, essa terceira aventura da série coloca nosso herói e seus aliados frente a frente com o maior desafio de suas vidas: a terrível profecia da maldição do titã. (SKOOB)


Nas férias de Janeiro resolvi ler os três livros que faltam dessa série de uma vez só. Então lá fui eu e agora você pode acompanhar o que eu achei dese terceiro livo. É isso, não tenho mais o que escrever aqui.

CUIDADO! Essa resenha pode conter alguns spoilers básicos dos dois primeiros livros da série, O Ladrão de Raios e Mar de Monstros. Então, leia por sua própria conta e risco. Beijos.

Bom, no livro anterios Percy e os amigos trouxeram o tal do Velocino de Ouro para o acampamento e, por uma infeliz coincidência, conseguiram libertar e trazer de volta ao mundos dos seres vivos a pequena Thalia, filha de Zeus. Nesse livro Percy, ela, Annabeth e Grover estão juntos nessa (?). Mas nem tudo são flores, é claro. Vida de semideus é complicada e Percy tem que enfrentar algumas barreiras nessa missão, como sempre, assim como em todos os outros livros.

É nesse livro que a coisa começa a pegar fogo. A narração ainda é feita pelo nosso querido Percy em primeira pessoa, os nomes dos capítulos continuam divertidos e a série se aproxima do final (triste). Apesar de tudo, acho que esse terceiro livro deixou um pouco a desejar. Gostei dele, mas já sabia alguns detalhes básicos que acontecera nesse livro porque sou teimosa e li O Herói Perdido antes de terminar essa série e isso acabou estragando um pouco todas as surpresas que o livro poderia ter me trazido.

Podemos ver um pouco mais sobre a Thalia, a filha de Zeus, que antes era uma árvore e agora não é mais. Ela só aparece mais porque teve um probleminha técnico com a Annabeth, coitada. Não gostei dela. Muito mandona e sempre quer fazer as coisas do jeito dela. Apesar de também não cair de amores pela Annabeth, senti um pouco a falta dela, admito. O Percy me pareceu um coadjuvante nesse livro e não o principal. Tudo culpa da Thalia, que acabou roubando um pouco o brilho (?) dele. Ele continua a fazer burradas no começo do livro, mas depois sempre dá tudo certo. O bem tem que vencer sempre gente, óbvio isso.

Agora dois deuses que divaram loucamente nesse livro foram o Apolo e o Sr D! Gente, muito queridos esses dois. Assumo que não morria de amores pelo Sr. D e todas as suas loucuras no início, mas nesse livro ele me conquistou. Apolo é um lindo, todas as garotas caem de amores por eles, tipo a Thalia, sabe? Ainda tenho que citar a Zoe e as Caçadoras de Ártemis.

Esse livro já vai encaminhando a série para seu desfecho, vemos Cronos ficando cada vez mais poderoso e pronto para lutar contra o Olimpo. Sou suspeita para dizer, pois já li os últimos livros, mas estes são ainda melhores.

Resumindo essa resenha que não fala nada com nada: bom livro, mas poderia ter sido melhor. Talvez se eu não tivesse lido os spoilers na outra série, esse livro seriam mais encantador. Enfim, ainda assim não consegue tirar o brilho dessa série muito querida. Super recomendo, fim.

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista - Jennifer E. Smith.

Título: A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista.
Original: The Statistical Probability of Love at First Sight.
Autora: Jennifer E. Smith.
Editora: Galera Record.
Nota: 4/5.

Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia. (SKOOB)

Olha que lindo, no dia dos namorados e eu aqui postando a resenha desse livro romântico. Bom, primeiro feliz dia dos namorados para todos, pros solteiros também! Não gosto de preconceitos (?). E segundo, eu preciso comentar isso antes de começar a resenha, que nome cumprido é esse? Cansei só de digitar o nome dele ali no começo, sério.

A (..) Estatística do Amor (..) fala sobre o 'e se?'. E se Hadley tivesse chegado a tempo de pegar o avião? Mas ela se atrasou e isso mudou a vida dela. Na espera para um outro voo, ela conhece Oliver. Um britânico super fofinho que também está indo para Londres assim como ela e, olha só que sortuda, acaba sentando ao lado dela na viagem. É basicamente isso, falo mais sobre as coisas na resenha. Ainda não sei porque faço esse resumo.

Eu adorei o livro! A narrativa é em primeira pessoa e quem narra é a Hadley. O livro (apesar do nome complicado) é muito gracinha, é fininho e a leitura é super agradável. Se passa em vinte quatro horas, então a história de amorzinho é super rápida, mas muito fofa. Não é spoiler, vocês provavelmente sabem que eles ficam juntos no final, fala sério. Apesar de tudo, achei que poderia ter incluído mais alguns detalhes, mais emoção. O final é gracinha, mas eu esperava algo totalmente diferente. Ficou bom, mas enfim, poderia ter sido melhor.

Tem toda uma lição sobre o amor. Os pais de Hadley são separados e agora o pai dela vai se casa, por isso ela está indo para Londres. Só que ela não o vê faz tempo, parece que nem o conhece mais. E isso é muito triste gente, de verdade. Se os pais querem se separar, tudo bem, acontece. Mas os pais não podem se separar dos filhos! Filhos são forever. Então nas cenas em que ela tem com o pai eu achei muito fofa, assim como a conversa dela com a mãe. Gosto desse lance de pais e filhos nos livros, só que a maioria dos pais dos personagens são tão chatos. Por favor autores, criem pais legais (?).

Os personagens são gracinhas. Vou falar mais sobre a Hadley e o Oliver, já que eles são os principais e basicamente é deles que eu tenho mais o que falar. A Hadley é super gracinha. Ela tem um pouco de claustrofobia, então a parte em que ela está no avião junto com o Oliver, que está tentando acalmá-la, é super gracinha. Ela está indo sozinha para Londres para o casamento do seu pai, não gosta da noiva dele e definitivamente preferia estar indo para o fim do mundo, mas não para lá. Achei uma boa personagem. Ok, talvez um pouco estranha, só que eu gostei dela, de verdade. O Oliver é todo gracinha. Até agora não sei sobre o que ele estuda, não acreditei no papo dele. Em alguns momentos fiquei com raiva dele, assumo, mas depois tudo passou. Adorei, muito lindinho esse casal.

Resumindo: adorei o livro, super recomendo para quem gosta de livros fininhos, histórias bobinhas, porém super fofinhas. Enfim, é isso, nada mais tenho a falar. Fim.

A Síndrome E - Franck Thilliez.

Título: A Síndrome E.
Original: Le Syndrome E.
Autor: Franck Thilliez.
Editora: Intrínseca.
Nota: 4/5.

Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia. No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres. Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades. (SKOOB)

Tenho uma relação de amor e ódio com os thrillers psicológicos. Eu gosto, porque são envolventes e me deixam pensando em tudo para tentar descobrir o que está por trás de todo o mistério. Porém, não gosto muito porque me deixam completamente paranoica, muitos mais do que eu já sou! A Síndrome E é um livro intenso, mas foi uma boa leitura e deixou minha paranoia em um nível mais alto o que eu já esperava.

O livro fala sobre Lucie, tenente da polícia, e Franck, um comissário. Ela está de férias, mas vê seus lindos dias cheios de nada indo por ralo abaixo quando uma coisa mega estranha acontece. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir um filme estranho não, ele não morreu em sete dias e tudo aponta que as imagens subliminares escondidas na fita tenham causado isso. Do outro lado na França, que é onde a trama se passa, Franck é chamado para um caso violento. Cinco cadáveres foram encontrados a dois metros de profundidade, sem olhos e cérebro. Após algumas pistas, Lucie percebe que os dois casos podem estar ligado e se une a Sharko para descobrir quem está por trás dessas maldades.

Eu fiquei com medo, admito. O livro trás alguns detalhes que podem e aposto que estão, adoro uma teoria da conspiração presentes no nosso dia a dia e nem percebemos isso: a manipulação pela imagem, seja na internet, tv ou até video game. Eu fiquei chocada, porque isso realmente pode acontecer, ou talvez seja apenas minha paranoia falando.

A narração é boa, sem problemas, sem confusão. É em terceira pessoa, sendo os capítulos geralmente intercalados entre Lucie e Franck quando eles estão separados, para que assim possamos acompanhar a investigação de ambos. Achei intrigante, inteligente, me surpreendeu e não desconfiava de algumas coisas que foram reveladas. É envolvente, quando você percebe já leu vários capítulos (que são na maioria das vezes curtinho) e não quer largar mais. A investigação foi boa. Nem tudo dava certo, fiquei frustrada por eles algumas vezes. O cenário também não fica só na França, eles viajam também para o Cairo e Canadá.

Apesar de ter gostado de tudo no geral, teve algumas coisinhas que me deixaram confusa. Na verdade foi só uma: Eugénie. Ela é tipo uma alucinação do Franck, já que ele é esquizofrênico, e não mostra qual é o lance dele com ela, sabe? O motivo pelo qual ela o 'assombra' e talz. Ele chega a comentar uma coisa ou outra, mas nada tão concreto, dai me deixou na dúvida. Talvez seja porque esse livro é o terceiro da 'série' do Franck Sharko, então a resposta dessa minha pergunta deve estar neles. O final é muito maligno, me deixou curiosa e quero saber o que aconteceu. Já o final do caso foi até que morno. Me surpreendi com algumas coisas, mas estava esperando mais.

É difícil falar de personagens quando o livro é de investigação, sempre acho que o foco fica mais no caso do que neles, mas vou tentar. Franck é um comissário da polícia e está afastado do serviço, mas volta para este caso. Ele é esquizofrênico, como já disse, e tem umas manias bem estranhas. É empenhado no trabalho, um tanto arrogante e precisa de uma banheira e todo quarto de hotel que ele vai. Lucie é uma mulher que não consegue largar um caso quando este lhe chama atenção, adora suas filhas gêmeas e é um tanto solitária. Gostei mais dela do que dele. Os outros não tem muito o que falar, então não falarei.

Enfim, é um livro com tema marcante e que nos faz refletir sobre as coisas que vemos todos os dias. Tem até algumas coisas sobre o cérebro e afins que eu adorei mas sou suspeita porque adoro anatomia, então. Muito bacana.

Resumindo: recomendo, é claro. Inteligente e bem escrito, que nos faz pensar nas coisas ao nosso redor e aumentar a nossa paranoia. É isso ai galera, não tenho mais nada para comentar, espero ter conseguido passar nessa resenha o quanto eu achei o livro interessante. Fim.

O Punhal - Jéssica Anitelli.

Título: O Punhal.
Autora: Jéssica Anitelli.
Editora: Dracaena.
Nota: 3/5.

Seus olhos verdes sempre cruzavam com aqueles olhos gélidos durante a noite. Ao vê-los, junto com aquela pele esbranquiçada, o coração disparava, os pelos do corpo arrepiavam e a boca secava. Eram essas as sensações que Diogo sentia ao ver a figura daquele homem que o seguia desde criança. Sentia medo, lógico, mas por outro lado tinha a sensação de que algo em sua alma os ligava. Mal sabia que Augusto, um vampiro com mais de 100 anos, tinha planos para ele, planos esses que envolviam sua ida para a vida noturna. Após a noite em que o sangue de Augusto tocar seus lábios sua adolescência nunca mais será a mesma, se tornará sombria, tenebrosa, intrigante e ao mesmo tempo fascinante. Mas conseguirá ocultar lembranças e sentimentos humanos? Esquecerá o amor por Júlia? As mudanças sofridas no início de sua existência noturna serão baseadas em Henrique, um vampiro que possuía os mesmos olhos verdes de Diogo e de sua família, tão verdes quanto às esmeraldas contidas no punhal. (SKOOB)


Eu acabei adquirindo este livro com a própria autora quando ela veio com o grupo Fantastiverso ao clube do livro daqui. Fiquei curiosa a respeito da história e li rapidinho. Bom, eis aqui então a minha opinião. Já falei que vejo essa introdução como aqueles 'previously' que passam nos episódios de seriados? Pois é, eu vejo.

O Punhal fala sobre um garoto chamado Diogo. Ele leva uma vida normal, com amigos e uma namorada. Só que ele sempre vê um homem de olhos esmeraldas que o segue, mas nunca consegue vê-lo completamente. Eis então que um dia eles se encontram por motivos que são considerados spoilers, e a vida do garoto muda completamente. Minhas sinopses sempre terminam assim, que frustrante.

A autora tem uma boa narrativa. Não fiquei confusa, tudo muito bom, narração em terceira pessoa o que muitas vezes é bom, pois evita aqueles pensamentos chatos do personagem principal e ganhou um ponto no meu ranking por ter vampiros como tema. É um dos meus seres sobrenaturais favoritos e fazia algum tempo desde que não lia um livro com esse tema. Tem bastante sangue e cabeças rolando, o que acho fundamental para um livro sobrenatural me agradar sempre falo isso Q. Até mais ou menos a metade do livro estava tudo certo, caminhando bem. Vemos o Diogo se transformando e conhecemos mais sobre a história dos seus antepassados. Esses detalhes mais históricos foram interessantes e bem utilizados.

No desenrolar do livro vemos mais também sobre o punhal que deu o nome ao livro e do Augusto, o protetor do Diogo, que mostra seus motivos para cuidar tanto assim do garoto. Tudo isso me agradou bastante e teve vários momentos que me surpreenderam - mesmo depois do meio, próximo ao final, quando eu já estava desanimada.

Só que nem tudo são flores na minha vida literária uh, beijo para a Aione, escrevi isso pensando no blog dela <3. Sempre tem algo que atrapalha, não sei porque, acho um cúmulo isso! Aconteceu um pequeno fato ao qual ainda não me acostumei. Sei que já deveria ter me acostumado, mas infelizmente ainda preciso aperfeiçoar essa minha... compreensão de mundo (?). Fiquei louca da vida quando vi essa parte e a leitura não foi a mesma a partir dali. Outra coisa da qual eu não gostei foi o romance. Muito mimimi e eu não gosto disso nos livros. Não suportava mais o casalzinho. Então, por esses dois motivos a minha leitura não foi excelente. Eu gostei, mas poderia ter sido melhor.

Já o meu interesse por personagens ficou dividido. O Diogo é principal, então o livro é mais focado dele ÓBVIO. Achei muito interessante ver as transformações que aconteceram nele após se transformar em vampiro. As cenas em que ele aparece lutando são boas, gostei. Augusto, o protetor e criador dele esse lance de criador sempre me lembra True Blood, o seriado com o qual eu estou super atrasada só para variar, que o ajuda com a nova vida e o leva para morar em sua residência vampiresca na qual, obviamente, moram alguns vampiros. Uma delas é a Marta. Eu a adorei. Ela é super charmosa, um pouco teimosa e egoísta, mas tem um bom coração (como vemos mais no final). Ela e o Diogo te um breve interesse amoroso e eu adorava eles juntos. Poderia ter explorado melhor esse casal e deixado a chata da Júlia, a namoradinha humana dele, de fora. Muito chata e melosa, só isso que tenha a dizer sobre ela.

Resumindo: apesar de alguns detalhes não terem me agradado, eu gostei do livro, principalmente do começo. Recomendo sim, talvez você acabe lendo e gostando até mais do que eu. Sempre falo isso, sou tão previsível. O Punhal é o primeiro livro de uma trilogia, se eu não me engano, então tem mais ainda por vir. É isso, fim.

 
Layout de Giovana Joris