Firelight - Sophie Jordan.

Título: Firelight.
Original: Firelight.
Autora: Sophie Jordan.
Editora: Agir.
Nota: 3/5.

A jovem Jacinda é especial. Além de pertencer a uma espécie descendente de dragões cuja maior habilidade é poder alternar entre a forma humana e a animal - os draki -, ela é uma das únicas de seu clã que consegue cuspir fogo. Quando uma atitude rebelde ameaça a existência dos outros membros de sua comunidade, ela e sua família têm que fugir e viver disfarçadas entre os humanos. Na nova escola, Jacinda precisará esconder seu segredo de todos e aprender a controlar seu espírito draki, que teima em se manifestar logo na presença do belo e charmoso Will, um caçador de dragões. Os dois se apaixonam e irão fazer de tudo para que os muitos segredos e diferenças que os separam não os impeçam de viver esse amor. (SKOOB)

Paguei 10 reais nesse livro, por isso eu o comprei. Ok, eu tinha vontade de ler e a capa é toda linda, maravilhosa, então isso combinado com o preço me fez comprá-lo quando eu vi num estande aleatório lá na Bienal do ano passado. Enfim, foi o último livro de 2014 e foi até que bom.

O livro conta sobre Jacinda, uma menina que é diferente das outras. Ela é uma draki, que é uma espécie descendente de dragões. Ela tem um dom especial, é cuspidora de fogo pensei que todos os dragões fizessem isso, mas... e é protegida pelo seu clã. Porém, depois de um ato rebelde dela, sua mãe vê uma ameaça ao futuro dela e faz com que elas, e a irmã mais nova e gêmea de Jacinda, Tamra, fujam. Elas vão então viver entre os humanos, tentando se adaptar a esse novo ambiente, mesmo que isso possa custa a essência draki de Jacinda. Como se isso não fosse suficiente, ela ainda precisa sobreviver a escola e tentar controlar sua atração por Will, principalmente por saber que ele e toda sua família caçam pessoas como ela. Então, sinta-se feliz por você não estar na pele dela (?).

Eu sempre quis ler esse livro, principalmente porque falava de dragões e isso não é algo que se encontra aos montes da literatura. Bom, a narração é feita em primeira pessoa, pela Jacinda, e ela não é uma narradora/mocinha tão insuportável quanto eu achei que seria, já vi/li piores. A trama é bem interessante, tem esse lance de draki, os caçadores, o clã e todos os segredos por trás disso tudo, mas acho que poderia ter se desenvolvido de outra maneira. Começou bem o livro, só que com o passar da trama, o livro acaba se focando tanto no romance que eu achei que parou com o resto das coisas. Não é como se a autora deixasse todas as outras questões pendentes de lado, porém o romance acaba pegando uma parte imensa do livro. Quem sabe no próximo livro seja diferente.

A Jacinda adora ser uma draki, ela gosta de poder voar e ver o mundo lá de cima – quem não gostaria. Porém, depois que ela faz seu ato de rebeldia, sua mãe não lhe dá escolha a não ser partir para viver entre os humanos. E lá vão elas (?). A Jacinda é uma personagem interessante, eu gostei dela. É um pouco rebelde, mas se preocupa com a sua família e quer tentar se adaptar nesse novo ambiente, porém não é nada fácil, ela vive reclamando que o tempo quente deixa sua pele de draki horrível. É a vida (?). Ela então vê Will na escola e imediatamente o reconhece de algum lugar, não vou falar de onde, mas fica bem claro. Ele é muito misterioso no começo, não sabia se seria um mocinho bonzinho ou um mocinho vilão, sabe? (?) Porém com o passar da trama até que comecei a gostar dele, não é de todo ruim. Os primos caçadores deles também estudam na mesma escola que eles, o que deixa a protagonista sempre atenta, já que eles são mais perigosos do que o Will.

Tem o Cassian, que também é um draki e faz parte do clã, e seria o futuro marido da Jacinda já que seu pai tem uma posição de respeito entre eles e a escolheu, simples assim. A Tamra, irmão mais nova e gêmea da protagonista, é apaixonada pela Cassian, mas sabe que agora ele está ‘reservado’ para a sua irmã e isso a deixa um pouco magoada. Eu gostei dela, queria que aproveitassem mais o fato dela ser gêmea da Jacinda na trama e... ah, to imaginando a trama como se fosse uma história minha, isso sempre acontece e faz minha leitura ficar ruim. Mas quem nunca fez isso? É impossível não fazer.


Resumindo: foi uma leitura boa, porém fiquei com a impressão de que poderia ser melhor. A trama é boa e os personagens também, sem falar no final e no gancho para o próximo livro. O segundo livro chama Vanish, porém não foi lançado aqui no Brasil ainda e estou quase duvidando que será lançado. É isso por hoje, fim.

Boneca de Ossos - Holly Black.

Título: Boneca de Ossos.
Original: Doll Bones.
Autora: Holly Black.
Editora: Novo Conceito – Selo Irado.
Nota: 3/5.

POPPY, ZACH E ALICE sempre foram amigos. E desde que se conhecem por gente eles brincam de faz de conta – uma fantasia que se passa num mundo onde existem piratas e ladrões, sereias e guerreiros. Reinando soberana sobre todos esses personagens malucos está a Grande Rainha, uma boneca chinesa feita de ossos que mora em uma cristaleira. Ela costuma jogar uma terrível maldição sobre as pessoas que a contrariam. Só que os três amigos já estão grandinhos, e agora o pai de Zach quer que ele largue o faz de conta e se interesse mais pelo basquete. Como o seu pai o deixa sem escolha, Zach abandona de vez a brincadeira, mas não conta o verdadeiro motivo para as meninas. Parece que a amizade deles acabou mesmo... (SKOOB)

Essa foi uma das minhas últimas leituras de 2014 e eu já tinha começado a ler esse livro logo que ele chegou aqui em casa, porém só fui terminar a leitura de fato no final do ano. Não estava com muitas expectativas, apesar de ter visto bastante resenha positiva, e acho que isso foi bom para a minha leitura. Não foi ruim, mas...sempre tem um ‘mas’.

O livro conta sobre três amigos que criam histórias de aventura para seus bonecos, com piratas e até mesmo uma Grande Rainha, uma boneca que fica na estante de uma das garotas. O pai de Zach acha que ele já está muito grandinho para ficar brincando com os bonecos, fazendo com que o menino largue a brincadeira. Porém, em uma noite, Alice e Poppy aparecem em sua casa e contam que eles precisam partir em uma jornada para enterrar a boneca que eles chamam de Grande Rainha. A menina conta que o fantasma da criança cujos ossos estão de algum modo na boneco, apareceu para ela e a alertou que algo ruim pode acontecer caso eles não façam isso. Zach e Alice, apesar de desconfiarem da amiga, partem nessa aventura juntos com Poppy. E o resto é história (?).

Esse livro é bem diferente do que eu imaginava, bem esquisito. A narração é em terceira pessoa, porém se concentra mais no Zach, que é o único menino do trio. A trama até que é bem interessante, tem algumas partes mais sobrenaturais, principalmente no que diz respeito a boneca, o que só aumentou a minha possível paranoia em relação as bonecas. Medo. Enfim, em alguns momentos achei que certas coisas ficam forçadas, mas no geral foi satisfatório, olha que palavra bonita (?). Então sim, foi diferente do que eu estava esperando, tem pontos que fizeram a minha leitura ficar cansativa, porém no geral foi um livro até que bom. É curtinho e ainda tem ilustrações bonitas que dão um charme ao livro, além de retratar certas partes da trama.

Outra coisa que eu gostei, foi das brincadeiras das crianças e do mundo que eles criaram para seus bonecos. Que crianças criativas, que inveja (?). Sério, a Holly Black poderia escrever um livro com essas histórias criadas a partir das brincadeiras deles, tem tantos detalhes e aventuras, muito legal. O que eu não acabei gostando muito foi o final, achei um pouco vago, poderia ter sido melhor. Estava esperando alguma coisa diferente, como sempre estou, tenho que parar de ficar esperando as coisas em livros, nunca acaba bem.

As crianças têm personalidades bem distintas. A Poppy é uma mandona e chata, simples assim. Ela que tem a boneca em questão, a Rainha, e convence os amigos de que a boneca precisa ser enterrada onde o fantasma da menina está lhe indicando. A Alice é a mais sensata, está sempre a pensar nos detalhes e não quer continuar com essa jornada por muito tempo, principalmente porque a avó vai deixá-la de castigo para sempre ao descobrir que ela fugiu com seus amigos. Zach é o mais tranquilo dos três, está sempre tentando agradar as duas partes. Gostei dele. A trama da menina e da boneca é um pouco assustadora, verdade, e ficou muito boa no livro.


Resumindo: apesar de alguns pontos não terem me agradado tanto, eu achei o livro bom, então mereceu três estrelinhas (que indica bom, eu creio). Recomendo sim, é um livro infantojuvenil e tem toda essa trama assustadora, bem legal. É isso por hoje queridos e queridas, fim.

[LANÇAMENTOS] Janeiro - 2015.


O ano mal começou e as editoras já estão com vários títulos muito bons, o que nos deixa com vontade de ter todos na nossa estante, não é verdade? Enfim, aqui estão alguns dos lançamentos desse mês, vamos conferir.





Esses são alguns dos títulos lançados esse mês. E aí, gostaram? Qual já leram? Qual estão querendo mais? Me contem. Fim.

Um Passo em Falso - Harlan Coben.

Título: Um Passo em Falso.
Original: One False Move.
Autor: Harlan Coben.
Editora: Arqueiro.
Nota: 4/5.

Ainda jovem, Myron Bolitar contou com a ajuda do treinador Horace Slaughter para começar a jogar basquete. O relacionamento dos dois era como o de pai e filho, mas com o tempo eles perderam contato e Myron abandonou o esporte. Dez anos depois de ver Horace pela última vez, Myron conhece Brenda, filha do antigo amigo e uma bela estrela do basquete. Trabalhando como agente de atletas, ele poderá fechar um contrato valioso com a jogadora se descobrir o paradeiro de Horace, que sumiu repentinamente após agredi-la. Desde então, Brenda começou a receber ameaças por telefone e a ser seguida. Myron não acredita na culpa do amigo e resiste a ser guarda-costas da moça, mas acaba cedendo. Determinada a não fazer papel de donzela indefesa, Brenda provoca uma atração irresistível em Myron, que vive um relacionamento amoroso debilitado. Porém, existe entre eles um abismo de corrupção e mentiras, além de segredos pelos quais muitos arriscariam a vida. Mesmo contra o bom senso, Myron segue investigando o caso. Disposto a conquistar o coração de Brenda, ele está ciente de que um passo em falso pode acabar matando os dois. (SKOOB)

Esse foi o terceiro livro do Harlan que eu li e agora sei que preciso de todos os outros dele na minha estante, de preferência para ontem. Esse foi o penúltimo livro que li em 2014 e serviu para fechar o meu ano de uma forma muito bacana. Adorei o livro, pronto, acabou (?).

O livro conta sobre Brenda, uma jogadora de basquete que foi abandonada pela mãe quando pequena e, recentemente, seu pai, Horace, desapareceu. Ela então vai contar com a ajuda de Myron Bolitar, que quando jogava basquete conhecia o pai de Brenda. Eles vão começar a procurar pistas sobre o desaparecimento de Horace, mas acabam se deparando com alguns fatos antigos da mãe da menina, olha que tenso. Porém, há muitos perigos pela frente e eles vão precisar de muita sorte para continuar vivos.

Muito bom esse livro, de verdade. Ainda não tinha lido nenhum dos livros do Harlan com esse ‘detetive’, o Myron, e adorei ele e todos seus parceiros de investigação. O livro é narrado em terceira pessoa e a trama é muito boa. Tem um pouco sobre o mundo dos esportes, políticos corruptos, mafiosos e toda essa coisa doida ai, o que deu uma boa combinação para o livro. Adorei o modo como tudo foi se interligando no final e fiquei surpresa com a revelação dos mistérios, principalmente da pessoa que estava por trás de tudo. Fiquei chocada, não iria imaginar que fosse isso, mas eu não sou uma boa investigadora, então ta bom (?). Os acontecimentos finais são tão impactantes, nossa, tudo me surpreendeu na parte final, o que é exatamente o que eu sempre espero de um romance policial. Nem todos são assim, então estou realmente agradecida por esse livro.

Claro, teve algumas partes do livro que foram um pouco lentas, daí isso interfere um pouco. Acho que todos os livros policiais têm essa parte onde as coisas diminuem um pouco o ritmo, pra depois voltar com tudo, mas enfim. De resto foi tudo tão bom, eu realmente não sei por que não li mais livros desse autor, estou tão chocada por mim mesma, preciso resolver essa questão esse ano.

Os personagens são todos intrigantes. O Myron é um ex-jogador de basquete que trabalha como representante de alguns jogadores e também faz papel de investigador. Mil e uma utilidades. Ele não é o personagem mais carismático, mas gostei dele e de toda sua trama. Já quero todos os livros do Harlan com o Myron como principal. A Brenda eu já achei bem chata, tadinha. Sua mãe a abandona e agora seu pai desaparece, não é fácil, mas meus sentimentos pelas perdas dela não foram o suficiente para me fazer gostar dela. Claro que tem toda aquela atração entre ela e o Myron, apesar de ele já ter uma namorada e do relacionamento deles não ir tão bem. Tem também o Win, que é o amigo do Myron e está sempre a resgatá-lo das situações mais perigosas, digamos assim. Ele foi o personagem que eu mais gostei.


Resumindo: foi uma leitura muito boa, cheia de reviravoltas, intrigas e perigos. Um ótimo romance policial, recomendo sim, leiam agora. É isso por hoje, nada mais a acrescentar, fim.

Felizes para Sempre (Quarteto de Noivas #4) - Nora Roberts.

Título: Felizes para Sempre (Quarteto de Noivas #4).
Original: Happy Ever After.
Autora: Nora Roberts.
Editora: Arqueiro.
Nota: 3/5.

Em Felizes para sempre, último livro da série Quarteto de Noivas, você vai descobrir que o amor não avisa que está a caminho e, quando chega, vira seu mundo de cabeça para baixo. Parker Brown sabe que subir ao altar é um dos momentos mais extraordinários na vida de um casal. Por isso ela administra a Votos a bem-sucedida empresa de organização de casamentos que fundou com suas três melhores amigas com pulso firme e muita dedicação. Seu dia de trabalho começa cedo às vezes de madrugada, quando alguma noiva ansiosa lhe telefona aos prantos. Mas ela não se importa. Cada vez que ajuda uma mulher a escolher o vestido perfeito para o grande dia ou vê o sorriso nervoso e feliz de um noivo no altar, ela sente que está dando sua contribuição para uma história igual à de seus pais. Porém a rica, linda e inteligente Parker também quer ser feliz no amor. Só que, em vez do intelectual sensível que sempre esteve em seus planos, parece que o destino lhe reservou uma surpresa. Malcolm Kavanaugh é um mecânico de automóveis e ex-dublê de filmes de ação. Amigo do irmão de Parker, ele não tem vergonha de elogiar as belas pernas da moça e, com suas mãos ásperas, faz com que a empresária certinha e controladora simplesmente perca o chão. Agora eles vão descobrir que, mesmo com suas diferenças, podem completar um ao outro. E quem disse que o príncipe encantado não pode chegar numa Harley-Davidson? (SKOOB)

Olá pessoas lindas e maravilhosas que estão lendo esse post. Esse é o primeiro post de 2015 aqui no blog e sim, deveria ter saído antes, mas eu pensei em tirar umas férias curtinhas para poder ler mais e preparar mais posts antes de voltar com a programação normal aqui no blog. Enfim, vou começar esse ano com a resenha de um livro da Nora Roberts, e por sinal é o primeiro livro que eu leio dela. Vamos lá.

O último livro da série Quarteto de Noivas conta sobre Parker Brown, a administradora da Votos, que é uma empresa de organização de casamentos que fundou junto com suas três melhores amigas. Ela está sempre trabalhando, resolvendo os pepinos que as noivas deixam nas mãos dela, escolher o vestido de noiva perfeito e todos os outros detalhes para fazer com o dia do casamento das pessoas seja inesquecível. Super feliz no trabalho, mas no amor nem tanto assim. Até, é claro, que o destino resolve aprontar com ela e lhe dá Malcolm Kavanaugh, que é um mecânico e vive dando em cima da moça. Ele parece ser totalmente o oposto dela, mas como todo mundo diz que os opostos se atraem, a Nora Roberts resolveu investir nisso. E é isso, que linda sinopse, estou orgulhosa de mim (?).

Não, eu não li os três primeiros livros dessa série e esse fato não atrapalhou a minha leitura. Lindo. As tramas parecem ser bem fechadas, então pouca coisa de um acaba aparecendo nos outros livros. Eu não me importei e minha leitura foi muito bem, obrigada. Enfim, vamos ao que eu achei do livro. Eu nunca tinha lido nada da Nora Roberts e todo mundo sempre diz o quanto os livros dela são bons, porém não sou muito chegada em romances, então sempre fiquei com um pé atrás em relação à ela. Resolvi dar uma chance a esse livro e acabei gostando, mais do que eu esperava até, o que foi muito bom. A narração é em terceira pessoa e a trama é bem clichê, você sabe o que vai acontecer no final, ta tudo na cara, só que você quer saber a estrada até esse final esperado e mesmo assim continua lendo. Eu gostei da trama, gostei do casal principal e dessa história toda das amigas com a empresa de casamento. Elas são bem unidas, cada um tem sua participação na empresa e gostei disso, ficou muito bom.

Ok, apesar de achar tudo isso muito bom, eu ficava meio entediada quando elas falavam sem parar do casamento de fulano, das coisas que estavam prontas, do que precisava fazer e blábláblá. Sabe, parecia não ser sempre necessário que isso estivesse lá, mas eu sabia que era necessário já que elas tem uma empresa de casamento, então falar sobre os casamentos e tudo mais no livro faz total sentido. Mas nem a consciência disso me fez gostar mais dessas partes, o que é bem triste, mas não atrapalhou muito a minha leitura, o que é bem legal.

O casal principal foi bom, eu gostei deles. A Parker é aquela pessoa toda certinha, tem horários para tudo, está sempre a serviço da sua empresa e quando Malcolm chega, ele interrompe toda esse cronograma que ela se impunha sempre, fazendo com que ela fique fora da sua zona de conforto. Era sempre muito bom ver como ele conseguia desestabilizar ela, pobre coitada. A gente se diverte com a desgraça nem tão desgraça assim já que ela gostava dos personagens, pimenta nos olhos dos outros é refresco, ou qualquer ditado que diga a mesma coisa. Gostei da Parker, apesar de achar que ela se doía por qualquer coisa, mas tudo bem. O Malcolm tem todo aquele estilo bad boy que as protagonistas amam, sabe? Eu gostei dele, achei a trama dele boa e tudo foi se desenvolvendo ao passar das páginas. Gostei dos dois juntos, meio que se completaram. Nossa, acho que nunca falei/digitei isso numa resenha, mas tudo bem.

As outras amigas dela aparecem nesse livro também, claro. Todas já estão de casamento marcado porque já tiveram suas tramas contadas nos outros livros. Queria falar delas, mas acho que vou deixar para as resenhas dos seus respectivos livros, caso algum dia eu chegue a ler todos. Eu tenho o primeiro aqui em casa, que é Álbum de Casamento e agora estou com mais vontade de ler. Tem a Sra. Grady, que é a governanta ou algo assim da casa onde elas fazem os casamentos e na qual a Parker mora. Ela é um doce e era sempre muito engraçado ver seus diálogos com o Malcolm.


Resumindo: algumas partes do livro tornaram a minha leitura mais lenta e me lembraram porque não leio tantos romances, mas no geral o livro foi bom e divertido, então estou feliz por essa ter sido a minha primeira leitura da Nora Roberts. É isso pessoas, recomendo, fim.

Retrospectiva Literária 2014


Olá.
Mais um ano está se passando, gente, que rápido. Enfim, o ano passado eu fiz esse mesmo post e comentei o quanto as leituras tinham sido ruins. Esse ano mudou e eu tive boas leituras, então já me sinto satisfeita com o mundo literário. Essa retrospectiva literária é realizada pelo blog Pensamento Tangencial :) Vamos lá?

1- A aventura que me tirou o fôlego.
Não sei direito se pode classificá-lo como aventura, mas agora já classifiquei, foi O Desafio de Ferro da Cassandra Clare e Holly Black. O livro foi incrível, não estava esperando gostar tanto quanto eu gostei.

2- O terror que me deixou sem dormir.
Nada foi tão assustador a ponto de não me deixar dormir, mas eu fiquei com um pouco de medo de Psicose. Durante a leitura, parecia que tudo fazia um barulho sinistro e me assustava. Medo.

3- O suspense mais eletrizante.
Seis Anos Depois do Harlan Coben. Gente, que livro incrível, não consegui largar enquanto não terminei de ler. Muito bom, todo mundo deveria ler, sério.

4- O romance que me fez suspirar.
Twittando o Amor. Ah que lindo mais lindo. Eu ainda não fiz resenha porque não consegui encontrar palavras pra descrever o que esse livro causou em mim, mas acredito que ainda vou fazer, esperem e verão.

5- A saga que me conquistou.
Os Instrumentos Mortais. Li apenas o primeiro livro por enquanto, mas já estou conquistada, nem preciso falar mais nada, incrível.

6- O clássico que me marcou.
O único que eu li esse ano, O Grande Gatsby. Nossa, fiquei tão deprimente depois desse livro, ele é tão incrível e... ah, vocês precisam ler pra saber o que eu estou falando. É incrível.

7- O livro que me fez refletir.
O Doador de Memórias. Não gostei tanto do livro quanto eu estava esperando, porém me peguei refletindo sobre vários pontos da trama durante a leitura e até depois dela. Isso é bom.

8- O livro que me fez rir.
Não me lembro de um livro que tenha me feito rir bastante, minha memória ta curta. Dos últimos que eu li, eu dei umas pequenas risadas com Twittando o Amor.

9- O livro que me fez chorar.
Mentirosos. Sim, meus olhos ficaram cheio de lágrimas, mas não chorei exatamente. Entretanto foi o livro com o qual eu mais me emocionei e partiu um pouco meu coração. Coisa básica (?). Twittando o Amor também me deixou com lágrimas nos olhos <3

10- O livro de fantasia que me encantou.
Eu já disse que não sou boa pra definir esses gêneros literários, eu faço da minha maneira, meio aleatório (?). Acho que foi Cidade dos Ossos, conta como fantasia? Agora vai contar. Enfim, esse livro foi simplesmente fantástico, estou apaixonada e de coração partido até agora.

11- O livro que me decepcionou.
A Esperança. Essa foi a decepção mais marcante do meu ano. Estava esperando que seria um ótimo livro, porém não foi muito bem isso que acabei encontrando. Meu favorito da trilogia é Em Chamas.

12- O livro que me surpreendeu.
E pela quarta vez nesse post vou citar esse livro: Twittando o Amor. Eu não dava nada pelo livro, a capa nem é tão interessante, mas acabei me surpreendendo de uma forma tão positiva que acho que ele marcou meu ano.

13- O thriller psicológico que me arrepiou.
Reconstruindo Amelia, com certeza. Me fez pensar o quanto a gente acha que conhece uma pessoa que tanto amamos e sempre estamos juntos. Bem tenso.

14- O livro mais criativo e O melhor HQ.
Difícil essa pergunta, eu não me lembro de ter lido algo que se destacou na criatividade, então é isso. Não li muitas HQ, então também não vou me arriscar nessa pergunta.

15- O infanto-juvenil que se superou.
Caçadores de Tesouros do James Patterson. Ele foi lançado pelo selo Irado e tem capa dura, lindíssima, repleto de ilustrações. Não estava dando muito pelo livro e no final acabei gostando bastante.

16- O livro que mudou a minha forma de ver o mundo.
Superação do Nick Vujicic. É tão repleto de felicidade e lições de vida o livro, que durante a leitura vi o mundo de uma forma diferente. Muito bacana.

17- A capa mais bonita.
Enfeitiçadas, com certeza. É o primeiro livro das Crônicas das Irmãs Bruxas (se eu não me engano é esse o nome) e a capa é incrível. A capa do segundo também é muito linda.

18- O livro que li em um dia.
Uma chance para Recomeçar da Lisa Kleypas. Foi em uma tarde, peguei o livro para ler e quando vi já tinha terminado. Ele é fininho e a trama é tão bacana, então foi fácil e rápido de ler.

19- O primeiro livro que li no ano.
Foi Em Chamas. Comecei o ano bem até, eu gostei bastante desse livro, fiquei com raiva do final, mas foi uma boa leitura. O único livro que me atraiu da trilogia foi ele.

20- O último livro que terminei.
Bom, até o momento que estou escrevendo esse post, foi Um Passo em Falso do Harlan Coben, que eu simplesmente amei.

21- O livro que abandonei.
A Filha do Sangue. Triste, mas não consegui terminar esse livro e acabei por abandoná-lo. Uma pena, eu realmente queria ter gostado dele.

22- O livro que li por indicação.
A Namorada do meu Amigo da Graciela Mayrink. Uma blogueira me indicou e eu coloquei ele na minha lista. Adorei o livro.

23- A frase que não saiu da minha cabeça.
Mãe, o forninho caiu! Acho que não teve uma frase tão impactante a ponto de não sair da minha cabeça.

24- O (a) personagem do ano.
Jace de Cidade dos Ossos <3 Ainda estou apaixonada por ele, difícil superar essas paixões literárias, simplesmente acontecem.

25- O casal perfeito.
Acho que não teve um casal perfeito esse ano, mas eu gostei bastante do Jace e da Clare, serve?

26- O (a) autor (a) revelação.
Acho que foi Harlan Coben, apesar dele já ser bem conhecido, eu tinha lido apenas um livro dele. Esse ano li dois e simplesmente adorei ambos, então ele foi uma revelação pra mim, ok? É isso.

27- O melhor livro nacional.
As Bruxas de Oxford da Larissa Siriani, com certeza. Esse livro foi tão bom, gente, agora estou lembrando que preciso ler o segundo em 2015. Torcendo para ser tão bom quanto o primeiro.

28- O melhor livro que li em 2014.
Ah que pergunta difícil! Pode ser dois? Cidade dos Ossos e Mentirosos.

29- Li em 2014.... livros.
Eu li 66 livros em 2014. Minha meta era de 70 e infelizmente não consegui alcançar. Mas ta bom.

30- Li em 2014... páginas.
Não faço a mínima ideia. Foram muitas, disso tenho certeza.

31- Comprei em 2014... livros.
Gente, que pergunta difícil. Não tenho o número exato, mas deve ter sido por volta de 25 a 30 livros. Muitos.

32- A minha meta literária para 2015 é:
60 livros, tá bom? É meu último ano na faculdade, dai tem TCC, estágio, toda aquela correria pra poder terminar tudo da melhor forma possível e conseguir me formar, então talvez não tenha tanto tempo para as leituras quanto eu queria, mas vou fazer o melhor que eu conseguir.

É isso galera, último post do ano. Quero agradecer a todo mundo que comentou, passou por aqui ou participou das promoções esse ano, muito obrigada, sou imensamente grata por não abandonarem meu pequeno blog. Desejo a todos um 2015 repleto de coisas boas, leituras melhores ainda e momentos inesquecíveis. É isso pessoal, Feliz Ano Novo. Encerrando a transmissão, fim.

Calafrio - Maggie Stiefvater.

Título: Calafrio.
Original: Shiver.
Autora: Maggie Stiefvater.
Editora: Agir.
Nota: 4/5.

Quando chega o inverno, Grace é atraída pela presença familiar dos lobos que vivem no bosque atrás de sua casa. Ela espera ansiosamente pelo frio desde que fitou pela primeira vez os profundos olhos amarelos de um dos lobos e sobreviveu ao ataque de uma alcateia. Esses mesmos olhos brilhantes ela encontraria mais tarde em Sam, um rapaz que cresceu vivendo duas vidas - uma normal, sob o sol, e outra no inverno, quando vestia a pele do animal feroz que, certa vez, encontrou aquela garota sem medo. Tudo o que Sam deseja é que Grace o reconheça em sua forma humana, e para isso bastaria que trocassem um único olhar. Mas o tempo de Sam está acabando. Ele não sabe até quando manterá a dupla aparência e quando se tornará um lobo para sempre. Enquanto buscam uma maneira de para torná-lo humano para sempre, têm de enfrentar a incompreensão da cidade, que vê nos lobos um perigo a ser combatido. (SKOOB)

Eu não gosto muito de toda a mitologia de lobos e não sei o motivo disso até hoje. Porém, eu tinha tanta vontade de ler esse livro que acabei dando uma oportunidade e pedi emprestado de uma amiga. Ainda bem que fiz isso, o livro é de fato muito bom mesmo tendo toda a mitologia de lobos como ponto central.

O livro conta sobre Grace, uma menina de 17 anos que há seis anos foi levada por um bando de lobos até uma floresta, onde eles quase a mataram, coitada. Porém, um lobo de olhos amarelos conseguiu salvá-la e a menina foi resgatada. Desde então, Grace vive admirada pelos lobos, principalmente pelo seu lobo, como ela chama o lobo de olhos amarelos que a salvou. Eis então que, nos dias presentes, um garoto da escola dela é assassinado pelos lobos e isso faz com que a cidade inteira comece a se revoltar contra eles. Alguns moradores se reúnem para ir caçar esses lobos e Grace infelizmente não consegue impedi-los. Entretanto, ao voltar pra casa se depara com um garoto nu e ferido, e ao fitar seus olhos amarelos, percebe que está diante da forma humano do seu lobo. Ah, daí o resto é história, vocês já sabem.

Não estava esperando gostar tanto quanto gostei, admito. Pensei que o fato de ser sobre lobos poderia dificultar a minha leitura, porém foi muito divertida e interessante. É narrada em primeira pessoa, sendo intercalada entre as narrações da Grace e do Sam. Tem uma escrita muito bonita e a trama é incrível. Talvez eu passe a gostar um pouco mais de lobos agora, estou avaliando ainda a possibilidade, informo vocês caso tenha alguma atualização (?). Gostei de como a autora colocou a mitologia dos lobos, as transformações deles e ainda acrescentou uma coisa ou outra para complicar o livro e deixar a gente com o coração apertado, torcendo pra tudo dar certo.

Assumo que na metade da leitura eu fiquei um pouco entediada, parecia que não acontecia muita coisa, só o romance estava se desenvolvendo e achava que não ia acontecer mais nada. Daí nas páginas finais as coisas foram ficando boas de novo e eu gostei muito do final, estou ansiosa para a leitura do segundo livro, espero que seja ainda melhor. O romance é tão lindo, eu simplesmente amei o casal. Eles são românticos e fofos, mas não tem todo aquele mimimi que eu odeio em casais dessas trilogias ou séries. Eu gostei.

A Grace é uma protagonista muito boa, sem toda aquela baboseira, ela vai atrás das coisas. Gostei muito dela. No começo, ela vai falando dos lobos, nos fazendo conhecer cada um deles, em especial o lobo que a salvou, que acho que já está bem claro pra todo mundo que foi o Sam, óbvio. Acho que se eu morasse na cidade dela, tivesse quase sido morta pelos lobos, eu iria é morrer de medo deles e não ficar admirada. Esse é só um dos motivos pelo qual eu não seria uma boa protagonista de livro/série/qualquercoisa, porque tenho toda essa paranoia. Voltando à Grace, ela tem essa admiração toda pelos lobos e nem mesmo suas amigas entendem muito isso. Quando ela encontra Sam caído e machucado na sua porta, sabe imediatamente que ele é seu lobo, devido aos olhos amarelos que permanecem com ele mesmo quando se transforma em humano. O Sam é uma graça, mas ele acaba sendo um pouco cheio de mimimi às vezes e isso me irritou vez ou outra. No geral foi um mocinho muito querido. Eu adorei o casal, então isso já é um ponto mega positivo pro livro. Pelo menos no meu casal, já que é difícil gostar dos casais – apesar disso estar sendo mais frequente nas minhas leituras atuais. Os pais da Grace quase nunca estão em casa e é até difícil eles aparecem em várias cenas, tanto que o Sam passa tanto tempo na casa dela e seus pais nem percebem nada.

Ainda tem alguns lobos que são amiguinhos (ou não) do Sam, mas eu não vou falar muito deles porque isso só vai importar mais pra frente na trama e não quero spoilers aqui. A Isabel, que é a irmã do menino que foi assassinato pelos lobos, o Jack. Ela é completamente insuportável no começo, mas depois vai ficando mais simpática ao longo da trama. Ela é uma das minhas personagens preferidas. Olívia é uma das amigas da Grace e ela também é uma graça, porém não aparece tanto na trama, o que não a faz ser menos importante. Enfim, creio que são esses os personagens.


Resumindo: adorei o livro, a trama é muito interessante e estou curiosa para saber o que vai acontecer nos próximos livros. Calafrio é o primeiro livro da trilogia Os Lobos de Mercy Falls. É isso por hoje, super recomendo o livro. Fim.

 
Layout de Giovana Joris