Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem. (SKOOB)
A Maldição do Tigre - Colleen Houck.
Título: A
Maldição do Tigre.
Original:
Tiger’s Curse.
Autora:
Colleen Houck.
Editora:
Arqueiro.
Nota:
3/5.
Ouvi
tanto sobre este livro nos encontros do Clube do Livro que já estava achando
que nem precisava ler todo o livro e que já sabia toda a trama. Mas eu
perseverei e li. Eu diria que é um livro interessante e que poderia ter sido
melhor se a protagonista não fosse tão insuportável.
O
livro conta sobre Kelsey, uma menina que arranjou um emprego temporário no
circo e acabou se apaixonando pela estrela principal da trupe, o tigre branco.
Ela até lia histórias para ele! Que louca. Enfim, um dia um senhor diz a ela
que vai levá-lo para a Índia e quer que ela vá junto. Eu não iria aceitar
nunca, vai que ele é um louco e a sequestra, mas ela aceitou. Lá ela acaba
descobrindo que o tigre é na verdade um príncipe, Alagan Dhiren Rajaram, ou Ren
para os íntimos. Ele e o irmão foram amaldiçoados e desde então permanecem como
tigres. Podendo se transformar em humanos novamente por apenas alguns minutos
ao dia. Kelsey também descobre que é a única que pode ajudá-lo a quebrar a
maldição e acaba entrando nessa jornada. É praticamente isso.
Gente,
se um tigre se transformasse em homem na minha frente, eu sairia correndo. Se
um senhor desconhecido me convidasse para ir até a Índia levar o tigre dele, eu
também sairia correndo. Mas a Kelsey é uma protagonista e sabemos que elas
tomam decisões estranhas e esta resultou nesse livro (?).
É
um livro interessante, tem um lance de mitos hindus muito bacanas. Não me
fisgou por completo, mas eu gosto desse lance de deusas e afins, então ta
valendo (?). A narração é em primeira pessoa, feita pela Kelsey. A autora tem
uma escrita boa e a trama é bacana, o que me deixou com um pouco de curiosidade
a respeito dos outros livros da série.
Um
dos pontos negativos que eu encontrei, foi que demorou a chegar às partes com
mais ação. Tem um ritmo lento, eles passam muito tempo apenas descobrindo
algumas coisas menores e até mesmo na floresta, mas nada que fosse de muito
impacto. As cenas mais tensas nem taaaanto assim foram as partes finais,
quando eles precisam fazer uma ‘missão’ juntos. Fora isso, o livro foi bem
parado, principalmente o começo. Eu não aguentava mais ler sobre ela
conversando com o tigre na jaula, sério. Outra coisa que me incomodou foi a
protagonista e a capacidade dela de pensar/fazer bobeiras. Está no DNA das
protagonistas fazem isso, eu ainda não encontrei outra explicação para isso
(?).
Personagens
foram complicados, vou começar pelos que eu gostei. Eu decidi que serei de team nenhum, apesar de eu ter gostado um
pouco mais do Kishan. Ele é mais
espontâneo e engraçado, gostei das poucas partes em que ele aparece. Porém, não
cai de amores por ele, o achei um pouco convencido demais. O que não é o caso
do Sr. Kadam, um velhinho simpático
e humilde. Muito bacana o fato dele se envolver com essa maldição e tentar
ajudar os irmãos a se livrar dela. Ainda bem que ele não era um cara malvado
que queria matar a Kelsey e jogar ela em um beco na Índia, o que não seria de
tão mal assim conhecendo ela como eu conheço após esse livro (?).
Já
os que eu não gostei, a lista é liderada pela Kelsey. Que protagonista mais chata! Como pode ser assim? Não
estava tão irritada com ela no começo. Ela parecia preocupada com o tigre/cara,
porém quando ela começa a pensar demais sobre isso fica paranoica e chata. Não
entendi o que ela estava pensando quando fez o que fez no final do livro. O Ren é um rapaz simpático e todo
cavalheiro. Mas foi o excesso de fofura dele que me fez não gostar tanto assim
do pobre rapaz. Ele tem potencial, vamos aguardar as cenas dos próximos
capítulos (?).
Resumindo: é
um livro interessante, com uma mitologia bacana e tudo mais. Personagens sem
graça e a falta de mais cenas emocionantes de ação não me fizeram aproveitar a
leitura por completo. Mas recomendo, claro, se você está sempre a procura de
uma mitologia nova. É isso por hoje gente, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 12 comentários
Bruxos e Bruxas - James Patterson e Gabrielle Charbonnet.
Título:
Bruxos e Bruxas.
Original:
Witch & Wizard.
Autores:
James Patterson e Gabrielle Charbonnet.
Editora:
Novo Conceito.
Nota:
2/5.
No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós. (SKOOB)
Estava
tão confiante de que esse livro seria interessante. Não tinha tantas
expectativas, mas eu esperava que fosse agradável de ler. Li um livro do autor
e não gostei, mas resolvi dar uma segunda chance. Infelizmente acabou não dando
muito cedo.
O
livro conta sobre um mundo dominado pela Nova Ordem, onde o poder supremo é
apenas do Único Que É o Único. Não tem música, internet ou livros. Ó vida
triste. Os irmãos Allgood foram tirados de suas casas e presos acusados de
bruxaria. Eles terão que enfrentar juntos esse tempo difícil e descobrir se tem
mesmo esses possíveis poderes mágicos ou não.
Eu
nem sei o que dizer sobre este livro. Os capítulos são narrados em primeira
pessoa, sendo intercalados entre o Whit e a Wisty. Também são incrivelmente
pequenos, alguns têm apenas uma página, e pela primeira vez vou dizer que isto
foi ruim. Foram pouco desenvolvidos, alguns não falavam nada importante e isso
me irritou um pouco. Achei confuso esse mundo novo e não me lembro de algum
capítulo que tivesse uma boa explicação pra tudo isso. Teve algumas, mas não
foi o suficiente para mim. Sou chata mesmo, fazer o que.
O
começo foi interessante, não foi negar. Os irmãos são tirados dos pais, sem
motivo aparente e tem que sobreviver sozinhos. Daí muitas coisas sem noção
acontecem e logo eu já não entendia mais nada. Senti falta de uma trama mais
desenvolvida. Teve algumas partes de ação, mas nada tão demais. Tirando o
começo, nada mais no livro foi interessante para mim, infelizmente. Talvez eu
não tenha entendido nada porque eu não tenho poderes mágicos, vai saber (???).
É tudo estranho e confuso, só isso que posso dizer.
As
personagens são chatas. Às vezes eu não conseguia distinguir um irmão do outro,
sempre achava a narração do Whit era da Wisty, já que ela é quem tem um
destaque maior e sempre está narrando loucamente. O Whit é o irmão mais velho. Ele tem menos narrações do que a irmã,
como já disse, mas eu até que gostei um pouco dele, apesar de ele ser bem
estranho. A Wisty é a mais
aventureira. Ela é invocada, sério. Eles ficam sempre juntos, se ajudando e
fazendo um trabalho em equipe. Nessas horas é bom ter irmão/irmã, pelo menos
você não enfrentará o mundo distópico sozinho quando for separado dos seus pais
(?).
O Único Que É O Único é um bobo e eu juro
que esse é mesmo o nome dele, pelo menos todo mundo chama ele assim. Um dos
vilões mais sem graça, sério. No final eu até senti que um possível medo seria
registrado da minha parte, mas foi passageiro e não deu certo. Teve outros que
me deram mais medo do que ele, tipo o cara com o chicote maligno. Sério, muito
medo.
Resumindo: o
começo foi bacana, mas depois a trama foi caindo. Infelizmente não foi uma
leitura proveitosa para mim. Se você quiser ler apesar da minha resenha, boa
sorte. É isso por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 13 comentários
Comprei e (ainda) não li: Invocação - Kelley Armstrong.

Título: A Invocação (Trilogia Dark Powers #1)Autora: Kelley ArmstrongEditora: Novo Século.Comprado em: 09/01/2013.Motivo para a compra: impulso, provavelmente, não me lembro exatamente o motivo dessa compra.Motivo pelo qual ainda não li: sou boba, é isso. Eu já tentei começar a lê-lo uma vez, porém acabei desistindo sabe-se lá o motivo.Um motivo para largar minha leitura atual e correr para este: estou com vontade de ler um livro em que os personagens tenham poderes, algo com bruxas ou coisas do gênero, fantasmas, sei lá, muita coisa em um livro só (?).Prometo ler até: o final de 2014, pode ser? Eu vou tentar lê-lo, pobre coitado, porque já faz quase um ano que eu o comprei, então, vamos ver.
E ai, o que vocês compraram e ainda não lê-lo? Já leram esse? Me contem tudo. Fim.
Publicada por Vanessa à(s) 15:09 8 comentários
Simplesmente Ana - Marina Carvalho.
Título: Simplesmente Ana.
Autora: Marina Carvalho.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 4/5.
Resenha por: Juliana.
Autora: Marina Carvalho.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 4/5.
Resenha por: Juliana.
Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha… Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex. Mudar-se para Krósvia pode ser tentador — deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha —, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro. A não ser… A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam. Simplesmente Ana é assim: um livro divertido, capaz de nos fazer sonhar, mas que — ao mesmo tempo — nos lembra das provas que temos que passar para chegar à vida adulta. (SKOOB)
Ana é uma menina normal cursando a faculdade, morando
com a mãe em Belo Horizonte e tendo uma vida normal. Até que um homem
desconhecido anuncia em seu Facebook que ele talvez possa ser seu pai. Ela fica
desesperada e com a consciência de que sua mãe havia mentido para ela a sua
vida inteira, sobre a verdade de seu pai. A surpresa mais chocante foi que seu
pai é o rei de um país chamado Krósvia. Para ela tudo havia acontecido tão rapidamente que sua
vida acabou virando de cabeça para baixo. Ela então aceita ir passar seis meses
no castelo de seu pai, porque seis meses poderiam matar a saudades que ele fez
na vida dela 20 anos. Como o pai não pode sempre estar presente, ele deixa Ana
nas mãos poderosas de Alex, seu quase-irmão.
A não ser que ele acabasse tendo pode ser o seu coração.
A história em si é bem legal e romântica. A narrativa é
bem simples e interativa. Mas eu esperava mais do que só romance, o livro inteiro...
Eu esperava algum tipo de ação no livro, de qualquer forma. Apesar, das partes
de romance ser legais. Só que eu acho que poderia melhorar um pouco, porque em
algumas partes enrolou bastante para acontecer alguma emoção no livro. E também
deveria ter alguma história diferente na história para tornar o livro ainda
mais envolvente, porque chega um pouco que o romance acaba enjoando e a
história fica tediosa. Mas em alguns pontos, eu achei o lance do Alex e da Ana
bem legal. Não era o tipo de romance que eu procurava agora, mas eu gostei.
Apesar do enredo ser totalmente diferente (porque não é
um sonho, a Ana é uma princesa de verdade), eu acabei gostando por lembrar dos
verdadeiros contos gays de fadas.
Os personagens me irritaram muito. A Ana é muito, muito
bobona, eu não agüentei ela o livro inteiro. Além de ser super chata e chorona.
Argh, não gostei dela. Vai parar no topo da minha lista negra de personagens
bobos. O Alex até que dava pra engolir. Confesso que ele é super sem graça o
livro inteiro. Os outros parentes são tudo farinha do mesmo saco: personagens
vazios e chatos.
O final do livro foi bonitinho, mesmo que eu estivesse
esperando uma coisa mais misteriosa e medonha o tempo inteiro. O livro escorre
doçura de todo quanto é canto. Mas apesar dos apesares, eu recomendo para quem
não quer uma leitura pesada e principalmente para as pessoas que gostam de
romances arco-íris.
A trilha sonora é meio nada a ver. O personagem Alex,
me lembrou um pouco o Alex Turner do Arctic Monkeys ai eu fiquei com a música
deles na cabeça o tempo inteiro. E juro não tem nada a ver, mas. A trilha
sonora é “Crying Lightning” do Arctic Monkeys. Mesmo o livro tendo a menção de
Bon Jovi e do Jota Quest e do Luan Santana (??) ao mesmo tempo, eu só consegui
me lembrar dessa música. Tchau.
Publicada por Vanessa à(s) 16:40 5 comentários
A Guerra dos Tronos (As Crônicas do Gelo e Fogo #1) - George R.R. Martin.
Título: A Guerra dos Tronos.
Original: A Game of Thrones.
Autor:
George R.R. Martin.
Série:
As Crônicas do Gelo e Fogo.
Editora:
Leya.
Nota:
4/5.
Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, aceita a prestigiada posição de Mão do Rei oferecida pelo velho amigo, o rei Robert Baratheon, não desconfia que sua vida está prestes a ruir em sucessivas tragédias. Sabe-se que Lorde Stark aceitou a proposta porque desconfia que o dono anterior do título fora envenenado pela manipuladora rainha - uma cruel mulher do clã Lannister - e sua intenção é proteger o rei. Mas ter como inimigo os Lannister pode ser fatal: a ambição dessa família pelo poder parece não ter limites e o rei corre grande perigo. Agora, sozinho na corte, Eddard percebe que não só o rei está em apuros, mas também ele e toda sua família. (SKOOB)
Olá o/ Primeiramente Feliz 2014, porque este é o primeiro post do blog neste ano. Essa ainda é uma resenha do ano passado (e tem várias ainda, acreditem), mas ta valendo. Eu
sou louca para ler esses livros desde que comecei a assistir a série.
Ou talvez antes, eu realmente não me lembro, mas não tem importância e nem sei por
que estou falando isso. Enfim, acabei lendo este primeiro volume em inglês e
simplesmente adorei. A leitura não é nada fácil, mas vale completamente à pena.
O
livro se passa em um lugar cruel, onde o verão pode durar 10 anos (tempo demais
pra mim, eca) e o inverno, para sempre. A trama gira em torno dos Starks, a
família que comanda as terras geladas de Winterfell.
O rei Robert faz uma viagem até lá e faz um pedido (COF comanda COF) para Ned Stark e ele acaba aceitando. E isso
acaba mudando a história deles. Olha que triste (?), mas a vida é assim.
Eu
sou suspeita para falar de Game of Thrones, já que adoro o seriado, mas vou
tentar mesmo assim e espero conseguir. É tudo de bom esse livro! As terras onde
se passa a trama é demais, tudo obscuro e você fica com a sensação de que tudo
de ruim pode acontecer – e geralmente acontece. Todos têm suas respectivas
terras, casas e até suas ‘palavras’. Adoro toda vez que eles falam “winter is coming”, que é o mantra dos
Starks. A leitura em inglês é beeem tensa e complicada, não indico para os
iniciantes nesse idioma. Em português deve ser tudo ok, não sei (?). A
narrativa é em terceira pessoa e cada capítulo acaba falando mais sobre alguma
pessoa específica. Nesse primeiro livro tem da Catelyn, Ned, Daenerys, Bran,
Jon, Tyrion e Arya. Ah, teve a Sansa também. Coitada, sempre me esqueço dela,
ela é tão animada e feliz (??).
Enfim,
a trama é boa, só que tem muitos detalhes e o leitor precisa ficar atento para
não perder nada e conseguir entender tudo. É quase impossível lembrar todos
aqueles nomes, eu me confundo com todos então crio apelidos para eles (?). Eu
faço isso com todos os personagens, mas não vem ao caso.
Em
alguns pontos o livro fica um pouco entediante. São muitas páginas, muitos
detalhes, muitas pessoas e no meio do livro algumas narrações deixam a leitura
um pouco mais lenta. Ou talvez seja porque eu não gostava daquelas partes nem
na série, então posso ter sido influenciada (?). Fora isso eu não encontrei
nenhum ponto positivo, foi tudo muito bom. Achei que a primeira temporada da
série foi bem fiel a esse primeiro livro. Gostei disso. Acho super ruim quando
a série ou o filme muda completamente a trama que tem no livro. Não adianta
falar que é porque é só uma adaptação e talz. Se for pra fazer algo ruim, nem
faça. Pronto, falei.
Personagens
de GOT são osso duro de roer (?). Cada um tem sua personalidade bem definida e
suas crenças também. Eu adoro a Daenerys.
Queria que todas as narrações se focassem mais nela. No livro usa muito o
apelido Dany para falar dela, então vou usar ele no resto dessa resenha caso
fale muito dela. Acho a trama dela uma das mais legais do livro. Ela é uma das
últimas da linhagem dos Targaryen, já que o rei Robert e seus aliados acabaram
com todos quando se rebelaram contra Aerys, o rei louco. Ela tem o irmão Viserys, que quer sair de onde estão e
voltar para King’s Landing e ser o rei por direito, tirando assim o Usurpador
(que é como eles chamam o Robert) do trono. Ele não mede esforços para
conseguir isso, já que até arranjou o casamento de Dany com Drogo, que comanda um povo selvagem, em
troca de homens para ir tomar o trono pra si. Senti pena dela no começo por
conta disso, mas depois fiquei feliz porque ela soube ver o lado bom nessa
situação.
Outro personagem que amadureceu no jeito de pensar, e que eu adoro, foi Jon Snow, o filho bastardo de Ned Stark. Ele vai para a Muralha, que protege as terras, para ser parte da Patrulha da Noite (Night’s Watch). A trama dele também é boa e se passa em terras muuuito geladas, longe do povo falso que mora em King’s Landing. Um exemplo dessas pessoas são todos da família Lannister. Ok, talvez eu ainda dê um pouco de crédito para o Tyrion, porque ele é o mais engraçado do livro e as melhores frases são deles. Cersei é uma rainha muito ambiciosa e que não poupa limites para conseguir o que quer. O irmão gêmeo dela, Jaime, é um bobão e não vou comentar dele para não passar muita raiva.
Outro personagem que amadureceu no jeito de pensar, e que eu adoro, foi Jon Snow, o filho bastardo de Ned Stark. Ele vai para a Muralha, que protege as terras, para ser parte da Patrulha da Noite (Night’s Watch). A trama dele também é boa e se passa em terras muuuito geladas, longe do povo falso que mora em King’s Landing. Um exemplo dessas pessoas são todos da família Lannister. Ok, talvez eu ainda dê um pouco de crédito para o Tyrion, porque ele é o mais engraçado do livro e as melhores frases são deles. Cersei é uma rainha muito ambiciosa e que não poupa limites para conseguir o que quer. O irmão gêmeo dela, Jaime, é um bobão e não vou comentar dele para não passar muita raiva.
Ainda
tem a Catelyn, que é a mulher do
Ned. Eu gosto dela. Ela é muito forte e fiel a sua família. Ned é muito fiel aos seus amigos, mesmo
que eles não sejam a ele. Eu acho que ele deveria ter ficado quieto em Winterfell, mas ele não fez isso e
resultou nesse livro (?). Arya é uma
menina genial, muito diferente de sua irmã sonsa, a Sansa. Ainda tem o Robb,
Theon e tantos outros, mas não posso
citá-los senão essa resenha não vai terminar nunca.
Resumindo:
eu a-d-o-r-e-i esse livro, já quero ler loucamente os próximos. Teve alguns pontos
um tanto entediantes, mas nada que comprometa demais a sua leitura. E é isso,
super recomendo para todos que gostam de fantasia, ação e coisas sombrias. Quem
não gosta de cenas de muito sangue e cenas pesadas, passe bem longe desse
livro, é o meu único conselho. É isso por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 09:59 8 comentários
Retrospectiva Literária 2013
Olá, olá o/
Ah, mais uma retrospectiva, mais um ano que passou. Esse ano foi terrível nas leituras para mim gente, sério, espero que 2014 seja bem melhor. Oremos. Enfim, aqui está então a minha retrospectiva, vamos ver o que temos. E, claro, essa retrospectiva literária é promovida pelo blog Pensamento Tangencial :)
- A aventura que me tirou o fôlego:
- O suspense mais eletrizante:
Garota Exemplar,
mas apenas na primeira parte do livro, depois eu meio que cansei. No geral, o
suspense foi bacana e me assustou bastante, principalmente os personagens.
- O romance que me fez suspirar:
Nenhum! Foi difícil esse ano gente,
sério, não ta fácil não, vou ver se o ano que vem melhora – tomara.
- A saga que me conquistou:
Bloodlines, se é que isso pode ser chamado de saga, mas não
encontrei outra disponível (?). Eu adorei o primeiro livro e agora preciso do
segundo, assim como preciso ler Academia de Vampiros também, né? Eu nunca sigo
as sequencias das séries direito, isso é um problema, mas já me acostumei.
- O clássico que me marcou:
O
Diário de Anne Frank é um clássico, certo? Pra mim é, então
pronto, é este mesmo. Preciso ler mais clássicos, eu sei, sempre prometo que
vou ler e nunca leio, típico.
- O livro que me fez refletir:
Luminoso da Alyson Noel. Eu estava em um dia tão deprê e
afins, peguei este livro e li em poucas horas. Fiquei mais feliz e entendida
das coisas (?).
- O livro que me fez rir:
As
Probabilidades do Amor à Primeira Vista.
Ufa, que nome grande. Um livro tão fininho e tão fofinho, que me fez rir em
vários momentos sim. Adorei.
- O livro de fantasia que me encantou:
Guerra
dos Tronos, pronto. Nada mais a comentar, o nome
do livro diz por si só (?).
- O livro que me decepcionou:
Foram tantas decepções este ano que nem
sei por onde começar. Duas que eu consigo me lembrar agora: Dias de Sangue e Estrelas, porque não
foi tão bom quanto o primeiro? Triste; e teve A Desconstrução de Mara Dyer, que eu queria tanto gostar e acabei
me decepcionando.
- O livro que me surpreendeu:
Bom
de Briga do Markus
Zusak. O primeiro livro não é lá aquelas maravilhas, mas esse segundo livro
foi uma grande surpresa que me fez adorá-lo sem parar.
- O thriller psicológico que me arrepiou:
Ainda estou lendo ele, mas creio que
termino ainda esse ano (por isso o coloquei na contagem), Sob a Redoma do Stephen King.
Sério, esse livro é tenso e todo trabalhado no psicológico, então está
merecendo ser o último desse ano – principalmente porque eu estava
completamente louca para lê-lo *-*
- O livro mais criativo:
Apesar de eu não ter gostado dele, Todo Dia do David Levithan foi um dos
livros mais criativos que eu li este ano. Todo aquele lance de trocar de
corpos, achei muito bem criado e fiquei com medo também (?).
- O infanto-juvenil que se superou:
Minha
vida fora de Série da Paula
Pimenta, com certeza. Eu não tinha gostado muito de FMF (o primeiro, só li
esse por enquanto, vou tentar ler os outros antes de formar uma opinião), mas
apesar de tudo resolvi dar uma chance a essa outra série e adorei :)
- O livro que mudou a minha forma de ver o mundo:
Como
eu era antes de você <3 Esse livro mudou minha forma de
ver várias coisas, então creio que ele deve estar aqui.
- O(a) autor(a) revelação:
Creio que foi a Philippa
Gregory. Li dois livros dela este ano e simplesmente adorei, e olha que eu
nem sou muita fã de romances históricos, porém confesso que tenho uma queda por
livros que tenham personagens da nobreza (?).
- O melhor livro nacional:
Do Seu Lado foi com certeza o melhor livro nacional que
eu li este ano. Li poucos, vou tentar ler mais em 2014 - eu disse tentar.
- O melhor livro que li em 2013:
Complicada essa perguntinha, mas
vamos lá avaliar o que eu gostei esse ano. Creio que o melhor livro que li
foi Guerra dos Tronos do George R.R. Martin <3 Teve também Starters que eu simplesmente amei de
paixão, não vejo a hora de ler o segundo.
- Li em 2013 ...... livros.
Minha meta era ler 50 livros, mas eu
consegui ultrapassar, ae o/ Li 74 livros
em 2013.
- A minha meta literária para 2014 é:
Bom, vou continuar com a minha meta
regular de 50 livros. Sempre coloco menos para que assim eu fique feliz caso
leia mais que isso (?).
É isso ai galera o/ Feliz 2014 pra vocês, que todos os seus sonhos se realizem, paz, saúde, amor, felicidade e dinheiro pra comprar livros, é claro haha Beijos galera, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 12:00 8 comentários
A Casa de Hades (Os Heróis do Olimpo #4) - Rick Riordan.
Título: A
Casa de Hades.
Original: The House of Hades.
Autor:
Rick Riordan.
Serie:
Os Heróis do Olimpo, #4.
Editora:
Intrínseca.
Nota:
4/5.
A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los. A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofre com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la. (SKOOB)
Eu
nunca sei o que esperar dos livros do Riordan, eles sempre me surpreendem de
alguma forma. Ou então eu sou péssima em adivinhar as coisas, pode ser isso
também, nunca se sabe (?). Enfim, esse livro foi dos ‘excluídos’, aqueles
pobres personagens que a gente acha ser só coadjuvante, sabe? Então, eles
botaram pra quebrar e sambaram na cara dos protagonistas. Vamos à resenha.
Esta
resenha contém spoilers dos livros
anteriores, portanto leia por sua própria conta e risco.
O
livro começa com os que restaram, Jason, Piper, Hazel, Nico, Frank e Leo,
tentando seguir seu caminho até a Casa de
Hades. Percy e Annabeth estão tentando sobreviver lá
no Tártaro, onde acidentalmente (?) caíram ainda no outro livro. Muitas
aventuras e confusões aguardam pela frente. É isso, acho que qualquer outra
coisa seria spoiler.
Este
livro foi uma leitura muito boa, porém acho que foi o mais fraquinho da série
até agora. Continua sendo narrado em terceira pessoa, mas cada capítulo mostra
mais a versão de um personagem. Neste livro tem capítulos para todos os
personagens, diferente dos outros nos quais sempre algum ficava de fora. Tem
muita ação e confusão, é claro, já que os deuses rivais e outras criaturas
sempre entram em seu caminho para tentar detê-los. Apesar de ter gostado muito
do livro em geral, achei que foi um pouco enrolado demais. Eu entendo que seja
o penúltimo livro da série e precisa enrolar um pouco para que tudo aconteça
apenas no final e blábláblá, mas mesmo assim, achei que poderia ter sido bem
menos enrolado tirando algumas partes que não fariam falta a série.
O
final foi um tanto normal, o que me incomodou. Queria algo mais traumático para
que eu ficasse ansiosa para o próximo livro. Não me entendam mal, eu estou
ansiosa para o último livro, mas ta na cara que tudo vai ficar bem e fim. Todos
os livros são assim, não é? Enfim, isso foi o que me desagradou no livro, o
resto foi interessante.
Gostei
muito do destaque aos personagens mais ‘excluídos’. Hazel, Frank e Piper, eles
são os excluídos pra mim e arrasaram nesse livro. Fico feliz por eles, apesar
de Hazel ser a única que eu gosto de verdade. O Frank me surpreendeu, eu já estava achando que ele seria inútil e
que morreria quando alguém botasse fogo naquele graveto. Porém ele se mostrou
um verdadeiro filho de Marte (ou
Ares, como é a forma grega) e arrasou nas artes da guerra. Ele que salvou os
outros em várias partes do livro. Alguém tinha que salvar já que o semideus
principal deles estava lá no Tártaro com a namorada. Piper não precisou de armas de ponto para enfrentar o desafio
proposto a ela, só foi preciso de um pouco de amor, e convenhamos que as vezes
o amor é a melhor arma (?) – no caso dela foi, sortuda. A Hazel também tinha um desafio proposto por uma deusa e se concentrou
nisso no livro todo. Gostei de ver. A única coisa que eu não gosto é do namoro
dela com o Frank, eles não formam um casal legal ao meu ver, mas nada posso
fazer. Enfim, esses três foram o destaque desse livro e isso me agradou, é
fácil para os outros semideuses principais serem sempre os heróis da vez, mas
para os pobres excluídos é difícil (?).
Percy
está lá no Tártaro junto com Annabeth,
por isso não está podendo ajudar seus outros amigos. Eles são fofos juntos,
preciso admitir, e se saíram razoavelmente bem ao caírem lá no poço. Claro que
estando junto com Annabeth e seus
bons planos para sobrevivência também ajudam. Apesar de tudo, eles não se
destacaram muito, tudo que eles conseguiram foi com a ajuda de outras pessoas,
digo, criaturas. Semideus que é semideus tem que ter contatos até lá no
Tártaro, faz o favor (?). Jason
ficou um tanto apagado nesse livro, o que eu não achei ruim já que não caio de
amores por ele, na verdade já me cansei dele. Ele não é um bom líder, ficou na
cara isso. O Frank é muito melhor que ele, falo mesmo. Enfim, ele teve alguns
momentos na série e se tornou um pouco mais compreensivo com Nico, o sombrio
filho de Hades. Falando no Nico, ele me surpreendeu nesse livro,
não estava esperando aquela revelação dele. Eu nunca iria pensar nisso, sério.
Nico foi o único que não teve um capítulo só pra ele, pois é muito mais
excluído que os outros (?).
Leo é muito amor, eu
simplesmente adoro ele, mas não consegui suportar as partes dele nesse livro.
Pobre coitado, sinto que ele é o único que fica ‘sobrando’ ali no navio e tenho
medo do futuro dele, mas espero que dê tudo certo, vou orar para os deuses do Olimpo.
Resumindo:
muito bacana esse livro, porém enrolado demais. Fico então a espera do último
livro para saber o que eles vão fazer para deter Gaia e os seguidores dela. É
só isso por hoje, nada tenho a dizer mais. Creio que esta seja a última resenha
antes do Natal, então como não sei se postarei alguma outra coisa, aqui deixo
meus votos de um Feliz Natal para
todos, que ganhem muitos presentes e que estejam felizes com seus
familiares/amigos nesta data feliz. É isso, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 09:33 15 comentários
Entre Mundos - Brenna Yovanoff.
Título: Entre Mundos.
Original: The Space Between.
Autora: Brenna Yovanoff.
Editora: Bertrand Brasil.
Nota: 3/5.
Eu já tinha lido um outro livro dessa autora e gostei na medida do possível. Esse me pareceu muito bacana, porque a menina é um demônio. Me lembra Supernatural, eu gosto. Enfim, dei uma chance para esse livro e gostei da leitura. Ok, o final não foi bacana, mas o resto do livro compensou.
O livro conta sobre Daphne, a garota demônio filha de Lilith e Lúcifer. Ela vivia feliz para sempre lá em uma cidade no Inferno até que seu irmão decide ir embora de lá e misteriosamente desaparece. Ela então foge para a Terra atrás dele, decidida a encontrar seu irmão Obbie. Ela só não esperava começar a sentir emoções que nunca sentira antes, principalmente quando está perto de Truman, um menino cuja vida foi praticamente salva por Obbie algumas vezes. E é isso, ela segue em busca do seu irmão, temendo os horrores que pode ocorrer com ela na Terra e... só, nada mais a declarar, é melhor vocês lerem a sinopse ali em cima, obrigada.
Gostei. Não esperava muita coisa, mas o livro acabou me surpreendendo em alguns aspectos. É narrado em alguns capítulos em primeira pessoa, pela Daphne, e outros são feitos em terceira pessoa, principalmente quando mostra mais sobre o Truman. A escrita é boa e a trama tem tudo para dar certo. Gostei muito de como a autora mostrou a cidade no Inferno onde a Dap morava, diferente das coisas que eu já tinha lido, gostei mesmo.
O começo é bem interessante, quando nos introduz a história da Lilith e de como ela conheceu Lúcifer, da vida da Daphne lá no Inferno e do se afeto pelo irmão, Obbie. Na metade do livro, quando ela vai para a Terra, há uma mistura de romance básico e tensão, já que há uma ameaça aos demônios.
O final foi um pouco desagradável. Eu gostei de alguns acontecimentos, mas o modo como terminou foi totalmente estranho. Não sei, não gostei totalmente, mas tudo bem. Isso então estragou um pouco a minha leitura, porém de resto eu gostei de basicamente tudo. Uma leitura fácil e agradável, só não espere algo que vai mudar a sua vida completamente, dai é melhor você buscar um outro título (?).
As personagens foram agradáveis. A Daphne era muito ingênua no começo, ela não sabia como funcionava as coisas na Terra, já que nunca tinha saído do Inferno. Ela então começa a se adaptar e entender um pouco de como as coisas funcionam. Eu gostei dela, não era uma protagonista bobinha que fazia tudo o que os outros queriam. Ela foi em busca do irmão e não iria desistir de encontrá-lo por nada nesse mundo. Obbie apareceu pouco na trama, mas ele é bacana. Gostei de todo o afeto entre irmãos deles dois, bonitinho.
O Truman era o humano que tinha sido salvo pelo Obbie e que a Dap pensou que poderia ajudá-la nessa busca pelo irmão. Ele é totalmente perdido, vive bebendo e fazendo bobagens desde que sua mãe morreu. Senti pena dele em vários momentos, coitado, ele é uma boa pessoa apesar de tudo, só é muito sofrido. Tem também o Moloch, que se eu não me engano é primo da Daphne. Ele é muito divertido, gostei dele. Ajuda bastante na trajetória da protagonista, apesar dele não aparecer com tanta frequência. Então, personagens está acima da média nesse livro, que bom (?).
Resumindo: essa resenha ficou pequena, mas eu não sabia o que dizer. O livro é bom, você lê rapidamente e sem maiores problemas. O final é um tanto estranho e pode não ser o melhor livro que você já leu sobre o gênero e a capa pode não ser das melhores, mas eu realmente recomendo se você quer uma leitura mais leve e sem compromissos (?). É isso por hoje, fim.
Original: The Space Between.
Autora: Brenna Yovanoff.
Editora: Bertrand Brasil.
Nota: 3/5.
Depois do enorme sucesso de O substituto, Brenna Yovanoff, no esperado Entre mundos, envereda novamente pelo gênero fantástico, tendo sempre como pano de fundo um mundo nebuloso e personagens sombrios. Os romances da autora já ultrapassaram a marca de um milhão de cópias vendidas no mundo, figurando sempre nas listas de mais vendidos dos EUA e da Grã-Bretanha. A protagonista Daphne vive em Pandemonium desde que nasceu e sempre se sentiu excluída, um peixe fora d’água. Mesmo sendo filha de Lúcifer e Lilith, a mulher mais poderosa do inferno, a menina sempre teve o desejo de uma vida diferente da de suas irmãs, que se alimentam do sofrimento humano. Já seu irmão, Obie, que se dedica a salvar espíritos desvirtuados na Terra, é um ídolo e a esperança de Daphne para mudar de vida. Quando Obie é raptado, Daphne foge para a Terra para resgatá-lo e tentar encontrar seu verdadeiro caminho. Ela só não imaginava conhecer o misterioso e desprotegido Truman. O novo livro de Brenna Yovanoff é mais do que um romance para jovens, como a maioria no mercado editorial. Ele apresenta, além de uma história intrigante, um debate inteligente e bem-construído a respeito do bem e do mal na sociedade. Com isso, a autora desconstroi o maniqueísmo inerente aos seres humanos, que estão sempre buscando o mocinho e o vilão. Entre mundos é um romance transcendental sobre uma jovem – que também é um demônio – e sua procura pelo amor na Terra. Uma história que põe em questão a ética, os valores e os sentimentos humanos neste e em outros mundos. (SKOOB)
Eu já tinha lido um outro livro dessa autora e gostei na medida do possível. Esse me pareceu muito bacana, porque a menina é um demônio. Me lembra Supernatural, eu gosto. Enfim, dei uma chance para esse livro e gostei da leitura. Ok, o final não foi bacana, mas o resto do livro compensou.
O livro conta sobre Daphne, a garota demônio filha de Lilith e Lúcifer. Ela vivia feliz para sempre lá em uma cidade no Inferno até que seu irmão decide ir embora de lá e misteriosamente desaparece. Ela então foge para a Terra atrás dele, decidida a encontrar seu irmão Obbie. Ela só não esperava começar a sentir emoções que nunca sentira antes, principalmente quando está perto de Truman, um menino cuja vida foi praticamente salva por Obbie algumas vezes. E é isso, ela segue em busca do seu irmão, temendo os horrores que pode ocorrer com ela na Terra e... só, nada mais a declarar, é melhor vocês lerem a sinopse ali em cima, obrigada.
Gostei. Não esperava muita coisa, mas o livro acabou me surpreendendo em alguns aspectos. É narrado em alguns capítulos em primeira pessoa, pela Daphne, e outros são feitos em terceira pessoa, principalmente quando mostra mais sobre o Truman. A escrita é boa e a trama tem tudo para dar certo. Gostei muito de como a autora mostrou a cidade no Inferno onde a Dap morava, diferente das coisas que eu já tinha lido, gostei mesmo.
O começo é bem interessante, quando nos introduz a história da Lilith e de como ela conheceu Lúcifer, da vida da Daphne lá no Inferno e do se afeto pelo irmão, Obbie. Na metade do livro, quando ela vai para a Terra, há uma mistura de romance básico e tensão, já que há uma ameaça aos demônios.
O final foi um pouco desagradável. Eu gostei de alguns acontecimentos, mas o modo como terminou foi totalmente estranho. Não sei, não gostei totalmente, mas tudo bem. Isso então estragou um pouco a minha leitura, porém de resto eu gostei de basicamente tudo. Uma leitura fácil e agradável, só não espere algo que vai mudar a sua vida completamente, dai é melhor você buscar um outro título (?).
As personagens foram agradáveis. A Daphne era muito ingênua no começo, ela não sabia como funcionava as coisas na Terra, já que nunca tinha saído do Inferno. Ela então começa a se adaptar e entender um pouco de como as coisas funcionam. Eu gostei dela, não era uma protagonista bobinha que fazia tudo o que os outros queriam. Ela foi em busca do irmão e não iria desistir de encontrá-lo por nada nesse mundo. Obbie apareceu pouco na trama, mas ele é bacana. Gostei de todo o afeto entre irmãos deles dois, bonitinho.
O Truman era o humano que tinha sido salvo pelo Obbie e que a Dap pensou que poderia ajudá-la nessa busca pelo irmão. Ele é totalmente perdido, vive bebendo e fazendo bobagens desde que sua mãe morreu. Senti pena dele em vários momentos, coitado, ele é uma boa pessoa apesar de tudo, só é muito sofrido. Tem também o Moloch, que se eu não me engano é primo da Daphne. Ele é muito divertido, gostei dele. Ajuda bastante na trajetória da protagonista, apesar dele não aparecer com tanta frequência. Então, personagens está acima da média nesse livro, que bom (?).
Resumindo: essa resenha ficou pequena, mas eu não sabia o que dizer. O livro é bom, você lê rapidamente e sem maiores problemas. O final é um tanto estranho e pode não ser o melhor livro que você já leu sobre o gênero e a capa pode não ser das melhores, mas eu realmente recomendo se você quer uma leitura mais leve e sem compromissos (?). É isso por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 13:26 6 comentários
Dias de Sangue e Estrelas - Laini Taylor.
Título: Dias de Sangue e Estrelas.
Original: Days of Blood and Sunlight.
Autora: Laini Taylor.
Editora: Intrínseca.
Nota: 2/5.
Eu gostei tanto do primeiro livro dessa série, Feita de Fumaça e Osso, e estava curiosa para o que iria acontecer nessa continuação. Não tinha tantas expectativas já que nem sabia do que iria se tratar esse segundo livro, eu nunca sei nada. Li e acabei não gostando, infelizmente, o que já está se tornando rotineiro na minha vida literária caso você tenha lido a maioria das minhas últimas resenhas amarguradas. Vamos ao que interessa.
Essa resenha pode conter alguns spoilers do primeiro livro, então leia por sua própria conta e risco.
Neste segundo livro, Karou está no meio de uma guerra entre serafins e quimeras, na verdade os serafins praticamente já ganharam essa batalha. Mas ainda não ganharam a guerra, não se depender da Karou. Ela se vê aliada com seu antigo 'rival', Lobo Branco, e ainda ajudando-o e obedecendo as ordens dele. Será que assim ela vai conseguir reparar os erros do passado? E seu amor por Akiva, o serafin bobão, como fica? Fim da sinopse.
Foi estranho. Eu fiquei confusa e perdida no começo, mas isso pode ter ocorrido porque eu não lembrava exatamente dos ocorridos no outro livro. Falha minha. A escrita da autora é bacana e os capítulos mostram um pouco dos outros personagens e não apenas dos principais, que por sinal são dois insuportáveis. Eu achei que demorou para acontecer alguma coisa, parecia que eu estava parada na mesma parte, mas já tinha lido uns dez capítulos. O bom é que os capítulos são razoavelmente curtos e isso facilita a leitura.
O romance dos dois ainda é muito insuportável. Ainda bem que eles ficam boa parte do livro separados. Não entendo essa guerra boba. Até gosto de uma guerra básica, mas essa eu não curti. O final me deixou curiosa e creio que muitas cabeças ainda vão rolar. A trama é interessante, eu gostei do começo falando de como a Karou está e o que está fazendo; assim como o final (como eu disse) que me surpreendeu, não estava esperando por isso, admito. Porém o meio foi sem graça e fiquei boiando em algumas partes, triste história.
A Karou está mais fechada e preocupada nesse livro. Ela está se restabelecendo em seu novo cargo e tentando achar um caminho para salvar o seu povo, os quimeras - que agora estão praticamente extintos. O Lobo Branco (ou Thiago, mas eu não acho que esse seja o nome dele original, já que todo mundo tem nome estranho nesse livro e o dele é o único normal, deve ser a tradução) me pareceu bem interessante no começo, ele parecia aquele tipo de vilão que amamos odiar. Daí ele fez algo insuportável no final e eu perdi a fé nos quimeras (?). Incrível a capacidade dos autores de estragarem os personagens que eu consigo gostar. Do Akiva eu ainda não consegui gostar tanto. Ele tem bom coração e tudo mais, porém ainda o acho um tolo. Talvez ele consiga melhorar no próximo livro, quem sabe.
Tem o Ziri, personagem novo e que se torna de muita importância no final do livro. Não gosto tanto da Karou, mas admito que ela foi esperta. A Zuzana e o namorado dela aparecem e eles sim são um casal engraçado e legal. Deviam ter muito mais cenas com eles, super apoio.
Resumindo: não curti esse segundo livro, porém o final me deixou intrigada e sei que tem muito potencial para o próximo livro. Vamos esperar e ver. É isso por hoje, recomendo vocês a começar essa série e ver se gostam do segundo depois. Estou uma chata crítica esses tempos, vocês sabem disso, me ignorem. Fim.
Original: Days of Blood and Sunlight.
Autora: Laini Taylor.
Editora: Intrínseca.
Nota: 2/5.
Karou, uma estudante de artes plásticas e aprendiz de um monstro, por fim encontrou as respostas que sempre buscou. Agora ela sabe quem é - e o que é. Mas, com isso, também descobriu algo que, se fosse possível, ela faria de tudo para mudar: tempos atrás Karou se apaixonou pelo inimigo, que a traiu, e por sua culpa o mundo inteiro foi punido. Na deslumbrante sequência de Feita de fumaça e osso, ela terá que decidir até onde está disposta a ir para vingar seu povo. Dias de sangue e estrelas mostra Karou e Akiva em lados opostos de uma guerra ancestral. Enquanto os quimeras, com a ajuda da garota de cabelo azul, criam um exército de monstros em uma terra distante e desértica, Akiva trava outro tipo de batalha: uma batalha por redenção... por esperança. Mas restará alguma esperança no mundo destruído pelos dois? (SKOOB)
Eu gostei tanto do primeiro livro dessa série, Feita de Fumaça e Osso, e estava curiosa para o que iria acontecer nessa continuação. Não tinha tantas expectativas já que nem sabia do que iria se tratar esse segundo livro, eu nunca sei nada. Li e acabei não gostando, infelizmente, o que já está se tornando rotineiro na minha vida literária caso você tenha lido a maioria das minhas últimas resenhas amarguradas. Vamos ao que interessa.
Essa resenha pode conter alguns spoilers do primeiro livro, então leia por sua própria conta e risco.
Neste segundo livro, Karou está no meio de uma guerra entre serafins e quimeras, na verdade os serafins praticamente já ganharam essa batalha. Mas ainda não ganharam a guerra, não se depender da Karou. Ela se vê aliada com seu antigo 'rival', Lobo Branco, e ainda ajudando-o e obedecendo as ordens dele. Será que assim ela vai conseguir reparar os erros do passado? E seu amor por Akiva, o serafin bobão, como fica? Fim da sinopse.
Foi estranho. Eu fiquei confusa e perdida no começo, mas isso pode ter ocorrido porque eu não lembrava exatamente dos ocorridos no outro livro. Falha minha. A escrita da autora é bacana e os capítulos mostram um pouco dos outros personagens e não apenas dos principais, que por sinal são dois insuportáveis. Eu achei que demorou para acontecer alguma coisa, parecia que eu estava parada na mesma parte, mas já tinha lido uns dez capítulos. O bom é que os capítulos são razoavelmente curtos e isso facilita a leitura.
O romance dos dois ainda é muito insuportável. Ainda bem que eles ficam boa parte do livro separados. Não entendo essa guerra boba. Até gosto de uma guerra básica, mas essa eu não curti. O final me deixou curiosa e creio que muitas cabeças ainda vão rolar. A trama é interessante, eu gostei do começo falando de como a Karou está e o que está fazendo; assim como o final (como eu disse) que me surpreendeu, não estava esperando por isso, admito. Porém o meio foi sem graça e fiquei boiando em algumas partes, triste história.
A Karou está mais fechada e preocupada nesse livro. Ela está se restabelecendo em seu novo cargo e tentando achar um caminho para salvar o seu povo, os quimeras - que agora estão praticamente extintos. O Lobo Branco (ou Thiago, mas eu não acho que esse seja o nome dele original, já que todo mundo tem nome estranho nesse livro e o dele é o único normal, deve ser a tradução) me pareceu bem interessante no começo, ele parecia aquele tipo de vilão que amamos odiar. Daí ele fez algo insuportável no final e eu perdi a fé nos quimeras (?). Incrível a capacidade dos autores de estragarem os personagens que eu consigo gostar. Do Akiva eu ainda não consegui gostar tanto. Ele tem bom coração e tudo mais, porém ainda o acho um tolo. Talvez ele consiga melhorar no próximo livro, quem sabe.
Tem o Ziri, personagem novo e que se torna de muita importância no final do livro. Não gosto tanto da Karou, mas admito que ela foi esperta. A Zuzana e o namorado dela aparecem e eles sim são um casal engraçado e legal. Deviam ter muito mais cenas com eles, super apoio.
Resumindo: não curti esse segundo livro, porém o final me deixou intrigada e sei que tem muito potencial para o próximo livro. Vamos esperar e ver. É isso por hoje, recomendo vocês a começar essa série e ver se gostam do segundo depois. Estou uma chata crítica esses tempos, vocês sabem disso, me ignorem. Fim.
Publicada por Vanessa à(s) 15:20 8 comentários
A Sociedade Cinderela - Kay Cassidy.
Título: A Sociedade Cinderela.
Original: The Cinderella Society.
Autora: Kay Cassidy.
Editora: Galera Record.
Nota: 2/5.
Esse livro é todo gracinha com o sapato de cristal na capa e o pink nas orelhas do livro. A sinopse da contracapa dá a impressão de que o livro é muito interessante. Porém, minha fase de 'livros-bons-mas-não-bons-o-suficiente' ainda não passou e esse livro não conseguiu escapar. Minhas últimas resenhas só estão assim, né? Triste história da minha vida literária (?).
O livro conta sobre Jess Parker, uma garota que sempre andou excluída/nas sombras porque se mudava muito e nunca podia se enturmar direito na escola. Eis então que ela recebe um convite para ser da Sociedade Cinderela, para ser uma Cindy e defender os Joviais das Malvadas e... ok, essa sinopse está horrível, mas não quero dar muitos spoilers e sair contando a história toda, porque não sei fazer essa sinopse sem spoilers, sorry.
Clichê. Esse livro me lembrou muito Meninas Malvadas, sabe? É meio bobonão o filme, este sim é divertido da primeira vez que você assisti, depois perde a graça pra mim. O propósito é bacana, as meninas da Soc são totalmente engajadas em fazer o bem para as pessoas que precisam delas e para elas mesmo - estando sempre com a autoestima boa. Mas esses nomes usados para denominar quem é quem e toda a briguinha delas foi bobo pra mim. Talvez o livro tenha sido escrito para público mais novo (to velha já), talvez minha irmã gostasse dele ou não, ele é mais crítica do que eu às vezes.
Enquanto aos detalhes técnicos, o livro é narrado em primeira pessoa, pela Jess. A letra é boa e os capítulos não são grandes, então dá para ler tranquilamente. Eu gostei do começo do livro, com ela sendo escolhida e todo o medo que sentia ao pensar que aquilo poderia ser uma brincadeira e que iriam rir dela. Eu fiquei com medo por ela, mas já adianto que tudo dá certo. Depois que ela entra na Sociedade, ficamos a parte de todas as regras e afins que elas têm. E elas são irritantes! Algumas fazem bem pra alma, como autoestima e roupas novas (??), mas tudo começou a me irritar no desenrolar da trama. Me pareceu que a Sociedade transformava as meninas em 'miss' para que elas fossem felizes. Porque elas não podem ser felizes usando roupas comuns? Isso me incomodou, nada digno, ninguém anda como uma top model 24 horas por dia! Ou você anda assim? Porque eu não ando.
As personagens são complicadas. Eu não lembro o nome de todas as Cindys e de todos os seus esconderijos e lances secretos, me perdoem. A Jess era bacana no começo. Ok, ela era meio excluída e desajeitada, mas eu gostei dela assim. Depois da Sociedade ela ficou diferente e se preocupando com umas coisas nada a ver. O bom é que ela não é tão submissa as regras da Sociedade, então isso foi bacana. Tem a Sarah Jane, uma Cindy que ajuda a Jess com as coisas. Que chata! Sério, no começo eu até a achava simpática, mas depois não aguentava mais nem ler os diálogos dela. A Lexy é a vilãzinha da trama. Ela vive tentando fazer a Jess se dar mal e isso dá certo em alguma vezes, coitada. Não foi uma vilã legal, ela estava mais para aquelas malucas estranhas. E por último tem o Ryan, o rapaz por quem Jess cai de amores. Ele divide seu tempo entre ser um sapo e depois príncipe, e por assim vai.
Resumindo: eu não curti por completo, mas teve momentos bons e algumas lições das Cindys são válidas. Se você está procurando um livro mais sério, passe longe deste; mas se quer algo mais leve, experimente e veja o que acha. Esse é o livro 01, provavelmente tem mais, eu creio, nunca sei de nada. É isso por hoje, fim.
Original: The Cinderella Society.
Autora: Kay Cassidy.
Editora: Galera Record.
Nota: 2/5.
Aos 16 dezesseis anos, Jess Parker se acostumou a ser invisível. Depois de mudar de escola várias vezes por conta do trabalho do pai, ela se conformou com o status de eterna garota nova. Mas agora Jess tem a chance de uma vida: um convite para participar da Sociedade Cinderela, um clube secreto das garotas mais populares da escola, onde makeovers fazem parte do pacote. Mas há mais a ser uma Cindy que apenas reinventar o visual. E Jess está prestes a descobrir. (SKOOB)
Esse livro é todo gracinha com o sapato de cristal na capa e o pink nas orelhas do livro. A sinopse da contracapa dá a impressão de que o livro é muito interessante. Porém, minha fase de 'livros-bons-mas-não-bons-o-suficiente' ainda não passou e esse livro não conseguiu escapar. Minhas últimas resenhas só estão assim, né? Triste história da minha vida literária (?).
O livro conta sobre Jess Parker, uma garota que sempre andou excluída/nas sombras porque se mudava muito e nunca podia se enturmar direito na escola. Eis então que ela recebe um convite para ser da Sociedade Cinderela, para ser uma Cindy e defender os Joviais das Malvadas e... ok, essa sinopse está horrível, mas não quero dar muitos spoilers e sair contando a história toda, porque não sei fazer essa sinopse sem spoilers, sorry.
Clichê. Esse livro me lembrou muito Meninas Malvadas, sabe? É meio bobo
Enquanto aos detalhes técnicos, o livro é narrado em primeira pessoa, pela Jess. A letra é boa e os capítulos não são grandes, então dá para ler tranquilamente. Eu gostei do começo do livro, com ela sendo escolhida e todo o medo que sentia ao pensar que aquilo poderia ser uma brincadeira e que iriam rir dela. Eu fiquei com medo por ela, mas já adianto que tudo dá certo. Depois que ela entra na Sociedade, ficamos a parte de todas as regras e afins que elas têm. E elas são irritantes! Algumas fazem bem pra alma, como autoestima e roupas novas (??), mas tudo começou a me irritar no desenrolar da trama. Me pareceu que a Sociedade transformava as meninas em 'miss' para que elas fossem felizes. Porque elas não podem ser felizes usando roupas comuns? Isso me incomodou, nada digno, ninguém anda como uma top model 24 horas por dia! Ou você anda assim? Porque eu não ando.
As personagens são complicadas. Eu não lembro o nome de todas as Cindys e de todos os seus esconderijos e lances secretos, me perdoem. A Jess era bacana no começo. Ok, ela era meio excluída e desajeitada, mas eu gostei dela assim. Depois da Sociedade ela ficou diferente e se preocupando com umas coisas nada a ver. O bom é que ela não é tão submissa as regras da Sociedade, então isso foi bacana. Tem a Sarah Jane, uma Cindy que ajuda a Jess com as coisas. Que chata! Sério, no começo eu até a achava simpática, mas depois não aguentava mais nem ler os diálogos dela. A Lexy é a vilãzinha da trama. Ela vive tentando fazer a Jess se dar mal e isso dá certo em alguma vezes, coitada. Não foi uma vilã legal, ela estava mais para aquelas malucas estranhas. E por último tem o Ryan, o rapaz por quem Jess cai de amores. Ele divide seu tempo entre ser um sapo e depois príncipe, e por assim vai.
Resumindo: eu não curti por completo, mas teve momentos bons e algumas lições das Cindys são válidas. Se você está procurando um livro mais sério, passe longe deste; mas se quer algo mais leve, experimente e veja o que acha. Esse é o livro 01, provavelmente tem mais, eu creio, nunca sei de nada. É isso por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 16:58 2 comentários
Laços de Sangue (Bloodlines #1) - Richelle Mead.
Título: Laços de Sangue.
Original: Bloodlines.
Autora: Richelle Mead.
Editora: Seguinte.
Nota: 3,5/5.
Olá galera o/ Eu sei, voltei a demorar para postar no blog, acho que sempre demoro. Esse final de ano está uma loucura na minha vida acadêmica, mas logo tem as férias ai. Enfim, vamos a resenha de hoje. Esse é o primeiro livro dessa autora super querida por várias pessoas (inclusive minha melhor amiga, espero que ela esteja lendo essa resenha) que eu li. E... não vou adiantar nada, vamos a resenha.
O livro conta sobre Sydney Sage, uma garota alquimista que não tem uma vida muito fácil. Ela deve proteger os humanos da existência dos vampiros e também tem que protegê-los se isso proteger os humanos (?). Ela é chamada para proteger a princesa Jill Dragomir de pessoas que querer matá-la, pobre coitada da nobre vampira. Mas ela acha os vampiros criaturas antinaturais e conviver dia a dia com eles pode ser bem mais complicado do que ela pensa, principalmente quando um desses vampiros é o baladeiro Adrian. E ainda tem tem que lidar com um ensino médio, coisa que ela já fez com os estudos em casa.... eu não queria ser essa menina nesse livro, coitada, eu senti dó.
Eu curti o livro, sério. Fazia algum tempo que eu não lia um livro exclusivo dos nossos colegas imagináriosou nem tanto que possuem presas e esse foi um bom livro para me relembrar o quanto eu gosto dele, apesar de todo mundo não aprová-los (?). A escrita da autora é boa e envolvente, fácil de ler. O livro é narrado em primeira pessoa pela Sydney e, graças aos deuses literários, ela não é uma personagem/mocinha ruim, na verdade ela é muito interessante. A trama é bacana e eu acabei pegando alguns spoilers básicos de Academia de Vampiros, mas isso não significa que você precisaria ter que ler essa série antes de Bloodlines. Eu entendi tudo (e algumas coisas perguntei para a minha especialista em vampiros) e gostei da história.
A trama de toda essa proteção para a princesa e das tatuagens com poderes estranhos foi o tema do livro, eu creio. Achei bem feito e adorei o fato da personagem principal ser uma humana e achar os vampiros estranhos e fora do normal, mesmo que alguns deles fossem legais. Apesar de eu achar isso tudo legal na literatura, se acontecesse ao vivo e a cores comigo, eu não sei se iria achar isso tão legal assim. Provavelmente eu sairia correndo, desmaiaria ou, se eu tivesse coragem, pediria um pouco de sangue pra fazer uns testes (?). Nunca se sabe.
Então porque não teve mais estrelinhas? Eu gostei, mas creio que estava esperando mais. Acho que foi toda a expectativa por esse ser um livro da autora e todo mundo fala super bem dela, mas eu ainda não tinha lido nada. O fato de você não dar uma nota alta para um livro é um problema de vários fatores (????). Também achei que poderia ter um pouco mais de ação, as coisas mais interessantes aconteceram bem no finalzinho e eu achei que poderia ter espalhado mais dessas cenas por todo o livro, já que os vampiros estão sempre em brigas. Mas também tem o fato de os Moroi não serem muito bons de briga, pelo menos o Adrian não gosta de sujar as mãos lindas dele com esses trabalhos braçais. Enfim, esse foi um dos defeitos que eu encontrei, mas também pode ter sido uma falha minha por conta das altas expectativas. Eu disse, um problema de vários fatores (?).
Personagens me agradaram. Eu achei a Sydney muito bacana, apesar de ela ser um tanto estranha com suas convicções e tudo mais, mas eu entendo que ela foi criada assim. Ela era muito confiante nas pessoas e tentava dar o melhor de si em tudo. Às vezes ela exagerava um pouco, porém ainda assim gostei dela. Senti pena por ela ter um pai tão babaca igual ao dela, francamente, coitada. Ela tinha tudo para ser uma protagonista chata e irritante, mas ela seguiu para o caminho certo e se livrou disso (?). Jill, a princesa, e Eddie, o guardião dela, foram bem divertidos também. No começo eu tinha minhas dúvidas enquanto a eles, admito. Depois fui vendo que as coisas não eram bem assim e gostei deles. Outra coisa que eu gostei foi que todos os personagens são um tanto misteriosos e sombrios, você acaba desconfiando de tudo e todos.
Ok, o Adrian não é tãããão sombrio. Achei ele bem mais baladeiro e divertido, adorava quando ele implicava com a Sydney - que acontece praticamente no livro todo. Eu senti pena dele no começo também e um pouco de raiva. Ele se comportava como um vampiro mimado e que não queria nada com nada. Depois eu também acabei dando o braço a torcer e passei a esperar que ela ficasse melhor. Gostei dele também, muito, assumo. Dois dos personagens de VA foram citados nesse livro, que foi a Rose e o Dimitri. Não sei como eles são em VA, já que não li a série, mas senti através desse livro que eles são dois arrogantes, não sei porque. Sério, eles são assim? Porque eu não gostei muito dessa Rose que eu imaginei através do livro, mas o Dimitri... já estou curiosa a respeito dele, sempre que eu lia o nome dele imaginava como ele era (?). Enfim, ainda preciso ler a outra série para ver se essas informações são mesmo verdadeiras.
Resumindo: eu curti a trama, adorei os vampiros, faltou um pouco de ação e vou começar a ler VA assim que possível. Eu recomendo, é claro, me diverti bastante com esse livro, tem várias partes engraçadas (pelo menos eu achei). É isso galera, nada mais a declarar, fim.
Original: Bloodlines.
Autora: Richelle Mead.
Editora: Seguinte.
Nota: 3,5/5.
Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger - os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável - ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono - o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade. Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie, quando os três são matriculados como irmãos no último lugar em que qualquer um procuraria a realeza dos vampiros - a Escola Preparatória Amberwood, em Palm Springs, na Califórnia. Mas entre uma pizza e outra, entre um jogo de minigolfe e uma conversa sobre garotos, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios - e proibidos - em Sydney... O problema é que além de refletir sobre suas convicções e se preocupar com o seu coração, que anda acelerando mais do que deveria, a garota terá de encarar outros inconvenientes um pouco mais graves, como as tatuagens que viraram febre entre os alunos da escola e que parecem conferir poderes sobrenaturais a quem as usa. De que ingredientes elas eram feitas? Quem estaria por trás disso? Será que havia algum alquimista traidor entre eles? Caberá a Sidney resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais. (SKOOB)
Olá galera o/ Eu sei, voltei a demorar para postar no blog, acho que sempre demoro. Esse final de ano está uma loucura na minha vida acadêmica, mas logo tem as férias ai. Enfim, vamos a resenha de hoje. Esse é o primeiro livro dessa autora super querida por várias pessoas (inclusive minha melhor amiga, espero que ela esteja lendo essa resenha) que eu li. E... não vou adiantar nada, vamos a resenha.
O livro conta sobre Sydney Sage, uma garota alquimista que não tem uma vida muito fácil. Ela deve proteger os humanos da existência dos vampiros e também tem que protegê-los se isso proteger os humanos (?). Ela é chamada para proteger a princesa Jill Dragomir de pessoas que querer matá-la, pobre coitada da nobre vampira. Mas ela acha os vampiros criaturas antinaturais e conviver dia a dia com eles pode ser bem mais complicado do que ela pensa, principalmente quando um desses vampiros é o baladeiro Adrian. E ainda tem tem que lidar com um ensino médio, coisa que ela já fez com os estudos em casa.... eu não queria ser essa menina nesse livro, coitada, eu senti dó.
Eu curti o livro, sério. Fazia algum tempo que eu não lia um livro exclusivo dos nossos colegas imaginários
A trama de toda essa proteção para a princesa e das tatuagens com poderes estranhos foi o tema do livro, eu creio. Achei bem feito e adorei o fato da personagem principal ser uma humana e achar os vampiros estranhos e fora do normal, mesmo que alguns deles fossem legais. Apesar de eu achar isso tudo legal na literatura, se acontecesse ao vivo e a cores comigo, eu não sei se iria achar isso tão legal assim. Provavelmente eu sairia correndo, desmaiaria ou, se eu tivesse coragem, pediria um pouco de sangue pra fazer uns testes (?). Nunca se sabe.
Então porque não teve mais estrelinhas? Eu gostei, mas creio que estava esperando mais. Acho que foi toda a expectativa por esse ser um livro da autora e todo mundo fala super bem dela, mas eu ainda não tinha lido nada. O fato de você não dar uma nota alta para um livro é um problema de vários fatores (????). Também achei que poderia ter um pouco mais de ação, as coisas mais interessantes aconteceram bem no finalzinho e eu achei que poderia ter espalhado mais dessas cenas por todo o livro, já que os vampiros estão sempre em brigas. Mas também tem o fato de os Moroi não serem muito bons de briga, pelo menos o Adrian não gosta de sujar as mãos lindas dele com esses trabalhos braçais. Enfim, esse foi um dos defeitos que eu encontrei, mas também pode ter sido uma falha minha por conta das altas expectativas. Eu disse, um problema de vários fatores (?).
Personagens me agradaram. Eu achei a Sydney muito bacana, apesar de ela ser um tanto estranha com suas convicções e tudo mais, mas eu entendo que ela foi criada assim. Ela era muito confiante nas pessoas e tentava dar o melhor de si em tudo. Às vezes ela exagerava um pouco, porém ainda assim gostei dela. Senti pena por ela ter um pai tão babaca igual ao dela, francamente, coitada. Ela tinha tudo para ser uma protagonista chata e irritante, mas ela seguiu para o caminho certo e se livrou disso (?). Jill, a princesa, e Eddie, o guardião dela, foram bem divertidos também. No começo eu tinha minhas dúvidas enquanto a eles, admito. Depois fui vendo que as coisas não eram bem assim e gostei deles. Outra coisa que eu gostei foi que todos os personagens são um tanto misteriosos e sombrios, você acaba desconfiando de tudo e todos.
Ok, o Adrian não é tãããão sombrio. Achei ele bem mais baladeiro e divertido, adorava quando ele implicava com a Sydney - que acontece praticamente no livro todo. Eu senti pena dele no começo também e um pouco de raiva. Ele se comportava como um vampiro mimado e que não queria nada com nada. Depois eu também acabei dando o braço a torcer e passei a esperar que ela ficasse melhor. Gostei dele também, muito, assumo. Dois dos personagens de VA foram citados nesse livro, que foi a Rose e o Dimitri. Não sei como eles são em VA, já que não li a série, mas senti através desse livro que eles são dois arrogantes, não sei porque. Sério, eles são assim? Porque eu não gostei muito dessa Rose que eu imaginei através do livro, mas o Dimitri... já estou curiosa a respeito dele, sempre que eu lia o nome dele imaginava como ele era (?). Enfim, ainda preciso ler a outra série para ver se essas informações são mesmo verdadeiras.
Resumindo: eu curti a trama, adorei os vampiros, faltou um pouco de ação e vou começar a ler VA assim que possível. Eu recomendo, é claro, me diverti bastante com esse livro, tem várias partes engraçadas (pelo menos eu achei). É isso galera, nada mais a declarar, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 15:09 12 comentários
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