Retrospectiva Literária 2013


Olá, olá o/
Ah, mais uma retrospectiva, mais um ano que passou. Esse ano foi terrível nas leituras para mim gente, sério, espero que 2014 seja bem melhor. Oremos. Enfim, aqui está então a minha retrospectiva, vamos ver o que temos. E, claro, essa retrospectiva literária é promovida pelo blog Pensamento Tangencial :)

  • A aventura que me tirou o fôlego:
Complicado já na primeira pergunta, acho que não estava pronta pra essa retrospectiva. Creio que foi A Cidade Sombria da Catherine Fisher.

  • O suspense mais eletrizante:
Garota Exemplar, mas apenas na primeira parte do livro, depois eu meio que cansei. No geral, o suspense foi bacana e me assustou bastante, principalmente os personagens.
  • O romance que me fez suspirar:
Nenhum! Foi difícil esse ano gente, sério, não ta fácil não, vou ver se o ano que vem melhora – tomara.
  • A saga que me conquistou:
Bloodlines, se é que isso pode ser chamado de saga, mas não encontrei outra disponível (?). Eu adorei o primeiro livro e agora preciso do segundo, assim como preciso ler Academia de Vampiros também, né? Eu nunca sigo as sequencias das séries direito, isso é um problema, mas já me acostumei.
  • O clássico que me marcou:
O Diário de Anne Frank é um clássico, certo? Pra mim é, então pronto, é este mesmo. Preciso ler mais clássicos, eu sei, sempre prometo que vou ler e nunca leio, típico.
  • O livro que me fez refletir:
Luminoso da Alyson Noel. Eu estava em um dia tão deprê e afins, peguei este livro e li em poucas horas. Fiquei mais feliz e entendida das coisas (?).
  • O livro que me fez rir:
As Probabilidades do Amor à Primeira Vista. Ufa, que nome grande. Um livro tão fininho e tão fofinho, que me fez rir em vários momentos sim. Adorei.
  • O livro de fantasia que me encantou:
Guerra dos Tronos, pronto. Nada mais a comentar, o nome do livro diz por si só (?).
  • O livro que me decepcionou:
Foram tantas decepções este ano que nem sei por onde começar. Duas que eu consigo me lembrar agora: Dias de Sangue e Estrelas, porque não foi tão bom quanto o primeiro? Triste; e teve A Desconstrução de Mara Dyer, que eu queria tanto gostar e acabei me decepcionando.
  • O livro que me surpreendeu:
Bom de Briga do Markus Zusak. O primeiro livro não é lá aquelas maravilhas, mas esse segundo livro foi uma grande surpresa que me fez adorá-lo sem parar.
  • O thriller psicológico que me arrepiou:
Ainda estou lendo ele, mas creio que termino ainda esse ano (por isso o coloquei na contagem), Sob a Redoma do Stephen King. Sério, esse livro é tenso e todo trabalhado no psicológico, então está merecendo ser o último desse ano – principalmente porque eu estava completamente louca para lê-lo *-*
  • O livro mais criativo:
Apesar de eu não ter gostado dele, Todo Dia do David Levithan foi um dos livros mais criativos que eu li este ano. Todo aquele lance de trocar de corpos, achei muito bem criado e fiquei com medo também (?).
  • O infanto-juvenil que se superou:
Minha vida fora de Série da Paula Pimenta, com certeza. Eu não tinha gostado muito de FMF (o primeiro, só li esse por enquanto, vou tentar ler os outros antes de formar uma opinião), mas apesar de tudo resolvi dar uma chance a essa outra série e adorei :)
  • O livro que mudou a minha forma de ver o mundo:
Como eu era antes de você <3 Esse livro mudou minha forma de ver várias coisas, então creio que ele deve estar aqui.
  • O(a) autor(a) revelação:
Creio que foi a Philippa Gregory. Li dois livros dela este ano e simplesmente adorei, e olha que eu nem sou muita fã de romances históricos, porém confesso que tenho uma queda por livros que tenham personagens da nobreza (?).
  • O melhor livro nacional:
Do Seu Lado foi com certeza o melhor livro nacional que eu li este ano. Li poucos, vou tentar ler mais em 2014 - eu disse tentar.
  • O melhor livro que li em 2013:
Complicada essa perguntinha, mas vamos lá avaliar o que eu gostei esse ano. Creio que o melhor livro que li foi Guerra dos Tronos do George R.R. Martin <3 Teve também Starters que eu simplesmente amei de paixão, não vejo a hora de ler o segundo.
  • Li em 2013 ...... livros.
Minha meta era ler 50 livros, mas eu consegui ultrapassar, ae o/ Li 74 livros em 2013.
  • A minha meta literária para 2014 é:
Bom, vou continuar com a minha meta regular de 50 livros. Sempre coloco menos para que assim eu fique feliz caso leia mais que isso (?).

É isso ai galera o/ Feliz 2014 pra vocês, que todos os seus sonhos se realizem, paz, saúde, amor, felicidade e dinheiro pra comprar livros, é claro haha Beijos galera, fim.

A Casa de Hades (Os Heróis do Olimpo #4) - Rick Riordan.

Título: A Casa de Hades.
Original: The House of Hades.
Autor: Rick Riordan.
Serie: Os Heróis do Olimpo, #4.
Editora: Intrínseca.
Nota: 4/5.

A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los. A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofre com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la. (SKOOB)

Eu nunca sei o que esperar dos livros do Riordan, eles sempre me surpreendem de alguma forma. Ou então eu sou péssima em adivinhar as coisas, pode ser isso também, nunca se sabe (?). Enfim, esse livro foi dos ‘excluídos’, aqueles pobres personagens que a gente acha ser só coadjuvante, sabe? Então, eles botaram pra quebrar e sambaram na cara dos protagonistas. Vamos à resenha.

Esta resenha contém spoilers dos livros anteriores, portanto leia por sua própria conta e risco.

O livro começa com os que restaram, Jason, Piper, Hazel, Nico, Frank e Leo, tentando seguir seu caminho até a Casa de Hades. Percy e Annabeth estão tentando sobreviver lá no Tártaro, onde acidentalmente (?) caíram ainda no outro livro. Muitas aventuras e confusões aguardam pela frente. É isso, acho que qualquer outra coisa seria spoiler.

Este livro foi uma leitura muito boa, porém acho que foi o mais fraquinho da série até agora. Continua sendo narrado em terceira pessoa, mas cada capítulo mostra mais a versão de um personagem. Neste livro tem capítulos para todos os personagens, diferente dos outros nos quais sempre algum ficava de fora. Tem muita ação e confusão, é claro, já que os deuses rivais e outras criaturas sempre entram em seu caminho para tentar detê-los. Apesar de ter gostado muito do livro em geral, achei que foi um pouco enrolado demais. Eu entendo que seja o penúltimo livro da série e precisa enrolar um pouco para que tudo aconteça apenas no final e blábláblá, mas mesmo assim, achei que poderia ter sido bem menos enrolado tirando algumas partes que não fariam falta a série.

O final foi um tanto normal, o que me incomodou. Queria algo mais traumático para que eu ficasse ansiosa para o próximo livro. Não me entendam mal, eu estou ansiosa para o último livro, mas ta na cara que tudo vai ficar bem e fim. Todos os livros são assim, não é? Enfim, isso foi o que me desagradou no livro, o resto foi interessante.

Gostei muito do destaque aos personagens mais ‘excluídos’. Hazel, Frank e Piper, eles são os excluídos pra mim e arrasaram nesse livro. Fico feliz por eles, apesar de Hazel ser a única que eu gosto de verdade. O Frank me surpreendeu, eu já estava achando que ele seria inútil e que morreria quando alguém botasse fogo naquele graveto. Porém ele se mostrou um verdadeiro filho de Marte (ou Ares, como é a forma grega) e arrasou nas artes da guerra. Ele que salvou os outros em várias partes do livro. Alguém tinha que salvar já que o semideus principal deles estava lá no Tártaro com a namorada. Piper não precisou de armas de ponto para enfrentar o desafio proposto a ela, só foi preciso de um pouco de amor, e convenhamos que as vezes o amor é a melhor arma (?) – no caso dela foi, sortuda. A Hazel também tinha um desafio proposto por uma deusa e se concentrou nisso no livro todo. Gostei de ver. A única coisa que eu não gosto é do namoro dela com o Frank, eles não formam um casal legal ao meu ver, mas nada posso fazer. Enfim, esses três foram o destaque desse livro e isso me agradou, é fácil para os outros semideuses principais serem sempre os heróis da vez, mas para os pobres excluídos é difícil (?).

Percy está lá no Tártaro junto com Annabeth, por isso não está podendo ajudar seus outros amigos. Eles são fofos juntos, preciso admitir, e se saíram razoavelmente bem ao caírem lá no poço. Claro que estando junto com Annabeth e seus bons planos para sobrevivência também ajudam. Apesar de tudo, eles não se destacaram muito, tudo que eles conseguiram foi com a ajuda de outras pessoas, digo, criaturas. Semideus que é semideus tem que ter contatos até lá no Tártaro, faz o favor (?). Jason ficou um tanto apagado nesse livro, o que eu não achei ruim já que não caio de amores por ele, na verdade já me cansei dele. Ele não é um bom líder, ficou na cara isso. O Frank é muito melhor que ele, falo mesmo. Enfim, ele teve alguns momentos na série e se tornou um pouco mais compreensivo com Nico, o sombrio filho de Hades. Falando no Nico, ele me surpreendeu nesse livro, não estava esperando aquela revelação dele. Eu nunca iria pensar nisso, sério. Nico foi o único que não teve um capítulo só pra ele, pois é muito mais excluído que os outros (?).

Leo é muito amor, eu simplesmente adoro ele, mas não consegui suportar as partes dele nesse livro. Pobre coitado, sinto que ele é o único que fica ‘sobrando’ ali no navio e tenho medo do futuro dele, mas espero que dê tudo certo, vou orar para os deuses do Olimpo.


Resumindo: muito bacana esse livro, porém enrolado demais. Fico então a espera do último livro para saber o que eles vão fazer para deter Gaia e os seguidores dela. É só isso por hoje, nada tenho a dizer mais. Creio que esta seja a última resenha antes do Natal, então como não sei se postarei alguma outra coisa, aqui deixo meus votos de um Feliz Natal para todos, que ganhem muitos presentes e que estejam felizes com seus familiares/amigos nesta data feliz. É isso, fim.

Entre Mundos - Brenna Yovanoff.

Título: Entre Mundos.
Original: The Space Between.
Autora: Brenna Yovanoff.
Editora: Bertrand Brasil.
Nota: 3/5.

Depois do enorme sucesso de O substituto, Brenna Yovanoff, no esperado Entre mundos, envereda novamente pelo gênero fantástico, tendo sempre como pano de fundo um mundo nebuloso e personagens sombrios. Os romances da autora já ultrapassaram a marca de um milhão de cópias vendidas no mundo, figurando sempre nas listas de mais vendidos dos EUA e da Grã-Bretanha. A protagonista Daphne vive em Pandemonium desde que nasceu e sempre se sentiu excluída, um peixe fora d’água. Mesmo sendo filha de Lúcifer e Lilith, a mulher mais poderosa do inferno, a menina sempre teve o desejo de uma vida diferente da de suas irmãs, que se alimentam do sofrimento humano. Já seu irmão, Obie, que se dedica a salvar espíritos desvirtuados na Terra, é um ídolo e a esperança de Daphne para mudar de vida. Quando Obie é raptado, Daphne foge para a Terra para resgatá-lo e tentar encontrar seu verdadeiro caminho. Ela só não imaginava conhecer o misterioso e desprotegido Truman. O novo livro de Brenna Yovanoff é mais do que um romance para jovens, como a maioria no mercado editorial. Ele apresenta, além de uma história intrigante, um debate inteligente e bem-construído a respeito do bem e do mal na sociedade. Com isso, a autora desconstroi o maniqueísmo inerente aos seres humanos, que estão sempre buscando o mocinho e o vilão. Entre mundos é um romance transcendental sobre uma jovem – que também é um demônio – e sua procura pelo amor na Terra. Uma história que põe em questão a ética, os valores e os sentimentos humanos neste e em outros mundos. (SKOOB)

Eu já tinha lido um outro livro dessa autora e gostei na medida do possível. Esse me pareceu muito bacana, porque a menina é um demônio. Me lembra Supernatural, eu gosto. Enfim, dei uma chance para esse livro e gostei da leitura. Ok, o final não foi bacana, mas o resto do livro compensou.

O livro conta sobre Daphne, a garota demônio filha de Lilith e Lúcifer. Ela vivia feliz para sempre lá em uma cidade no Inferno até que seu irmão decide ir embora de lá e misteriosamente desaparece. Ela então foge para a Terra atrás dele, decidida a encontrar seu irmão Obbie. Ela só não esperava começar a sentir emoções que nunca sentira antes, principalmente quando está perto de Truman, um menino cuja vida foi praticamente salva por Obbie algumas vezes. E é isso, ela segue em busca do seu irmão, temendo os horrores que pode ocorrer com ela na Terra e... só, nada mais a declarar, é melhor vocês lerem a sinopse ali em cima, obrigada.

Gostei. Não esperava muita coisa, mas o livro acabou me surpreendendo em alguns aspectos. É narrado em alguns capítulos em primeira pessoa, pela Daphne, e outros são feitos em terceira pessoa, principalmente quando mostra mais sobre o Truman. A escrita é boa e a trama tem tudo para dar certo. Gostei muito de como a autora mostrou a cidade no Inferno onde a Dap morava, diferente das coisas que eu já tinha lido, gostei mesmo.

O começo é bem interessante, quando nos introduz a história da Lilith e de como ela conheceu Lúcifer, da vida da Daphne lá no Inferno e do se afeto pelo irmão, Obbie. Na metade do livro, quando ela vai para a Terra, há uma mistura de romance básico e tensão, já que há uma ameaça aos demônios.

O final foi um pouco desagradável. Eu gostei de alguns acontecimentos, mas o modo como terminou foi totalmente estranho. Não sei, não gostei totalmente, mas tudo bem. Isso então estragou um pouco a minha leitura, porém de resto eu gostei de basicamente tudo. Uma leitura fácil e agradável, só não espere algo que vai mudar a sua vida completamente, dai é melhor você buscar um outro título (?).

As personagens foram agradáveis. A Daphne era muito ingênua no começo, ela não sabia como funcionava as coisas na Terra, já que nunca tinha saído do Inferno. Ela então começa a se adaptar e entender um pouco de como as coisas funcionam. Eu gostei dela, não era uma protagonista bobinha que fazia tudo o que os outros queriam. Ela foi em busca do irmão e não iria desistir de encontrá-lo por nada nesse mundo. Obbie apareceu pouco na trama, mas ele é bacana. Gostei de todo o afeto entre irmãos deles dois, bonitinho.

O Truman era o humano que tinha sido salvo pelo Obbie e que a Dap pensou que poderia ajudá-la nessa busca pelo irmão. Ele é totalmente perdido, vive bebendo e fazendo bobagens desde que sua mãe morreu. Senti pena dele em vários momentos, coitado, ele é uma boa pessoa apesar de tudo, só é muito sofrido. Tem também o Moloch, que se eu não me engano é primo da Daphne. Ele é muito divertido, gostei dele. Ajuda bastante na trajetória da protagonista, apesar dele não aparecer com tanta frequência. Então, personagens está acima da média nesse livro, que bom (?).

Resumindo: essa resenha ficou pequena, mas eu não sabia o que dizer. O livro é bom, você lê rapidamente e sem maiores problemas. O final é um tanto estranho e pode não ser o melhor livro que você já leu sobre o gênero e a capa pode não ser das melhores, mas eu realmente recomendo se você quer uma leitura mais leve e sem compromissos (?). É isso por hoje, fim.

Dias de Sangue e Estrelas - Laini Taylor.

Título: Dias de Sangue e Estrelas.
Original: Days of Blood and Sunlight.
Autora: Laini Taylor.
Editora: Intrínseca.
Nota: 2/5.

Karou, uma estudante de artes plásticas e aprendiz de um monstro, por fim encontrou as respostas que sempre buscou. Agora ela sabe quem é - e o que é. Mas, com isso, também descobriu algo que, se fosse possível, ela faria de tudo para mudar: tempos atrás Karou se apaixonou pelo inimigo, que a traiu, e por sua culpa o mundo inteiro foi punido. Na deslumbrante sequência de Feita de fumaça e osso, ela terá que decidir até onde está disposta a ir para vingar seu povo. Dias de sangue e estrelas mostra Karou e Akiva em lados opostos de uma guerra ancestral. Enquanto os quimeras, com a ajuda da garota de cabelo azul, criam um exército de monstros em uma terra distante e desértica, Akiva trava outro tipo de batalha: uma batalha por redenção... por esperança. Mas restará alguma esperança no mundo destruído pelos dois? (SKOOB)

Eu gostei tanto do primeiro livro dessa série, Feita de Fumaça e Osso, e estava curiosa para o que iria acontecer nessa continuação. Não tinha tantas expectativas já que nem sabia do que iria se tratar esse segundo livro, eu nunca sei nada. Li e acabei não gostando, infelizmente, o que já está se tornando rotineiro na minha vida literária caso você tenha lido a maioria das minhas últimas resenhas amarguradas. Vamos ao que interessa.

Essa resenha pode conter alguns spoilers do primeiro livro, então leia por sua própria conta e risco.

Neste segundo livro, Karou está no meio de uma guerra entre serafins e quimeras, na verdade os serafins praticamente já ganharam essa batalha. Mas ainda não ganharam a guerra, não se depender da Karou. Ela se vê aliada com seu antigo 'rival', Lobo Branco, e ainda ajudando-o e obedecendo as ordens dele. Será que assim ela vai conseguir reparar os erros do passado? E seu amor por Akiva, o serafin bobão, como fica? Fim da sinopse.

Foi estranho. Eu fiquei confusa e perdida no começo, mas isso pode ter ocorrido porque eu não lembrava exatamente dos ocorridos no outro livro. Falha minha. A escrita da autora é bacana e os capítulos mostram um pouco dos outros personagens e não apenas dos principais, que por sinal são dois insuportáveis. Eu achei que demorou para acontecer alguma coisa, parecia que eu estava parada na mesma parte, mas já tinha lido uns dez capítulos. O bom é que os capítulos são razoavelmente curtos e isso facilita a leitura.

O romance dos dois ainda é muito insuportável. Ainda bem que eles ficam boa parte do livro separados. Não entendo essa guerra boba. Até gosto de uma guerra básica, mas essa eu não curti. O final me deixou curiosa e creio que muitas cabeças ainda vão rolar. A trama é interessante, eu gostei do começo falando de como a Karou está e o que está fazendo; assim como o final (como eu disse) que me surpreendeu, não estava esperando por isso, admito. Porém o meio foi sem graça e fiquei boiando em algumas partes, triste história.

A Karou está mais fechada e preocupada nesse livro. Ela está se restabelecendo em seu novo cargo e tentando achar um caminho para salvar o seu povo, os quimeras - que agora estão praticamente extintos. O Lobo Branco (ou Thiago, mas eu não acho que esse seja o nome dele original, já que todo mundo tem nome estranho nesse livro e o dele é o único normal, deve ser a tradução) me pareceu bem interessante no começo, ele parecia aquele tipo de vilão que amamos odiar. Daí ele fez algo insuportável no final e eu perdi a fé nos quimeras (?). Incrível a capacidade dos autores de estragarem os personagens que eu consigo gostar. Do Akiva eu ainda não consegui gostar tanto. Ele tem bom coração e tudo mais, porém ainda o acho um tolo. Talvez ele consiga melhorar no próximo livro, quem sabe.

Tem o Ziri, personagem novo e que se torna de muita importância no final do livro. Não gosto tanto da Karou, mas admito que ela foi esperta. A Zuzana e o namorado dela aparecem e eles sim são um casal engraçado e legal. Deviam ter muito mais cenas com eles, super apoio.

Resumindo: não curti esse segundo livro, porém o final me deixou intrigada e sei que tem muito potencial para o próximo livro. Vamos esperar e ver. É isso por hoje, recomendo vocês a começar essa série e ver se gostam do segundo depois. Estou uma chata crítica esses tempos, vocês sabem disso, me ignorem. Fim.

A Sociedade Cinderela - Kay Cassidy.

Título: A Sociedade Cinderela.
Original: The Cinderella Society.
Autora: Kay Cassidy.
Editora: Galera Record.
Nota: 2/5.

Aos 16 dezesseis anos, Jess Parker se acostumou a ser invisível. Depois de mudar de escola várias vezes por conta do trabalho do pai, ela se conformou com o status de eterna garota nova. Mas agora Jess tem a chance de uma vida: um convite para participar da Sociedade Cinderela, um clube secreto das garotas mais populares da escola, onde makeovers fazem parte do pacote. Mas há mais a ser uma Cindy que apenas reinventar o visual. E Jess está prestes a descobrir. (SKOOB)


Esse livro é todo gracinha com o sapato de cristal na capa e o pink nas orelhas do livro. A sinopse da contracapa dá a impressão de que o livro é muito interessante. Porém, minha fase de 'livros-bons-mas-não-bons-o-suficiente' ainda não passou e esse livro não conseguiu escapar. Minhas últimas resenhas só estão assim, né? Triste história da minha vida literária (?).

O livro conta sobre Jess Parker, uma garota que sempre andou excluída/nas sombras porque se mudava muito e nunca podia se enturmar direito na escola. Eis então que ela recebe um convite para ser da Sociedade Cinderela, para ser uma Cindy e defender os Joviais das Malvadas e... ok, essa sinopse está horrível, mas não quero dar muitos spoilers e sair contando a história toda, porque não sei fazer essa sinopse sem spoilers, sorry.

Clichê. Esse livro me lembrou muito Meninas Malvadas, sabe? É meio bobo não o filme, este sim é divertido da primeira vez que você assisti, depois perde a graça pra mim. O propósito é bacana, as meninas da Soc são totalmente engajadas em fazer o bem para as pessoas que precisam delas e para elas mesmo - estando sempre com a autoestima boa. Mas esses nomes usados para denominar quem é quem e toda a briguinha delas foi bobo pra mim. Talvez o livro tenha sido escrito para público mais novo (to velha já), talvez minha irmã gostasse dele ou não, ele é mais crítica do que eu às vezes.

Enquanto aos detalhes técnicos, o livro é narrado em primeira pessoa, pela Jess. A letra é boa e os capítulos não são grandes, então dá para ler tranquilamente. Eu gostei do começo do livro, com ela sendo escolhida e todo o medo que sentia ao pensar que aquilo poderia ser uma brincadeira e que iriam rir dela. Eu fiquei com medo por ela, mas já adianto que tudo dá certo. Depois que ela entra na Sociedade, ficamos a parte de todas as regras e afins que elas têm. E elas são irritantes! Algumas fazem bem pra alma, como autoestima e roupas novas (??), mas tudo começou a me irritar no desenrolar da trama. Me pareceu que a Sociedade transformava as meninas em 'miss' para que elas fossem felizes. Porque elas não podem ser felizes usando roupas comuns? Isso me incomodou, nada digno, ninguém anda como uma top model 24 horas por dia! Ou você anda assim? Porque eu não ando.

As personagens são complicadas. Eu não lembro o nome de todas as Cindys e de todos os seus esconderijos e lances secretos, me perdoem. A Jess era bacana no começo. Ok, ela era meio excluída e desajeitada, mas eu gostei dela assim. Depois da Sociedade ela ficou diferente e se preocupando com umas coisas nada a ver. O bom é que ela não é tão submissa as regras da Sociedade, então isso foi bacana. Tem a Sarah Jane, uma Cindy que ajuda a Jess com as coisas. Que chata! Sério, no começo eu até a achava simpática, mas depois não aguentava mais nem ler os diálogos dela. A Lexy é a vilãzinha da trama. Ela vive tentando fazer a Jess se dar mal e isso dá certo em alguma vezes, coitada. Não foi uma vilã legal, ela estava mais para aquelas malucas estranhas. E por último tem o Ryan, o rapaz por quem Jess cai de amores. Ele divide seu tempo entre ser um sapo e depois príncipe, e por assim vai.

Resumindo: eu não curti por completo, mas teve momentos bons e algumas lições das Cindys são válidas. Se você está procurando um livro mais sério, passe longe deste; mas se quer algo mais leve, experimente e veja o que acha. Esse é o livro 01, provavelmente tem mais, eu creio, nunca sei de nada. É isso por hoje, fim.

Laços de Sangue (Bloodlines #1) - Richelle Mead.

Título: Laços de Sangue.
Original: Bloodlines.
Autora: Richelle Mead.
Editora: Seguinte.
Nota: 3,5/5.

Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger - os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável - ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono - o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade. Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie, quando os três são matriculados como irmãos no último lugar em que qualquer um procuraria a realeza dos vampiros - a Escola Preparatória Amberwood, em Palm Springs, na Califórnia. Mas entre uma pizza e outra, entre um jogo de minigolfe e uma conversa sobre garotos, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios - e proibidos - em Sydney... O problema é que além de refletir sobre suas convicções e se preocupar com o seu coração, que anda acelerando mais do que deveria, a garota terá de encarar outros inconvenientes um pouco mais graves, como as tatuagens que viraram febre entre os alunos da escola e que parecem conferir poderes sobrenaturais a quem as usa. De que ingredientes elas eram feitas? Quem estaria por trás disso? Será que havia algum alquimista traidor entre eles? Caberá a Sidney resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais. (SKOOB)

Olá galera o/ Eu sei, voltei a demorar para postar no blog, acho que sempre demoro. Esse final de ano está uma loucura na minha vida acadêmica, mas logo tem as férias ai. Enfim, vamos a resenha de hoje. Esse é o primeiro livro dessa autora super querida por várias pessoas (inclusive minha melhor amiga, espero que ela esteja lendo essa resenha) que eu li. E... não vou adiantar nada, vamos a resenha.

O livro conta sobre Sydney Sage, uma garota alquimista que não tem uma vida muito fácil. Ela deve proteger os humanos da existência dos vampiros e também tem que protegê-los se isso proteger os humanos (?). Ela é chamada para proteger a princesa Jill Dragomir de pessoas que querer matá-la, pobre coitada da nobre vampira. Mas ela acha os vampiros criaturas antinaturais e conviver dia a dia com eles pode ser bem mais complicado do que ela pensa, principalmente quando um desses vampiros é o baladeiro Adrian. E ainda tem tem que lidar com um ensino médio, coisa que ela já fez com os estudos em casa.... eu não queria ser essa menina nesse livro, coitada, eu senti dó.

Eu curti o livro, sério. Fazia algum tempo que eu não lia um livro exclusivo dos nossos colegas imaginários ou nem tanto que possuem presas e esse foi um bom livro para me relembrar o quanto eu gosto dele, apesar de todo mundo não aprová-los (?). A escrita da autora é boa e envolvente, fácil de ler. O livro é narrado em primeira pessoa pela Sydney e, graças aos deuses literários, ela não é uma personagem/mocinha ruim, na verdade ela é muito interessante. A trama é bacana e eu acabei pegando alguns spoilers básicos de Academia de Vampiros, mas isso não significa que você precisaria ter que ler essa série antes de Bloodlines. Eu entendi tudo (e algumas coisas perguntei para a minha especialista em vampiros) e gostei da história.

A trama de toda essa proteção para a princesa e das tatuagens com poderes estranhos foi o tema do livro, eu creio. Achei bem feito e adorei o fato da personagem principal ser uma humana e achar os vampiros estranhos e fora do normal, mesmo que alguns deles fossem legais. Apesar de eu achar isso tudo legal na literatura, se acontecesse ao vivo e a cores comigo, eu não sei se iria achar isso tão legal assim. Provavelmente eu sairia correndo, desmaiaria ou, se eu tivesse coragem, pediria um pouco de sangue pra fazer uns testes (?). Nunca se sabe.

Então porque não teve mais estrelinhas? Eu gostei, mas creio que estava esperando mais. Acho que foi toda a expectativa por esse ser um livro da autora e todo mundo fala super bem dela, mas eu ainda não tinha lido nada. O fato de você não dar uma nota alta para um livro é um problema de vários fatores (????). Também achei que poderia ter um pouco mais de ação, as coisas mais interessantes aconteceram bem no finalzinho e eu achei que poderia ter espalhado mais dessas cenas por todo o livro, já que os vampiros estão sempre em brigas. Mas também tem o fato de os Moroi não serem muito bons de briga, pelo menos o Adrian não gosta de sujar as mãos lindas dele com esses trabalhos braçais. Enfim, esse foi um dos defeitos que eu encontrei, mas também pode ter sido uma falha minha por conta das altas expectativas. Eu disse, um problema de vários fatores (?).

Personagens me agradaram. Eu achei a Sydney muito bacana, apesar de ela ser um tanto estranha com suas convicções e tudo mais, mas eu entendo que ela foi criada assim. Ela era muito confiante nas pessoas e tentava dar o melhor de si em tudo. Às vezes ela exagerava um pouco, porém ainda assim gostei dela. Senti pena por ela ter um pai tão babaca igual ao dela, francamente, coitada. Ela tinha tudo para ser uma protagonista chata e irritante, mas ela seguiu para o caminho certo e se livrou disso (?). Jill, a princesa, e Eddie, o guardião dela, foram bem divertidos também. No começo eu tinha minhas dúvidas enquanto a eles, admito. Depois fui vendo que as coisas não eram bem assim e gostei deles. Outra coisa que eu gostei foi que todos os personagens são um tanto misteriosos e sombrios, você acaba desconfiando de tudo e todos.

Ok, o Adrian não é tãããão sombrio. Achei ele bem mais baladeiro e divertido, adorava quando ele implicava com a Sydney - que acontece praticamente no livro todo. Eu senti pena dele no começo também e um pouco de raiva. Ele se comportava como um vampiro mimado e que não queria nada com nada. Depois eu também acabei dando o braço a torcer e passei a esperar que ela ficasse melhor. Gostei dele também, muito, assumo. Dois dos personagens de VA foram citados nesse livro, que foi a Rose e o Dimitri. Não sei como eles são em VA, já que não li a série, mas senti através desse livro que eles são dois arrogantes, não sei porque. Sério, eles são assim? Porque eu não gostei muito dessa Rose que eu imaginei através do livro, mas o Dimitri... já estou curiosa a respeito dele, sempre que eu lia o nome dele imaginava como ele era (?). Enfim, ainda preciso ler a outra série para ver se essas informações são mesmo verdadeiras.

Resumindo: eu curti a trama, adorei os vampiros, faltou um pouco de ação e vou começar a ler VA assim que possível. Eu recomendo, é claro, me diverti bastante com esse livro, tem várias partes engraçadas (pelo menos eu achei). É isso galera, nada mais a declarar, fim.

A Desconstrução de Mara Dyer - Michelle Hodkin.

Título: A Desconstrução de Mara Dyer.
Original: The Unbecoming of Mara Dyer.
Autora: Michelle Hodkin.
Editora: Galera Record.
Nota: 2/5.

Um grupo de amigos... Uma tábua ouija... Um presságio de morte. Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto... até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente pertubada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações - ou seriam premonições? - Os corpois e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la.... (SKOOB)

Eu conheci esse livro lá no Goodreads antes dele ser lançado aqui e já estava com vontade de ler. Porém, acho que a bactéria que causa a doença ‘Ressaca Literária’, cujos sintomas são: falta de animo para leitura e quando consegue ler é crítica demais para tudo, me atacou de vez. Ou não. Não consegui aproveitar essa leitura e lamentei, porque realmente queria ter gostado.

O livro conta sobre Mara Dyer, uma menina que levava uma vida normal até uma noite na qual os seus três amigos morreram. Ela estava com eles e sobreviveu, porém não te lembranças do ocorrido e nem sabe o que poderia estar fazendo naquele lugar. Para tentar recomeçar ela muda com os pais para outra cidade, mas visões acabam atormentando a pobre coitada e a fazem achar que está realmente ficando louca. Como se não bastasse isso, (uma mãe controladora e pessoas insuportáveis na nova escola) ainda tem aquele estranho menino que consegue guardar um segredo tão estranho quanto o dela. Alguma dúvida de que ela vai gostar dele? Façam suas apostas (?). Minha sinopse está estranha, mas tudo bem, sempre está.

Eu não curti #chorandorios. A narrativa é boa e a trama prometia bastante, só que ficou tudo um tanto confuso e as explicações foram tão bobas. O começo me agradou, apesar de já estar confuso, e consegui progredir sem muito pesar até o meio do livro, onde os problemas surgiram. Gostei do lance das visões e de todo o mistério acerca da noite em que os amigos dela morreram. A parte em que ela começa a descobrir o ‘poder’ estranho que ela tem também é boa e prometia bastante, porém acho que não foi bem utilizado na trama. Fiquei na esperança de que quando tudo fosse explicado ia ser demais, só que não. Achei tudo bem normal e desinteressante. Faltou mais ação e cenas impactantes. As visões deveriam ter sido melhores exploradas também, assim como os sonhos que ela começa a ter sobre a noite em que as pessoas morreram.

A explicação para o caso do menino misterioso foi totalmente sem graça, por falta de uma palavra mais adequada. Não foi o que eu esperava, nem chegou perto, o que é uma pena. Talvez eu esteja ficando cada vez mais chata para expectativas (?). Ou não.

O final é intrigante, assumo, sendo uma das coisas que me fez classificar o livro com duas estrelas. Deixou uma questão em aberto e me deixou curiosa para saber o que vai acontecer depois disso. Porém, não sei se leria a continuação, teria que ter muita força de vontade mesmo e não pegar para ler em uma época de ressaca literária. Talvez, quem sabe, toda série de livros merece uma segunda chance ou não. Também curti o lance dela fazer as coisas morrerem ao seu redor. O que também não foi bem explorado, mas tudo bem you can’t always get what you want.

As personagens foram um tanto assustadoras. Eu tinha medo da Mara com todo esse lance de morte e visões. Fora isso eu a achei meio bobona. Ela não é uma personagem muito carismática e forte. Gostei do sarcasmo dela e do quanto foi marrenta com Noah no começo, coitado. Espero que ela entenda mais de si mesma no próximo livro e corra atrás de respostas para o que aconteceu no final. O Noah era um personagem interessante no começo. Menino bad boy que dizem as más línguas que vive a quebrar o coração de meninas indefesas e depois continua com a sua vida como se nada tivesse acontecido. Gostei das cenas dele e da Mara juntos, principalmente quando estavam brigando/provocando um com o outro. Não gostei desse mistério dele, mas até que faz sentido (?). Também tem o Jamie, o amigo da Mara na nova escola e que é totalmente engraçado. Ainda vale citar os dois irmãos de Mara, Daniel e Joseph, eles são dois queridos. A mãe da Mara que está super protetora depois do acidente e o pai dela... que é pai dela, pronto (?).

Tirei os olhos de Claire e concordei, conseguindo abrir um sorriso. Claire fez o mesmo. Rachel relaxou, mas eu não. Por ela, no entanto, tentei engolir a raiva e o descontentamento conforme nos ajeitávamos para assistir o filme. Rachel colocou o DVD e apagou as velas. Seis meses depois, as duas estavam mortas” – Página 12.


Resumindo: infelizmente não consegui aproveitar a leitura e acabei não gostando muito do livro. Mas se estiver com vontade, leia, quem sabe você acaba gostando mais do que eu. É isso galera, nada mais a comentar, fim.

Cidades de Papel - John Green.

Título: Cidades de Papel.
Original: Paper Towns.
Autor: John Green.
Editora: Intrínseca.
Nota: 3/5.

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia. (SKOOB)

Sobre este livro que fala sobre pessoas e metáforas, só tenho poucas palavras a dizer antes de começar a resenha: até quando o livro do Green é ruim, ele consegue ser bom (?). Na verdade, não foi ruim, foi bom... ok, vamos a resenha.

O livro fala sobre Quentin Jacobsen, ou apenas Q. Ele é um adolescente que tem uma paixonite pela sua vizinha e colega de escola, Margo Roth Spiegelman. Seu dia estava sendo perfeitamente normal até que ela entra pela sua janela e o chama para um plano vingativo. Ele aceita e os dois vão pela noite a se aventurar. No dia seguinte, Q. vai para a escola e descobre que a enigmática garota sumiu do mapa. Ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Porém, o quanto mais ele chega perto de encontrá-la, mais percebe o quanto ela é diferente do que ele pensava.

Falei acima que este livro fala sobre pessoas e metáforas, e alguns podem concordar; outros não. Talvez você tenha achado que fale sobre buscas e seu amigo ache que fale sobre rachaduras. Mesmo que tenhamos opiniões parecidas sobre o que se trata o livro, o verdadeiro significado dele não será o mesmo para ambos. Porque eu não consigo ser você e você não consegue ser eu, por mais que sua imaginação possa tentar. Entendeu? Não? Leia o livro. Espera, eu li e nem sei se entendi o que escrevi (?).

Eu achei o livro bom. A narrativa do autor é maravilhosa e cativante, envolve o leitor (pelo menos a mim). É em primeira pessoa, feita pelo Quentin. A trama é interessante, gostei do mistério em volta da garota e das pistas que eles iam descobrindo. O que eu mais gostei foi sobre o lance de cidades de papel e todo o contexto por trás das várias metáforas que estão no livro. Fiquei pensando nisso por muito tempo depois de ter terminado o livro. Não posso contar muito sem dar spoilers, mas posso dizer que é tudo bem genial.

Por que três estrelinhas então? Bom, o livro é interessante, tem uma trama legal, um ‘moral da história’ bacana, mas não é espetacular, é só bom. O final foi o que eu menos gostei, acho que o Green tem problemas com finais de livro. Estava esperando algo mais ‘bum!’, só que não foi bem isso, infelizmente. Algumas partes são mais cansativas de ler, principalmente as partes finais, e eu não entendia o porquê de tanta procura por uma garota que o Q. mal conhece. Sério, a vida é muito curta para desperdiçá-la desse jeito (?).

As personagens não me cativaram por completo. Margo me lembrou muito a Alasca, personagem do livro ‘Quem é você, Alasca?’. Ela é enigmática e faz e fala o que bem entender. Adorei ela no começo do livro com seus planos diabólicos de vingança. Quando ela desaparece, ninguém dá a mínima, pois ela já fez isso antes e acabou voltando, mas Quentin segue as possíveis pistas que ela lhe deixou e começa a busca. Ele é bem mosca morta, sabe? Mas ele ficou muito comprometido a achar sua vizinha e saber o que tinha acontecido. Eles eram amigos na infância, mas depois se distanciaram. Ela é popular e ele é meio loser, então já viu a situação. Ele fica obcecado com isso e seus amigos, nem tanto. Ben só queria ir ao baile com uma garota bonita, não se comprometendo muito a causa. Não gostei dele, muito sem noção e bobão. Ainda tem o Radar, que ajuda muito o Q. com os lances da internet. Ele é mediador de uma enciclopédia on-line, a Omnictionary, e vive acrescentando páginas e corrigindo informações erradas. Dele eu gostei. Os pais dele têm a maior coleção de papais noéis negros. Fiquei com vontade de ir até a casa deles para ver isso.

Poderia ter me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva no mar. Mas meu milagre foi o seguinte: de todas as casas em todos os condados da Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman”.


Resumindo: é bom e divertido de se ler. Recomendo, é claro. Bom, é isso, nada mais a declarar por hoje, beijo, fim.

Inferno - Dan Brown.

Título: Inferno.
Original: Inferno.
Autor: Dan Brown.
Editora: Arqueiro.
Nota: 4/5.

Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído. (SKOOB)

Eu não sei se vocês sabem, mas eu adoro os livros do Dan Brown. Também não sei se sabem, mas tenho a mania de começar as resenhas com a palavra “eu” (?). Enfim, claro que eu tinha que ler Inferno e ver se era mais um livro top de linha dele. Adivinha? Claro que é, mas não conseguiu entrar pros meus livros favoritos dele. Sou muito exigente (???).

O livro conta sobre mais uma das aventuras de Robert Langdon. Ela acorda em um hospital com um ferimento à bala na cabeça, porém não tem ideia de como foi parar lá. Ele que é super estudado do mundo logo percebe que está em Florença e leva um choque ainda maior. Ele não se lembra de ter saído dos Estados Unidos. Na verdade ele não se lembra de nada das últimas 36 horas. No hospital tentam novamente matá-lo, mas ele consegue fugir com a ajuda da Dra. Sienna Brooks. E daí tudo começa a pegar fogo quando eles começam a seguir pistas de um cara louco pelo livro ‘A Divina Comédia’ de Dante Alighieri. Ele podia ser obcecado por qualquer uma das partes desse livro clássico, mas é claro que ele prefere o ‘Inferno’. Essa humanidade não tem mais salvação mesmo, oh céus (?).

É loucura total esse livro. Adorei essa nova aventura do Robert. A narração é em terceira pessoa, nos mostrando então as duas faces da mesma moeda (?). Os capítulos são geralmente curtos e tem sempre alguma ação acontecendo, então é impossível ler apenas um e largar o livro para outro dia. Eu adoro capítulos curtos! A trama é genial, me senti uma bobona perto de todo o conhecimento de Robert sobre o mundo das artes e todo o resto. Ele é muito fera. Gostei de saber um pouco mais sobre o livro A Divina Comédia. Na verdade, a única coisa que eu sabia era o nome das partes, sério, que vergonha de mim. O mistério é de roer as unhas, eu nunca consigo adivinhar e no final me sinto enganada. Eu me senti enganada com esse livro. Tudo o que eu acreditava desmoronou (??). O que eu mais gostei foi do tema. Não sei se isso é spoiler, mas direi mesmo assim; fala muito sobre a superpopulação do mundo. No livro, a personagem diz umas possibilidades insanas para acabar com isso, porém não tira o fato desse... fato (?). Estamos nos multiplicando igual coelho. Não tinha lido nenhum livro que tivesse esse tema e acabei gostando bastante. Eu fiquei com medo do final! Gosto de finais tensos, mas esse me assustou. Na verdade, o que mais me assustou foi perceber o quanto somos vulneráveis. Ok, não vou falar mais nada, estou soltando muitos spoilers indiretamente (?).

A única coisa que me desagradou foi o fato de algumas partes serem bem lentas e tediosas. Geralmente o meio do livro é assim. O autor fica só no aquecimento para o final. Também tem muita coisa improvável de acontecer na vida real nesse livro, mas é ficção, então tudo é possível (?).

Robert Langdon continua como sempre. Super inteligente e craque nos símbolos escondidos. Pensando bem, ele é meio mole em algumas partes, geralmente as de ação. Mas a inteligência compensa esse pequeno descuido. Nesse livro, ele precisa lidar com a perda da memória e vai correr atrás das coisas para saber o que aconteceu e porque estão querendo matá-lo. Essa trama tem muitas reviravoltas e me deixou de queixo caído. A moça da vez é a Dra. Sienna Brooks, a jovem que ajuda o Robert a fugir do hospital quando ameaçam a vida dele. Eu me surpreendi com ela, acho que foi a melhor personagem do livro. Sienna ajudou muito o Robert e tem um importante papel na trama. Gostei dela, nada mal. O vilão é um cara que acredita fazer o bem para toda a humanidade com seu projeto doentio. Ele é um gênio meio lunático, sabe? Quase todos são assim, eu acho.


Resumindo: gostei muito do livro. A trama é boa e toma proporções globais. Bem interessante, uma ótima leitura, assim como todos os livros dele. É isso, nada mais tenho a declarar, fim.

Tipo Destino - Susane Colasanti.

Título: Tipo Destino.
Original: Something like fate.
Autora: Susane Colasanti.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 4/5.
Resenha por: Juliana (a irmã).

Lani e Erin são melhores amigas, embora não tenham muito a ver uma com a outra. Lani é uma taurina tranquila e Erin é a impetuosa leonina. Uma adora Astrologia (e outras artes adivinhatórias também) e ficar em casa; a outra gosta de pessoas e baladas. Suas preferências — incluindo pizzas e meninos — são bastante diferentes, ou eram, até que Erin começou a namorar Jason… Assim que Lani conheceu o namorado de Erin, sentiu uma enorme conexão com ele. Uma sensação de que já se conheciam a vida toda. E, apesar de acreditar que ele sentia o mesmo, ela sempre soube que Jason estava fora de cogitação, afinal, ele era quem ele era! Ela decidiu ignorar seus sentimentos. Não importava o quanto quisesse ficar perto de Jason, nada a demoveria da ideia de se manter distante dele. Então, Erin viajou durante todo o verão… “Este livro me deu vontade de mudar minha vida.” THE TRUTH ABOUT BOOKS “Uma narrativa inteligente e rápida…” KIRKUS REVIEWS (SKOOB).

Olá minha cara gente o/ Como vocês estão? Então, essa resenha aqui é super especial porque foi feita por minha mais nova ajudante de blog, a Juliana (minha irmã). Ela tem um blog (aqui) e vai me ajudar com algumas resenhas, principalmente com as de livro infanto juvenil. Espero que vocês gostem dela, tenho certeza de que a Ju é bem mais legal do que eu. Vamos então ver a resenha de estreia dela? Não me responsabilizo por qualquer spoiler, prontofalei (?).

Tudo começa quando a melhor amiga da Lani, Erin, começa a namorar um tal de Jason. Lani, que é apaixonada por astrologia, acredita que tudo acontece por um acaso e que todos tem sua alma gêmea solta pelo mundo. Já Erin (que nem quase aparece no livro) é totalmente diferente. Lani começa a descobrir sentimentos ocultos por Jason. Mas como ela poderia gostar do namorado de sua melhor amiga? Que tipo de amiga seria ela? Ela, então, logo descobre que Jason, é na verdade sua alma gêmea. Lani, esta determinada a esquecer de Jason para o bem deles e de sua amizade. Até que Erin, viaja o verão inteiro, deixando os dois sozinhos.

Eu achei o enredo da história diferente, pois nunca li um livro do tipo. Porém, superei as expectativas que eu tinha sobre o livro. Eu li o outro livro da autora ‘Esperando por você’ e acabei não gostando. Então imaginei que esse seria do mesmo tipo e não é. Não diria que o livro é ótimo, mas dá para se divertir lendo ele (principalmente quando elas começam a brigar). Ele tem pouco detalhe e bastante diálogo, então deixa o livro mais rápido e fácil de ler.

A história não me encantou, mas algo nela me fez perceber as coisas um pouco diferente. Ainda não dizer o que me fez ter essa perspectiva no livro, não sei dizer o que é. Mas algo nele diz que você pode ultrapassar qualquer barreira para alcançar aquilo que você, mesmo que custe uma amizade, e não ligar para o que os outros vão dizer no final. Porque isso é o que o amor é (blablablabla).

O romance do livro não é tão bom, não me conquistou. Os personagens tinham química, mas eu não achei que eles combinavam (a.k.a eu shippava Conor e Lani). Falando em personagens, essa tal de Lani é muito molenga e medrosa. O Jason, não vou nem comentar. O Blake, que apareça mais que a menina que deveria ser principal, é gay e é super amorzinho, ocorre uma super história dele no meio do livro, muito emocionante. A Erin, aparece no começo do livro e no meio do livro ela some completamente porque ela foi viajar e no final ela dá um sinal de vida, dizendo que esses miseráveis que mentiram na cara dela vão pagar (adoro). O Conor é engraçado e eu adorei ele, foi o meu personagem preferido, apesar de ele não aparecer todo o tempo no livro.

Em si o livro é bom pra matar um tempo e para quem procura uma história mais água com açúcar, eu recomendo.


P.s: A trilha sonora deste livro (escolhida por mim) foi ‘Same Love’ do Macklemore.


Lançamentos e Novidades - Setembro/Outubro (Novo Conceito e Arqueiro).


Hey o/
Bem, espero começar a fazer esses posts de lançamento todo o mês. Sou preguiçosa, mas vou tentar. Enfim, querem ver alguns dos lançamentos para Setembro/Outubro das editoras Novo Conceito e da Arqueiro? Ou até de meses anteriores, pode ocorrer (?). Para variar estou atrasada com esse post, então vou tentar colocar as novidades dos dois meses juntos. Se quiser saber mais sobre o livro é só clicar em cima da capa e acabará no link dele lá no skoob, ok? 'Bora lá.


  • Novo Conceito



  • Arqueiro




E ai, gostaram? Qual deles vocês querem mais? Ou já compraram e leram? Me contem tudo, por favor. 

E só uma observação, hoje (10/10) é o aniversário de três anos do blog, aaaaae o/ Eu queria agradecer a todo mundo que sempre vem aqui no blog e comenta nas postagens, que acompanha tudo desde o começo. Sério, muito obrigada <3 Então é isso apenas, nada mais tenho a comentar. Beijos, fim.

Comprei e (ainda) não li: A Canção do Súcubo.



Olá, olá o/
Faz tempo que não faço essa coluna, então resolvi fazer hoje. Eu compro muitas coisas e depois acabo demorando para ler, isso é um defeito e eu assumo que estou tentando me livrar disso, porém é muito difícil. Vocês me entendem, né? Enfim, vamos ao livro de hoje.

Título: A Canção do Súcubo. 
Autora: Richelle Mead. 
Editora: Essência.
Comprado em: 04/06/2012 (segundo o Skoob).
Motivo para a compra: minha irmã ia comprar um cd e este livro estava por 9,90, dai resolvi inclui-lo na compra. Faço bastante isso também.
Porque ainda não li: porque sou preguiçosa. Eu já comecei a lê-lo, mas não senti que estava no clima para esse livro (?), então larguei e comecei outro. Então é isso, pura preguiça maldita.
Um motivo para largar minha leitura atual e correr para este: minha melhor amiga vive falando do quanto essa autora é maravilhosa e ela sempre me xinga quando percebe que eu ainda não li. Eu até tentaria ler agora, mas meu ritmo de leitura está horrível, sério.
Prometo ler até: Não farei promessas que (provavelmente) não cumprirei, então é isso. Que vergonha!

E vocês, qual livro compraram porque queriam MUITO ler, só que ainda não leram? Me contem, quero saber. Beijinhos, fim.

 
Layout de Giovana Joris