The 100: Os Escolhidos - Kass Morgan.

Título: The 100 – Os Escolhidos.
Original: The 100.
Autora: Kass Morgan.
Editora: Galera Record.
Nota: 2.5/5.0

Desde a terrível guerra nuclear que assolou a Terra, a humanidade passou a viver em espaçonaves a milhares de quilômetros de seu planeta natal. Mas com uma população em crescimento e recursos se tornando escassos, governantes sabem que devem encontrar uma solução. Cem delinquentes juvenis — considerados gastos inúteis para a sociedade restrita — serão mandados em uma missão extremamente perigosa: recolonizar a Terra. Essa poderá ser a segunda chance da vida deles... ou uma missão suicida. (SKOOB)

Assumo que estava um tanto animada para esse livro, já que parecia meio apocalíptico e imaginei mil e uma coisas que poderiam acontecer quando os cem fossem enviados para a Terra e... bom, não aconteceu tudo o que eu imaginei, é claro. Mas uma coisa eu aprendi com esse livro, não importa quantos anos se passe, a humanidade ainda vai continuar fazendo as mesmas burradas de sempre. Impressionante (?).

O livro se passa em um futuro tão tão distante. A Terra não é mais habitada desde a guerra nuclear que a devastou e encheu nosso planeta com radiação e afins. Então, as pessoas estão agora morando em espaçonaves bem distantes da Terra a fim de poder sobreviver e perpetuar para todo o sempre. Ninguém nunca voltou para o planeta, mas agora cem delinquentes juvenis foram escolhidos num jogo de pedra-papel-tesoura mentira essa parte para irem até o planeta e verem se está pronto para voltar a ser habitado. Tiraram a sorte grande, que pessoas sortudas indo nessa missão praticamente suicida. É isso que tem pra hoje na sessão sinopse, vamos pro próximo parágrafo.

Então, eu gostei do começo do livro. A trama é boa, tem um pouco de ficção científica com apocalipse e distopia (?), não consegui encaixar em uma categoria apenas. A escrita é boa, narrado em terceira pessoa e cada capítulo mostra a visão de um dos quatro protagonistas (Clarke, Wells, Glass e o Bellamy). Nos capítulos ainda tem um flashback de cada um para mostrar como era a vida deles antes e como chegaram até onde estão. Gostei disso, gostei de verdade. Daí então veio o problema: muito enfoque nos personagens e na vida amorosa deles, e pouco em todo o cenário apocalíptico ou então no dia a dia da nave (já que a Glass está na nave). Eu gosto de romance gente, não achem que eu tenho um coração peludo (?) talvez um pouco, mas chega uma hora que é demais e eu não agüentava mais todo o mimimi deles. Então isso deixou a desejar e infelizmente não consegui curtir o livro tanto quanto eu queria.

Também achei que poderia ter tido mais cenas de ação. Todo o tempo que mostra o pessoal na Terra eles estão no mesmo lugar! Ok, tem um pessoal ferido e eles precisam cuidar deles, mas pelo amor, manda alguém ir vasculhar o local, faz um negócio decente. Isso me dava nos nervos. Humanos muito acomodados depois de ficarem tanto tempo longe da Terra. Não teve um aprofundamento tão grande nessa parte quanto poderia ter tido, infelizmente.

O final foi um pouco revigorante e me fez ter um tantinho de fé de que o próximo livro talvez tenha uma abordagem melhor. Mas, sabe como é, melhor evitar ficar com esperanças demais, isso nunca é bom. Então pelo menos o final foi bom.

Os cem escolhidos para irem até a Terra eram jovens que estavam presos e que logo poderiam ser perdoados, ficando livre, ou então morreriam. Acho que todo mundo deve saber que o governo estava muito mais propenso para a segunda opção, né? Clarke foi presa por traição, mas de cara não sabemos o porque disse e nem como isso está relacionado ao se ódio por Wells, que era seu namoradinho antes. Ela é uma personagem forte, porém também é explosiva e bipolar. Não deveria ter sido a protagonista no meu ponto de vista, a Glass é melhor do que ela, prontofalei. O Wells é filho do todo poderoso lá da nave e acaba indo para essa expedição no último minuto, quando descobriu que Clarke estava lá e que essa poderia ser a chance dele reconquistá-la. Que lindo, né? Mas ele precisa ralar muito, já que ela não está nada propicia a dar essa segunda chance. Eu gostei dele, só o acho muito mandão, entretanto isso foi bom para colocar a ordem nas coisas vezes ou outras. Imagina um bando de jovens largados sozinhos da Terra gente, confusão na certa.

Bellamy é outro que acaba por entrar nos últimos minutos, literalmente dessa vez, para proteger sua irmã que está entre os escolhidos. Ele é duro na queda, um dos únicos que tem coragem o suficiente para mostrar seus instintos de sobrevivência. Só que apesar de tudo, eu não gostei dele e nem do triângulo amoroso que ele se envolveu. Não fazem triângulos amorosos como antigamente (?), triste. Glass, diferentemente dos outros, acaba por escapar antes da partida para a Terra e ficando assim na nave. Eu gostei dela, foi a única, aleluia. Achei a trama dela mais interessante, apesar de ir se enfraquecendo e daí no final ficando boa de novo. A autora poderia dar mais enfoque na parte dela no próximo livro.


Resumindo: gostei do livro na medida do possível, mas muitas partes me decepcionaram e me fizeram acreditar que poderia ter sido melhor. Apesar disso, eu recomendo. Ainda não assisti a série de tv com o mesmo nome que foi inspirada no livro, então não posso comparar, infelizmente. Adoro comparações. Se eu não me engano The 100 é uma trilogia, então podemos ai esperar mais dois livros e torcer pelo melhor. É isso por hoje, the end.

Fazendo meu Filme #3: O Roteiro Inesperado de Fani - Paula Pimenta.

Título: Fazendo meu Filme.
Autora: Paula Pimenta.
Editora: Gutenberg.
Nota: 3/5.
Resenha por: Juliana (a irmã).

"Um turbilhão de sentimentos e emoções. Assim podemos definir o terceiro volume de Fazendo meu filme. No mais intenso livro da consagrada série, Fani, agora com dezoito anos, volta da terra da rainha mais segura, mais madura, e logo se dá conta de que já não é mais a mesma menina que viajou para a Inglaterra, cheia de anseios e temores. Agora, as expectativas estão voltadas para o vestibular e o tão sonhado namoro com Leo. Mas, como em um bom filme, sua vida é cheia de surpresas, alegrias, decepções e conflitos. Estefânia Castelino Belluz terá de fazer escolhas difíceis e corajosas. Seja em confusões no namoro, nas dúvidas do vestibular, nas relações com a família ou com as amigas, Fani passa por várias novas experiências e continua a fazer o seu filme, por caminhos às vezes cheios de romance e felicidade, às vezes duros e nebulosos. A envolvente série, que já conquistou milhares de leitores e leitoras em todo o Brasil, promete, neste terceiro livro, muito mais emoções. E o comovente filme de Fani continua a ser escrito..." (SKOOB)

No 3° livro da série “Fazendo Meu Filme”, Fani volta para sua casa depois de ficar um ano fora fazendo intercâmbio na terra da rainha. O vestibular está chegando e a emoção de Fani para conseguir sua faculdade dos sonhos aumenta. Mas, no coração dela tem alguém mais importante, o Leo, seu melhor (namorado) amigo, porém quando tudo parece estar indo bem, ela acaba descobrindo que uma parte da Inglaterra ainda a persegue e isso pode mudar sua vida toda.

O terceiro livro não foi exatamente o meu preferido, mas eu gostei da história. A Paula desenvolveu a história da Fani muito bem nos dois primeiros livros, mas nesse eu acho que ela enrolou muito para a história se desenvolver apenas no final e não ter me impressionado tanto quanto eu achei que realmente iria. Mas, né.

Neste livro a Fani não chora lágrimas, não. Ela chora oceanos. Eu não sei por que, meu Deus, ela chora até quando o Leo diz “vou ao mercado” (?). Ai não suportei ela nesse livro, sem contar que o Leo tem ciúmes de tudo, TUDO mesmo. Mas cheguei à conclusão de que dois personagens chatos, permanecem chatos juntos. Os únicos personagens que eu gostei foi da Natália e do Alberto, eles são muito engraçados, adoro eles.

Achei que a Paula apelou para algumas partes sem necessidade, como [spoiler alert] a morte do namorado da amiga dela, Anelise (?), sei lá o nome da menina. Só achei que foi bem desnecessário para a história em si, não houve nenhum contexto para aquilo acontecer. A não ser, que a Paula odiasse a personagem e não queria ver ela feliz, vai que. [/spoiler alert].

Enfim, como estava dizendo, houve partes que eu fiquei tipo “ãn?” e teve outras que eu fiquei “awn”. Mentira, não teve parte que eu fiquei “awn”. Ah, falando em romance, eu não me encantei pela Fani e pelo Leo, achei eles um casal super sem graça. O romance não me agradou e eu acho que foi por isso que ele teve um ponto negativo comigo, já que a tema é romance.

Mesmo que a resenha tenha sido negativa, eu recomendo se você quer ler algo bem água com açúcar, mas é claro é o terceiro livro da saga, então não seja bobo e leia esse por primeiro (?). Ok?

A trilha sonora não foi muito bem pensada, mas observando o livro agora a única que me veio á cabeça foi “Silly Love Songs” do Paul McCartney & Wings.


“Eu mudo a sorte, faço o tal rio virar estrada, paro o tempo... mas sem o Leo eu não fico!” pág. 209

A Filha do Sangue - Anne Bishop.

Título: A Filha do Sangue.
Original: Daughter of the Blood.
Autora: Anne Bishop.
Editora: Saída de Emergência.
Nota: ??

O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencidade e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais - sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável. (SKOOB)

Ninguém começa a ler um livro esperando não gostar dele, pelo contrário, se você começa é porque tem esperanças de que vai ser bom, certo? Eu tinha esperanças de que este iria me agradar, mas infelizmente não foi isso que aconteceu e acabei por nem terminar o livro, o abandonei na página 150 e tantos. E aqui nesta resenha tentei explicar o motivo.

Não sei como explicar este livro, na verdade eu não entendi 97% de tudo o que eu li, triste (?). Ok, pode ser porque sou péssima em assimilar (?), mas eu não consegui entender o mundo em que se passa a trama e a autora não deu muitas pistas para me ajudar a compreender até a página que eu li. Pode ser que tenha mais explicações ao passar da trama, porém não posso afirmar ou não isso, já que abandonei a leitura. Então, apesar de tudo, um dos principais motivos pelo qual desisti foi esse: confusão, não entendia como/onde se passava a trama e isso foi me irritando com o passar das páginas. Não entendi e isso me deixou brava e triste comigo mesma. Mas fazer o que, não entendi nada mesmo e já repeti isso tantas vezes nesse parágrafo, credo.

Ok, eu já li vários livros que não entendi totalmente e mesmo assim não abandonei, então resolvi continuar com a leitura, até que me deparo com uma cena que me fez ter refluxo gastroesofágico (?). Eu não tenho problemas com cenas cheias de sangue, cabeças rolando e afins. Eu fico chateada e enojada com a violência, mas nada me fez ficar tão mal como essa cena. Sei lá, foi algo nojento ao meu ver. Não foi o que as personagens fizeram, mas por conta da relação entre elas isso não deveria acontecer, entendem? Isso me fez desistir de vez da leitura, sou fraca mesmo (?). Eu até tentei ler mais algumas páginas, admito, porém esse incidente não me deixou evoluir com a leitura. Infelizmente, eu sou cheia de neuroses literárias e não literárias também, me perdoem.

As personagens me confundiram, nunca sabia o que achar delas e nem o que esperar de suas ações. Não tenho como falar delas sem ter lido tudo, então não falarei nada para não falar bobagens.


Resumindo: foram esses os motivos que não me deixaram continuar com a leitura. São bobos talvez, mas essa é a minha triste vida literária. Se você se interessou e quer ler o livro, vai fundo e eu te desejo sorte. Mas é isso ai galera, minha resenha de abandono. A Filha do Sangue é o primeiro livro de uma trilogia. Fim.

Viva para Contar - Lisa Gardner.

Título: Viva para Contar.
Original: Live to Tell.
Autora: Lisa Gardner.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 4/5.

Em uma noite quente de verão, em um bairro de classe média de Boston, um crime inimaginável foi cometido: quatro membros da mesma família foram brutalmente assassinados. O pai — e possível suspeito — agora está internado na UTI de um hospital, entre a vida e a morte. Seria um caso de assassinato seguido por tentativa de suicídio? Ou algo pior? D. D. Warren, investigadora veterana do departamento de polícia, tem certeza de uma coisa: há mais elementos neste caso do que indica o exame preliminar. Danielle Burton é uma sobrevivente, uma enfermeira dedicada cujo propósito na vida é ajudar crianças internadas na ala psiquiátrica de um hospital. Mas ela ainda é assombrada por uma tragédia familiar que destruiu sua vida no passado. Quase 25 anos depois do ocorrido, quando D. D. Warren e seu parceiro aparecem no hospital, Danielle imediatamente percebe: vai acontecer tudo de novo. Victoria Oliver, uma dedicada mãe de família, tem dificuldades para lembrar exatamente o que é ter uma vida normal. Mas fará qualquer coisa para garantir que seu filho consiga ter uma infância tranquila. Ela o amará, independentemente do que aconteça. Irá protegê-lo e lhe dar carinho. Mesmo que a ameaça venha de dentro da sua própria casa. Na obra de suspense mais emocionante de Lisa Gardner, autora best-seller do The New York Times, a vida dessa três mulheres se desdobra e se conecta de maneiras inesperadas. Pecados do passado são revelados e segredos assustadores mostram a força que os laços de família podem ter. Às vezes, os crimes mais devastadores são aqueles que acontecem mais perto de nós. (SKOOB)

Comecei a ler este livro para ‘escapar’ de outra leitura e não poderia ter escolhido um livro melhor. Que livro empolgante, misterioso e realmente me prendeu até a última página. Tem mais de 400 páginas, mas li em menos de dois dias. Adorei, de verdade. Vamos à resenha.

O livro conta sobre a detetive D.D. Warren, uma mulher que estava jantando num encontro quando recebeu o chamado de sua equipe sobre um assassinato de uma família inteira. O principal suspeito? O pai. Mas esse caso tem mais a contar do que aparenta. Ainda tem Danielle Burton, uma moça que trabalha na área de psiquiatria infantil de um hospital e foi a única sobrevivente da tragédia que se abateu sobre sua família. Seu pai matou todos na casa, menos ela, e isso a assombra até hoje, 25 anos depois. A terceira é Victoria Oliver, uma dedicada mulher que não consegue se livrar da ameaça em sua própria casa. Como a vida dessas três mulheres se liga? Ai só lendo, não posso fazer todo o trabalho por vocês (?).

Eu já tinha visto bons comentários sobre esse livro, mas sempre que olhava o tanto de páginas, assumo que me desanimava. Agora só me arrependo por não ter lido antes e deixado a preguiça de lado. O livro tem uma trama boa e não te deixa largá-lo até desvendar o mistério. Aborda um tema que não se vê todo dia na literatura, não ultimamente eu creio, que é sobre crianças psicóticas. Gostei muito disso, acho que a autora sobre usar esse tema em diferentes cenários e isso deixou o livro ainda melhor. As partes da detetive são narradas em terceira pessoa e as da Danielle e Victoria em primeira. O modo como as histórias se entrelaçam no final foi surpreendente. Ok, assumo que o final e toda a revelação poderia ter sido melhor ao meu ver, mas pelo menos foi empolgante. Esse foi o único pequeno defeito que eu encontrei no livro e custou uma estrelinha a classificação final, sou exigente para livros policiais já que os últimos que eu li deixaram a desejar.

Os casos são todos cheios de sangue e violência, então se você tem estômago fraco já está avisado, eu acho. Achei todos bem desenvolvidos e fiquei realmente com medo. A frase na capa ‘às vezes, os crimes mais devastadores são aqueles que acontecem mais perto de nós’ ficou na minha cabeça e então percebi o que me intrigava: a frase ‘às vezes’. Os crimes que acontecem perto de nós sempre serão os mais devastadores, já que sempre vai envolver pessoas que conhecemos ou julgávamos conhecer. O quão bem conhecemos as pessoas? Nunca vamos saber a resposta para essa pergunta. Todo mundo mente.

As personagens foram ótimas, duvidei de todas em todos os momentos possíveis. A detetive D.D. Warren não me agradou tanto, algo na personalidade dela me irritou profundamente e não consigo descobrir exatamente o que. Ela é uma boa detetive, apesar disso, sempre olhando para todas as possíveis pistas e indo atrás delas. É um pouco fria às vezes, mas disso eu gostei. A Danielle me confundiu do começo ao fim, não sabia o que achar dela, sempre que tinha certeza de seu caráter, a personagem dizia alguma coisa que me fazia mudar de ideia. Entretanto admiro a força dela para seguir em frente depois de tudo o que aconteceu com a sua família, mesmo que isso ainda a assombre, ela continuou com a vida. A Victoria me deu raiva, sempre queria a chacoalhar e dizer que ela deveria procurar ajuda e que o amor, por mais bonito que seja, não pode curar outras coisas. Mas em outras tinha pena dela e entendia o seu lado, por mais doentio e autodestrutivo que fosse. Tem mais personagens, mas só falarei das principais para não soltar spoilers e arruinar a sua leitura.


Resumindo: leia! Se você gostar de livros policiais, leia pra ontem. Super recomendo e me arrependo por não ter lido antes. Ótima leitura. A Novo Conceito publicou mais três livros da autora que tem como investigadora a D.D. (Esconda-se e Sangue na Neve) e não vejo a hora de poder ler eles também. É isso por hoje, fim.

[Lançamentos] Arqueiro e Saída de Emergência - Maio.


Olá o/
Então, chegou Maio, ae. Está passando depressa os dias, que isso gente. Apesar de que eu quero que esse mês passe logo assim logo entro de férias. Mas não é esse o assunto do post de hoje e sim sobre os lançamentos para este mês das editoras Arqueiro e Saída de Emergência que mais me chamaram atenção, que foram três. 'Bora?





Esses foram os que mais me chamaram atenção. Gostaram? Leriam? Contem-me tudo. Fim.

A Seleção - Kiera Cass.

Título: A Seleção.
Original: The Selection.
Autora: Kiera Cass.
Editora: Seguinte.
Nota: 2/5.

Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar. (SKOOB)

Eu já tinha começado a ler esse livro há algum tempo, porém só consegui/resolvi terminá-lo recentemente. Sei que todo mundo gosta desse livro, mas eu realmente não consegui encontrar o charme dele. Uma pena, a capa é tão bonita (?).

O livro conta sobre um mundo meio distópico, eu creio, no qual os Estados Unidos é agora Estado Americano da China depois de umas brigas e tensões que aconteceram. Enfim, a sociedade foi dividida em castas de um (os nobres) a oito (mendigos) e cada uma delas tem uma função específica para desempenhar. America Singer, a protagonista, é da casta Cinco, que é dos artistas-desse-gênero-eu-creio-problemasdememorizaçao. Ela se vê diante de um reality show (?) muito bacana chamado ‘Quem quer casar com o príncipe?’, MENTIRA, é só Seleção mesmo para que o príncipe escolha uma pretendente, já que não ta fácil pra ninguém achar a metade da laranja. America se inscreve forçada, é claro, já que ela tem uma paixão secreta e o nome dele é Aspen. Porém, o coitado é de uma casta inferior e eles não podem ficar juntos, todos choram. Enfim, ela se inscreve e acaba selecionada, olha que surpresa. É então que tudo muda na vida dela, fim (?).

Vou começar pedindo que me perdoem pela sinopse estranha, mas é assim que eu vejo o livro (?). Enfim, começando do começo agora, o livro é narrado em primeira pessoa pela querida protagonista America Singer. Ela é sofrível, mas isso eu conto depois. A narrativa é boa, a autora escreve bem, gostei. A trama é interessante, assumo, apesar de não curtir tanto distopia. Esse livro na verdade está mais para conto de fadas do que para distopia. Não sei se isso vai mudando no segundo livro, mas foi a minha impressão nesse primeiro volume.

Eu gostei do começo do livro, de como foram acontecendo às coisas e das aventuras dela lá no palácio real junto com suas concorrentes. Achei interessantes as castas, apesar de não conseguir me lembrar de cada uma delas, e de como cada uma representava uma profissão/função específica na sociedade. Gostei do relacionamento dela com a família apesar dos pesares e sofri um pouco com ela quando seu nome foi selecionado. Estava tudo muito bacana no livro, nada tinha estragado a minha leitura e caminhava para pelo menos as três estrelinhas, até que aconteceu um fato próximo do final que me deixou louca da vida. Sabia que algo assim deveria acontecer para dar mais ‘emoção’ para a trama, mas não significa que eu fiquei com menos raiva. Tem dois tipos de raiva que eu vou passar a chamar pelos nomes de dois livros distópicos que eu li e passei raiva: (1) a raiva que de tão raivosa é boa, ou também conhecida como Em Chamas, já que eu passei raiva com o final desse livro; e (2) a raiva que de tão raivosa interfere na sua leitura, ou também conhecida como A Seleção. Viu, dois tipos de raivas distópicas, eu digo que tenho problemas com livros distópicos.

Senti falta também de mais política nesse livro, apesar de ter uma coisinha ali e outra aqui, mas nada que me fizesse completamente satisfeita, infelizmente. Não foi de todo uma leitura ruim, já que me diverti com algumas coisas que ocorreram na casa antes do incidente que interferiu na minha leitura. É uma coisa boba que me deixou irritada, mas é assim que é minha triste vida literária, fazer o que.

America é muito estressante. Ela não sabe o que quer da vida, está ali porque se inscreveu para agradar a pobre mãe e tudo mais. Não consegui gostar dela e nem de suas ações, a achei bem sofrível, principalmente depois do incidente. Espero conseguir gostar mais dela no próximo livro, se eu o ler. Apesar disso, acredito que ela ainda fará algo de bom e importante, porque senão não seria a protagonista. Ou não, sei lá, não duvido mais de protagonistas, tudo farinha do mesmo saco ultimamente. Maxon, o príncipe carente, não é de todo tão ruim. Acabei gostando do jeito dele, apesar de que não sou Team Maxon. Na verdade não sou Team Nada, sofrível. Ele é meio por fora do que acontece no país, porém é bem amável com todas as concorrentes. Claro que a preferida dele logo se torna a America, já que ela é a principal. Gostei deles juntos como um casal, mas ela não merece ser a escolhida não, pronto falei. Tem o Aspen, o amorzinho secreto da America que é da casta Seis. Então, não gostei nenhum pouco dele, nada, necas, nothing, zero (?). Então, sabem o que isso significa? Que ele provavelmente vai ficar com a America no final, já que é sempre o cara que eu gosto menos que vive feliz para sempre com a mocinha.

Ainda vale citar a Celeste, que é uma das concorrentes pela coroa/príncipe/realeza/Um (?), uma menina totalmente detestável. Sério, descartem-na logo desse reality. Outra menina é a Marlee, que é amiga da America. Ela é bacana e simpática, eu torceria para ela caso fosse um reality de verdade e se eu assistisse a realities (?). A última, prometo, personagem que vale a pena citar é a May, irmã da America. Ela é uma gracinha, adoro as cartas dela para a irmã mais velha.


Resumindo: não curti o livro por diversos motivos e principalmente pelo Incidente (?), mas recomendo caso você queria ler, talvez acabe gostando mais do que eu e não ligando para esse acontecimento que me deixou raivosa. É isso por hoje, fim.

[Quem te viu, quem te vê] Enders.


Olá o/
Uh, coluna velha com nome diferente. Não sei se tem já alguma coluna com esse nome, eu nunca sei de nada, mas se tiver só me avisar. Enfim, essa coluna consiste em apenas mostrar as diversas capas de um determinado livro pelo mundo, entendeu? Então, o escolhido de hoje é Enders da Lissa Price, que é a continuação de Starters.


                       PORTUGAL                     HOLANDA                       ITÁLIA




                        HUNGRIA                         ALEMANHA                   FRANÇA


UK

E ai, qual sua favorita? Eu adorei essa de Portugal porque é a mais diferente de todas. A da UK me dá medo, sério, mais do que a nossa. É isso por hoje. Fim.

Colin Fischer - Ashley Edward Miller e Zach Stentz.

Título: Colin Fischer.
Original: Colin Fischer.
Autores: Ashley Edward Miller e Zach Stentz.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 2,5/5.

Resolvendo o crime. Uma expressão facial por vez. O ano letivo de Colin Fischer acabou de começar. Ele tem cartões de memorização com expressões faciais legendadas, um desconcertante conhecimento sobre genética e cinema clássico e um caderno surrado e cheio de orelhas, que usa para registrar suas experiências com a MUITO INTERESSANTE população local. Quando um revólver dispara na cantina, interrompendo a festinha de aniversário de uma das garotas, Colin é o único que pode investigar o caso. Está em suas mãos provar que não foi Wayne Connelly, justamente aquele que mais o atormenta, que trouxe a arma para a escola. Afinal de contas, a arma estava suja de glacê, e Wayne não estava com os dedos sujos de glacê… (SKOOB)

Pra começo de resenha (?), quero logo avisar que se eu digitar Fisher ao invés de Fischer, é um erro do meu teclado e meu problema com troca/esquecimento/adição de letras nada tem a ver com isso (?). Sério, acho que todas as vezes que escrevi o nome desse livro, acabei por escrever errado. Mas não é nada disso que vocês querem saber, então vamos a resenha.

O livro fala, obviamente, sobre um garoto chamado Colin Fischer. Ele não gosta que o toquem e não consegue reconhecer as expressões faciais das pessoas sem seus cartões correspondentes a cara uma delas. Colin tem , mas não acho que esse tenha sido o foco do livro e sim o quanto ele é um bom detetive (??). Eis que tudo estava bem na vida dele até que um dia ele estava na cantina da escola enquanto estava tendo uma festinha de aniversário, uma arma foi disparada. Colin então vai tentar sair da sua zona de conforto e descobrir esse mistério super digno de Sherlock Holmes.

Tinha tudo para gostar desse livro, mas...não rolou, não foi dessa vez, quem sabe na próxima. O livro é narrado em terceira pessoa, sendo que sempre no começo de cada capítulo tem um breve ‘texto’ narrado pelo Colin (eu creio). A narrativa é boa, condiz com a premissa do livro e achei isso bom. A trama é interessante, gosto de mistério e me vi gostando de ver o Colin enfrentando barreiras para decifrar todo esse caso. Só que algo de especial que eu via no começo do livro acabou se perdendo do meio até o final, não sei o que foi, só sei que é isso ai (?). Não é uma leitura ruim, 2,5 é metade de 5,0, então está de bom tamanho dado do fato de que só gostei de metade do livro. Não é? (?) O final foi meio blé, mas acabou por deixar algumas pontas soltas e isso me faz crer que tenha mais livros. Essas ‘pontas soltas’ me deixaram curiosa, então apesar dos pesares, creio que leria se tiver uma continuação.

Os pontos positivos são as várias partes engraçadas já que o Colin não consegue entender muitas vezes as ironias ou brincadeiras que os colegas fazem. Depois ele vai ficando mais ligado em tudo isso. Também gostei de como a doença que o protagonista tinha não acabou dominando por completo a trama, já que fui pensar que ele poderia ter essa síndrome um pouco antes de ser anunciado no livro. Gostei também da resolução do mistério, assumo que não estava esperando por isso, porém não gostei de não terem explicado exatamente tudo sobre isso. Apesar de eu te gostado até das pontas soltas, ao mesmo tempo queria mais explicações, que loucura a minha opinião sobre esse livro, são tantas emoções quando eu estou aqui vivendo esse momento lindo (?).

O Colin é um menino que adora um mistério, tem sempre tudo organizado, não gosta de toques e não expressa muitos sentimentos. Foi tão interessante como ele se engajou no mistério da arma e tentou provar que não foi Wayne, o menino que sempre o importunava, que trouxe esta arma para a escola. É bacana ver como os fatos vão se juntando na mente dele de acordo com as pistas novas que ele descobre. Os pais dele acabam pegando mais leve com ele em algumas ocasiões, o que desagrada o irmão mais novo, Danny. Eles são uma família bacana e estão sempre a ouvir as longas histórias de Colin sobre coisas aleatórias, como tubarões. Menos Danny, é claro, que sempre tem algo a dizer/fazer para atormentar o irmão, que na maioria das vezes nem se sente atormentado e continua sua vida.

Tem o Wayne, o menino que Colin quer livrar da culpa. Ele ainda me parece estranho, não sei o que pensar dele, só sei que algo não está certo (?). Tem mais alguns garotos que vivem a fazer brincadeiras bobas com o Colin, mas nada tenho a falar deles. A Melissa é a menina que fazia aniversário no dia em questão. Diria que o Colin tem uma quedinha por ela na medida do possível e ela gosta dele também, como amigo pelo menos, não sei se mais que isso.


Resumindo: não foi um livro que me agradou por completo, mas pelo menos me divertiu um pouco, então não foi uma leitura desperdiçada, só que não inteiramente proveitosa. Se quiserem ler, eu recomendo oras, não vou impedir ninguém de ler o livro, é óbvio. Enfim, é isso, já escrevi muitas bobagens por hoje, até mais. Fim.

[LANÇAMENTOS] Editora Novo Conceito - Abril.


Olá pessoas que estão lendo esse post :)
Então, eu sei que a maioria de vocês já sabem quais são os lançamentos da Novo Conceito de Abril e blábláblá. Mas estou colocando aqui esse post mesmo assim, então respira fundo e veja de novo quais são os livros da editora para esse mês.





Eu quero muito ler O Lado Mais Sombrio e Vinte Garotos no Verão. E vocês? Fim.

Hex Hall (#3): O Sacrifício - Rachel Hawkins.

Título: O Sacrifício.
Original: Spell Bound.
Autora: Rachel Hawkins.
Editora: Galera Record.
Nota: 4/5.

Neste terceiro volume de Hex Hall, Sophie Mercer, com seus poderes reprimidos pelo Conselho dos Prodígios e mais vulnerável do que nunca, deve impedir a guerra épica que se aproxima. O único feitiço capaz de ajudar Sophie a recuperar os seus poderes está bem guardado no Hex Hall, onde tudo começou, protegido pelas malignas irmãs Casnoff. Acompanhada de sua melhor amiga-vampira Jenna, seu namorado Archer, seu noivo Cal (sim, a vida amorosa dela é complicada), e uma fantasma pentelha, Sophie travará uma batalha contra um exército de demônios. Mas mesmo com seus melhores amigos e aliados, o destino de todos os Prodígios está nas mãos dela, e somente dela. (SKOOB)

ATENÇÃO! Essa resenha contém spoilers dos dois primeiros livros da série. Então, é isso, estou só avisando.

No terceiro livro da série Hex Hall, Sophie Mercer continua sua missão de descobrir o que se passa no seu mundo. No começo tudo parece estar perdido, pois seus poderes estão reprimidos pelo Conselho, e são os mesmo que pode impedir uma guerra de acontecer. E o único jeito de recuperá-los está guardado na espelunca que Hecate Hall se tornou. Há só um jeito de conseguir o que quer, mas ela não conseguiria sem a ajuda de Jenna, Cal e Archer.

Fiquei tão feliz quando peguei esse livro em mãos. Estava louca pela continuação desde que terminei o segundo livro da série (já faz um tempão), e confesso que esperava um pouquinho mais de ação do livro.

A continuação do segundo livro, quando Mercer acaba indo procurar as Brannick e deixa pra trás todos de sua família e Archer, e toda a história que o segundo livro contém, em minha opinião foi mais interessante que esse livro. Esse livro foi totalmente focado nas irmãs Casnoff – vulga vilãs – que estão com um plano maligno de honrar o pai e transformar todos de Hecate Hall em demônios. Não houve tantas descobertas no livro. E eu esperava que houvesse mais sangue e cabeças rolando. Mesmo assim, o livro não deixou de me impressionar cada vez mais.

A história se desenvolve muito bem ao longo do livro, achei que tudo se encaixou na hora exata e não teve partes desnecessárias e blábláblá. Gostei muito da coragem e atitude que a Sophie apresenta, que nos outros livros ela sempre teve, mas esse em especial ela me impressionou. Também gostei das partes românticas do livro, que sempre são ótimas, Rachel sabe como nos encantar. Adorei o jeito que ela colocou duas personagens que se odeiam se tornarem bfs no final das contas. Enfim, amei basicamente tudo no final das contas.

O final me deixou em dúvidas do que acontecerá no próximo, pois não deu indicio de uma continuação, mas talvez eu tenha uma breve ideia de como irá acontecer. Enfim, eu adorei o livro, achei muito bom.

Sobre os personagens: Archer nunca me decepciona, é O cara sem dúvida alguma. Amo. Como eu já disse a Sophie se mostrou com muita coragem e atitude pra enfrentar uma guerra (?). Jenna é a Jenna. E o Cal, eu confesso que nunca gostei muito dele, mas com certeza fiquei chateada com o que ocorre com ele e tals. As Brannick são umas chatas, mas no final se mostram muito amorzinhos.


Ah, claro, ia quase me esquecendo a trilha sonora foi “Fancy” da Iggy Azalea, também não sei por que, mas foi. Ok, meu trabalho acaba por aqui. Queria que vocês pedissem que a Vanessa começasse a me pagar de vez em quando pelo trabalho que venho exercendo aqui. Obrigada pela colaboração.


Uma Carta de Amor - Nicholas Sparks.

Título: Uma Carta de Amor.
Original: Message in a Bottle.
Autor: Nicholas Sparks.
Editora: Arqueiro.
Nota: 2/5.

Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.” Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também. Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre. (SKOOB)

Então, Nicholas Sparks já foi, eras atrás, um dos meus autores favoritos. Hoje em dia já não é mais assim, eu até gosto, só que não leio com tanta frequência. Como o último que li dele foi no começo do ano passado, resolvi dar uma chance para Uma Carta de Amor e até me preparei para fortes emoções. Só que não foi bem assim como eu esperava.

O livro conta sobre Theresa, uma mulher que se separou do marido há algum tempo depois que ele a traiu e até hoje não encontrou um novo somebody to Love (?). Foi então passar umas férias na casa de sua amiga e ao caminhar pela praia achou uma garrafa na areia. Sim, tinha uma carta dentro dela. Quais são as chances reais de isso acontecer? Enfim, ela tirou a sorte grande e pegou essa garrafa, tirando a cartinha que tinha dentro dela. Era uma carta de amor, na qual um homem que assinava apenas como Garrett falava sobre seus sentimentos depois que sua amada Catherine morreu. Theresa então fica muito emocionada com a carta e depois de muito pensar resolve ir atrás desse autor misterioso a partir de lugares que ele citava na carta. Chegando lá, ela descobre que ele é um velho psicopata que atrai mulheres com suas cartas em garrafas, a mata e a joga no mar. NÃO, não foi isso que aconteceu, infelizmente, acho que até seria mais emocionante se fosse assim. Retornando: chegando lá, ela descobre que ele é um cara maravilhoso e os dois juntos vivem uma história romântica. Olha, que lindo (?).

Vamos aos dados técnicos primeiro. O livro é narrado em terceira pessoa, permitindo nos mostrar tanto o lado da Theresa como o do Garrett. A narrativa é bom, sem muitas neuras, você lê o livro rapidamente em um final de semana que esteja sem muitas coisas para fazer. A trama é bacana, apesar de ser um tanto irreal ao meu ponto de vista. Mas é assim como os livros de romance, né? Algumas coisas precisam ser irreais para que a história flua e tenha o que falar. Sei lá, não sou especialista em romances, então não sei se isso é muito válido.

Eu gostei do começo, achei bacana a história dos dois e deles começando a se relacionar apesar dos pesares. Porém, quando chegou no meio do livro, eu estava torcendo para acabar logo, sério. Ficou monótono e não saia daqui, do dilema central do relacionamento deles que eu não vou falar qual é, e isso foi ficando cada vez mais chato para mim. Então, por isso eu não curti a leitura, infelizmente. O final é um tanto triste, como geralmente é nos livros do Nicholas Sparks, mas nada que me fizesse derreter em lágrimas ou coisa do tipo. Ou seja, as fortes emoções que eu estava esperando infelizmente não vieram nesse livro. Uma pena, eu realmente estava com esperanças (na medida certa) de que esse seria um bom livro. Não é de todo ruim, é claro. Teve partes interessantes e que me fizeram acreditar que poderia mudar o rumo da minha leitura, mas infelizmente as partes não tão boas acabaram prevalecendo. Eu não devia ler romances e pronto, facilitaria a minha vida e minhas resenhas (?).

Não consegui me apegar aos personagens também, apesar de assumir que foram bem criadas até. A Theresa é uma mulher forte, que cria o filho sozinha depois da separação e tem uma coluna que é publicada em alguns jornais. Ela foi atrás de Garrett depois de achar algumas cartas que ele escreveu para sua esposa falecida esposa e acabou se apaixonando por ele. Acho que ela esperava demais dele, esperava que ele fosse rapidamente esquecer um sentimento que para ele tinha sido muito intenso e isso acabou estragando tudo, na minha humilde opinião. Garrett é um homem que tenta dar rumo a sua vida depois da morte de Catherine, mas que ainda se vê muito ligado a ela já que o amor deles deveria durar para sempre, porém ela foi embora muito cedo. Para ele era difícil deixar esse sentimento de lado e tentar algo novo, mesmo que seu pai sempre o incentiva-se a seguir em frente e superar. Os dois tinham suas convicções e suas vidas eram tão diferentes, então eles precisam tentar superar as barreiras para viver esse amor. Eu deveria parar por aqui já que estou dando muitos spoilers.

Outras duas personagens significantes foram Deanna, amiga da Theresa que está sempre dando conselhos a ela, e Catherine, cujo fantasma assombrou esse livro. Tem também o filho da Theresa, o Kevin, que aparece em algumas partes e é muito bonitinho. Gostei.


Resumindo: as personagens foram bem construídas, mas o livro poderia ter sido um pouco mais interessante se tivesse tomado outro rumo. Apesar de não ter aproveitado a leitura, você pode ler se quiser, é óbvio, pode acabar gostando mais. É isso galera, nada mais a declarar, fim.

Atraído pela Virtude - Maggie Cox.

Título: Atraído pela Virtude.
Original: Distracted by her Virtue.
Autora: Maggie Cox.
Editora: Harlequin.
Nota: 3/5.

Começando do nada, Jarrett Gaskill se transformou em um impiedoso magnata do ramo imobiliário. E a próxima aquisição em sua mira é a mansão High Ridge Hall... Sabendo que seu charme e talento para os negócios sempre são garantias de acordo fechado, ele fica surpreso ao encontrar um novo inquilino instalado e se recusando a sair! Fugindo de seu cruel casamento, Sophia Markham chegou a High Ridge Hall em busca de uma nova vida, e isto certamente não inclui qualquer envolvimento com o estranho alto, moreno e lindíssimo à porta de sua casa. Mas Jarrett não vai se retirar até que Sophia fique exatamente onde ele a deseja... (SKOOB)

Bom, pra dar uma variada nas resenhas aqui do blog, a de hoje vai ser de um romance de banca, ae o/ Eu não estava esperando muito, mas acabei gostando do livro e foi uma leitura proveitosa.

O livro conta sobre Jarrett Gaskill, um homem bem sucedido no ramo dos negócios e que sonha em comprar a mansão High Ridge Hall, mas isso ainda não foi possível. Depois da morte da dona da mansão ele vê surgir uma oportunidade, porém uma moça acaba por se mudar para lá. Sophia Markham herdou a velha mansão e foi para lá junto com seu filho a fim de fugir de seu cruel casamento, não esperando, é claro, que ainda tivesse que lidar com esse cara mala que quer conhecê-la. É isso, vocês já sabem que eles vão se conhecer, se gostar e blábláblá (?).

Pela sinopse eu achava que não iria gostar muito do livro, já que imaginei que eles iam ficar brigando loucamente pela mansão, mas graças aos céus não é isso que acontece. O livro é narrado em terceira pessoa e a narrativa é simples, clara, sem nada com o que se preocupar (?). A trama é interessante, apesar de ser um pouquinho clichê. Gostei da trama da mocinha e de como ela estava abalada emocionalmente por conta do seu antigo casamento, já que seu ex-marido a agredia tanto física quanto emocionalmente. Acho que ela amadureceu e venceu seus medos com o passar da trama, então isso me fez gostar do livro – não só isso, mas enfim.

Tem algumas cenas mais sensuais, digamos assim, mas não ocorre em todas as partes e não é vulgar demais, então tudo bem (?). A trama não gira em torno disso, aleluia. Gostei, acreditem se quiser, do casal principal. O romance deles é bonitinho e você fica torcendo para que tudo dê certo para eles no final. Então, só o fato de eu ter gostado deles juntos já rendeu três estrelas pro livro, eu não sou tão exigente com as minhas leituras, não sei por que minhas colegas do clube do livro não acreditam nisso (?).

Gostei da Sophia e de toda a evolução dela, como já citei. É um livro clichê e mais calminho em relação aos livros que eu gosto, mas essa trama dela eu achei incrível, sério. Ela tem um pouco de medo das coisas por conta do seu casamento tenso, faz de tudo pelo filho e está tentando seguir com a sua vida, um passo de cada vez. Gostei dela, gostei mesmo. O Jarrett me parecia ser um tanto arrogante no começo, mas não é totalmente assim. Ele se vê realmente disposto a ajudar Sophia e se encanta por ela. Muitas ações dele me fizeram acreditar que ele é um verdadeiro cavaleiro, que tinha conclusões precipitadas e tudo mais, mas mesmo assim o achei digno. Eu acho que são só essas personagens, tem a Beth que é irmã do Jarrett, mas nem sei o que falar dela então é melhor nem falar nada, certo?


Resumindo: foi uma boa leitura, surpreendentemente. Acabei gostando mesmo que não seja um gênero de livro que eu leio sempre. É isso, acho que recomendo para vocês queridos leitores e leitoras. É tudo por hoje, até o próximo post, fim.

 
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