Depois de enfrentarem as mais penosas missões, Percy Jackson e os outros tripulantes do Argo II ainda precisam encarar a pior de todas: chegar a Atenas a tempo de impedir que Gaia, a Mãe Terra, desperte. A Atenas Partenos irá para o oeste, enquanto o Argo II seguirá para leste. Os deuses, ainda sofrendo com a dupla personalidade, não podem ajudar. Como os semideuses conseguirão vencer sozinhos um exército de gigantes e impedir uma guerra entre os acampamentos? A viagem para Atenas é perigosa, mas não há outra opção. Eles já sacrificaram muito para chegar aonde estão. E, se Gaia despertar, será o fim. (SKOOB)
O Sangue do Olimpo (Os Heróis do Olimpo #5) - Rick Riordan.
Original:
The Blood of
Olympus.
Autor:
Rick Riordan.
Editora:
Intrínseca.
Nota:
4/5.
Série:
Os Heróis do Olimpo #5.
Eis
então que terminei mais uma série do Rick
Riordan, que emoção. Esse quinto, e último volume, era pra ser lido ainda
no final do ano passado quando eu o comprei, porém acabou parando em minhas
mãos agora no começo do ano. Vamos a resenha.
ALÔ-ALÔ!
Essa resenha contém alguns spoilers dos outros livros da série. Se você quer
pular todos eles, só ir para a parte final da resenha no ‘resumindo’ que fica
tudo bem. Avisados.
O
livro mostra a parte final da jornada dos sete semideuses para tentar destruir
Gaia antes que ela destrua o mundo todo. Será que eles vão conseguir? Mistério
misterioso (?).
Ah
gente, mesmo já um pouco cansada dessa mitologia grega romana (o que não
significa que eu não goste dela) e sem lembrar muito dos últimos acontecimentos
de A Casa de Hades, eu consegui
gostar desse último livro e torcer para todos terem um final feliz. Ok, nem
todos, queria mesmo é que o Octavian
fosse picado e jogado no Tártaro para todo o sempre. O livro trás mais enfoque
no Jason, Piper, Leo, Nico e Rayna, sendo que os três primeiros estão a bordo
do Argo II para impedir os planos de
Gaia, e os dois últimos estão viajando nas sombras para levar aquela bendita
estátua até o Acampamento Meio Sangue
de modo que impeça a guerra entre os dois acampamentos. Fiquei feliz por não se
focar no Percy e na Annabeth, eles já tiveram um final só deles na série Percy Jackson e os Olimpianos. O autor
ainda continua a me impressionar com as diversas situações esquisitas que os
personagens enfrentam, aquelas que a gente acha que não será impossível
escapar, quase uma missão impossível. Achei muitas partes engraçadas (como
sempre) e referências a coisas que eu gosto, o que é sempre bom de encontrar.
Foi uma leitura rápida e satisfatória, apesar do que eu vou citar no parágrafo
abaixo.
Só
achei que a guerra em si contra Gaia
foi um pouco fraca, estava esperando mais derramamento de sangue (?), mas foi
algo bem tranquilo e isso me decepcionou. O final também poderia ter sido
melhor, eu realmente não gostei, nada digno. Talvez o fato de eu não ter
gostado foi porque uma personagem que eu não curtia se deu bem, daí é uma coisa
muito sofrida. Não é bom isso. Então, por esses motivos a minha leitura não foi
maravilhosa. Pouco, mas eu sou assim mesmo, fazer o que (?).
Personagens,
preciso falar? Jason e Piper foram dois que eu aprendi a
gostar demais nesse livro. Sério, melhor casal de todos, desculpa Percy e
Annabeth. Piper super controlada, sambando fácil na cara da Annabeth. Ok,
talvez eu tenha que dar um desconto para a
Annabeth já que ela vivenciou coisas horrendas lá no Tártaro, mas eu ainda
não consigo gostar dela, sinto muito. Percy
está mais apagado, já que ele tem a sua própria série já, então muito injusto
com os outros se o seu destaque fosse supremo. Mesmo assim ele é útil, claro. Hazel e Frank também estão mais em segundo plano, mas o poder dela com a
Névoa e o dele de se transformar em diversas coisas são essenciais para os
contratempos que acharam no caminho. Leo,
eu costumava gostar dele, mas depois de ter se perdido na ilha e se apaixonado
pela Calipso, só pensa e fala nela.
Não é o tempo todo, mas eu não curti muito esse lance dos dois. Enfim, ainda
gosto dele e das suas piadas idiotas. Nico
e Reyna merecem um destaque enorme,
muito digno a participação deles nesse último livro. Eles pegaram uma missão
complicada, mas mesmo assim foram em frente e não desistiram. Quero um spin off com livros da Reyna como
principal, pra já <3
Resumindo:
eu gostei bastante, apesar dos pesares. Indico, claro, óbvio, nem precisava ter
falado isso, adoro os livros do Rick. To com saudades das Crônicas dos Kane,
vontade louca de reler. Enfim, é isso, até o próximo livro mitológico do Rick,
que vai falar um pouco sobre mitologia nórdica, da qual eu nada sei. Pronto,
fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 13 comentários
O Duque e Eu (Os Bridgertons #1) - Julia Quinn.
Título: O
Duque e Eu (Os Bridgertons #1).
Original: The Duke and I.
Autora:
Julia Quinn.
Editora:
Arqueiro.
Nota:
4/5.
Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. (SKOOB)
Eu
nunca fui muito de ler livros históricos, sabe? Era uma coisa que eu fazia
muito raramente, nunca dei a devida importância esse gênero literário. Então,
no ano passado comprei alguns que estavam em promoção e no começo desse ano
resolvi ler alguns deles. O Duque e Eu
foi o primeiro que eu li e simplesmente adorei.
O
primeiro livro da série Os Bridgertons
conta sobre Daphne Bridgerton, que é
uma moça cheia de personalidade e, apesar disso, apenas homens velhos e pouco
inteligentes parecem se interessar por ela, os outros só a querem como amiga.
Eis então que o duque de Hastings, Simon
Basset, retorna depois de um longo período viajando. O melhor é que ele
está solteiro, porém não pensa em se casar e ter filhos, o que pode decepcionar
as mães loucas para arranjarem um casamento para suas queridas filhas. Para se
livrar disso, ele resolve propor um acordo com Daphne, que por sinal é a irmã
do seu melhor amigo: ele finge que a corteja, deixando as mães longe dele e,
para o beneficio dela, com um duque a cortejando, outros poderiam começar a
vê-la com outros olhos. Ela é aceita, é claro, porém com o passar dos tempos,
Daphne acaba tendo que se controlar para não acabar se apaixonando por esse
charmoso cavalheiro, que parece ter aversão a tudo que ela sonha para sua vida
futura.
Porque
não li esse livro antes? Realmente não sei e me arrependo, porque simplesmente
amei a leitura. É oficial, estou apaixonada por romances históricos. Esse livro
é tão simples e encantador, a trama é boa e não tem como não se apaixonar pelos
personagens. Tem o romance, que vai se desenvolvendo aos poucos, com seus altos
e baixos, até chegar ao merecido final. Além de suspirar com o romance, me
diverti horrores com várias cenas e isso me deixou feliz. Eu simplesmente
adorei o livro, superou todas as expectativas que eu tinha, ainda bem. Os
diálogos são divertidos e tem sempre alguma coisa louca que acontece para mudar
o rumo de tudo que os personagens principais tinham planejado. Eu adorei é
isso. No começo de cada capítulo ainda tem um pequeno trecho de um jornal de
fofoca, da Lady Whitledown, falando
sobre as pessoas da alta sociedade, e claro que os personagens principais desse
livro estão entre os mais comentados. Adorava essas partes, são sempre
engraçadas e fiquei super curiosa para saber quem é essa pessoa fofoqueira.
Tipo uma Gossip Girl á moda antiga.
Só
não foi uma leitura completamente perfeita, porque no final o livro perdeu um
pouco o ritmo bom que tinha no começo e ficou tudo mais lento. Esse foi o único
ponto que chegou perto de ser negativo no livro, de resto eu adorei e me diverti.
Na noite que peguei esse livro para ler não conseguia mais parar e quando fui
ver, já tinha livro cem páginas. Quase metade do livro! Sério gente, vocês
precisam ler esse livro, é incrível.
Chegou
a parte que eu mais gosto e sim, já vou falar dos personagens principais, mas
antes preciso falar de outros dois que são incríveis e mal posso esperar para
ler seus respectivos livros. Sim, estou falando do charmoso Colin e do super
responsável Anthony. Eles são uns dos vários irmãos da Daphne (a família é grande)
e eu ansiava pelas partes que eles apareciam. O Colin é tão encantador.
Ele tem todo aquele ar de rebelde, cheio de mistérios e ao mesmo tempo é tão
carinhoso, principalmente com a Daphne e sempre está disposto a ajudá-la.
Impossível não amá-lo. O Anthony é o
irmão mais velho e está sempre fazendo coisas para proteger a sua família, por
isso ele aparece em várias cenas brigando com Simon, seu melhor amigo, depois
que ele e Daphne começaram a farsa. Eu gostava das partes que ele dava uma de
irmão mais velho preocupado. Adorei ele e fico feliz pelo segundo livro já
trazer a sua história. Ainda têm outros da família, como o Benedict, que apareceu pouco, e a mãe de todos eles, que é tão
paranóica e ao mesmo tempo super bacana, adorei todos eles. Agora sim, vamos
aos principais. A Daphne é uma
garota determinada e muito teimosa, enfrenta tudo e todos quando é preciso.
Simplesmente a adorei. O Simon é
todo charmoso, mas está tão preso aos princípios que impôs a si mesmo tantos
anos atrás, que isso me irritava diversas vezes. Apesar de tudo, eles formam um
bom casal e eu me diverti horrores com eles e os outros personagens.
Resumindo:
LEIAM! Sério, esse livro tem que vir com aquele selinho de ‘leia imediatamente após a compra’.
Adorei o livro e estou ansiosa pelos próximos. Super recomendo. O segundo livro
é O Visconde que me Amava e
recentemente a Arqueiro lançou o quinto
livro da série. Estou atrasada, só pra variar, preciso ler os outros. É isso
por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 7 comentários
Dois Garotos se Beijando - David Levithan.
Título:
Dois Garotos se Beijando.
Original: Two Boys Kissing.
Autor: David Levithan.
Editora: Galera Record.
Nota: 4/5.
Baseado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids, o livro segue os passos de Harry e Craig, dois jovens de 17 anos que estão prestes a participar de um desafio: 32 horas se beijando para figurar no Livro dos Recordes. Enquanto tentam cumprir sua meta — e quebrar alguns tabus —, os dois chamam a atenção de outros jovens que também precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer. (SKOOB)
EU VOLTEI! Todos vibram, ou não, sei lá (?). Gente, desculpa ter ficado todo esse tempo sem postar, porém tava tudo uma loucura e uma correria, só agora deu uma amenizada nas coisas e creio que terei meu tempo pro blog de novo. A resenha de hoje é de um livro que eu achei que não iria gostar. Todo
mundo fala horrores de bem (?) do David Levithan, porém eu nunca consegui ser
uma apreciadora dos seus livros. Em Will
& Will, assim como em Todo Dia,
achei que alguma coisa estava faltando, não consegui me acostumar com a escrita
diferente dele. Porém, quando Dois
Garotos se Beijando chegou aqui da editora Galera Record, eu resolvi dar mais uma chance e ver o que iria dar,
já que vi bons comentários a respeito desse livro. Resultado: eu gostei, de
verdade.
O
livro conta sobre vários meninos homossexuais, sendo os principais os dois que
estão tentando beijar o recorde de beijo mais longo para entrar para o livro
dos recordes: Harry e Craig. Vemos como essa decisão deles de
tentar bater esse recorde acaba influenciando na vida de outros casais e das
suas próprias famílias. Eu não sei como falar desse livro, eu tentei pelo
menos, mas veja a sinopse acima que está melhor.
Gostei
do livro. Achei que a trama foi leve e inspiradora, cheia de frases marcantes
pra vida de qualquer pessoa. Não marquei todas as frases porque senão iria
anotar o livro inteiro quase, mas trouxe algumas das primeiras que eu marquei
para mostrar aqui para vocês. Enfim, eu ainda estranho a escrita diferente
dele. Não tem divisão por capítulos, o livro só começa do nada e termina do
nada. Até a história não parece ter começo ou fim direito, é uma coisa estranha
que eu não consigo explicar e que você tem que ler para saber. Tentei não
deixar isso me incomodar como aconteceu nos outros livros e pronto, tudo fluiu
muito bem. Eu não estava lendo quase nada, meu ritmo de leitura tava muito
ruim, então ele veio em uma boa hora para me tirar dessa ressaca brava.
O
que eu mais gostei do livro foi essa trama diferente que ele tem, que são os
rapazes homossexuais. Hoje em dia vemos tanto ódio sendo espalhado por ai,
tanto preconceito acerca disso, porque as pessoas têm a cabeça pequena e nem
mais dois mil anos de evolução as levaria a pensar diferente. O amor é o que
importa, não interessa a quem você ame, só que você ame. É isso gente, porque
as pessoas não entendem? Eu fico brava com essas coisas, acho que qualquer
pessoa deveria ficar porque é inadmissível. Então, eu gostei da temática desse
livro e como os casais são tão lindos e a mensagem inspiradora que o livro
passa é tudo de bom. Não sei mais o que falar, ta bem difícil pra ser sincera.
Leiam.
“O amor é tão doloroso; como podemos desejar para alguém? E o amor é tão essencial; como podemos atrapalhar o progresso dele?” – Página 15.
Bom,
como eu disse, tem várias tramas a cerca de várias pessoas. O casal que quer
bater o recorde de beijo mais longo é Harry
e Craig. Eles são melhores amigos
agora, mas já foram namorados um dia. Olha a treta. Mas esse beijo significa
muito mais para eles, significa romper as barreiras e fazer as pessoas pararem
com o ódio. É difícil, como eu já disse, e em várias partes do livro há
contratempos, não só para eles, mas para os outros personagens também. Eles
estão fazendo isso por vários motivos, mas o principal é para seu amigo Tariq.
Eu não vou falar o que aconteceu para eles fazerem isso por ele também, sei lá,
acho que é um pouco spoiler ou algo
do tipo. Enfim, não vou falar. Peter
e Neil são outro casal do livro. As
coisas nem sempre são boas entre eles, na verdade tem sido um pouco diferente
do que era antes. Eu gostei deles e a minha parte preferida do livro incluiu um
deles, o Neil. Quando ele fala com sua família... eu amei essa parte e me dá
raiva não poder falar dela aqui para vocês porque não quero adiantar a trama.
Tem o Cooper, um garoto tão
solitário, sem amigos, sem o apoio da família. Eu sentia tanta dó nas partes
dele, queria que alguém o puxasse dessa depressão, que ele conversasse com os
pais, mas nem sempre as coisas são como a gente quer. Nem nos livros. Por
último, mas não menos importante, temos o casal com cabelo mais estiloso do
livro, Avery e Ryan. Eles acabaram de se conhecer, então vemos como as coisas vão
se desenrolando e tudo mais. Eu os adorei. Gostei de todos os personagens, acho
que cada um deles representou uma pessoa diferente, com vidas e batalhas pela
frente, então isso foi bem legal.
Sem
falar que com essa escrita diferente do autor, ele narra em primeira pessoa por
ele mesmo ou como um narrador em comum falando por todas as pessoas que já
passaram por isso ou coisa pior. NÃO SEI EXPLICAR! Que raiva que eu tenho
disso, mas é isso, não consigo explicar. Só sei dizer que eu gostei bastante,
só o fator de ainda não me acostumar direito com o sei começo e finais que me
irritou um pouco, o restante é bem bacana.
“Acordar é difícil, e acordar é grandioso. Observamos vocês se mexerem e saírem cambaleando da cama. Sabemos que a gratidão é a última coisa na sua cabeça. Mas vocês deveriam sentir gratidão. Vocês têm mais um dia.” – Página 30.
Resumindo:
lindo livro, cheio de significado e esperança de que um dia as pessoas deixem
de pensar que dois garotos (ou duas garotas) se beijando é errado. Eu
recomendo, leiam esse livro, de verdade e sintam apenas amor, encham seus
caderninhos com as lindas frases que tem nesse livro. É isso por hoje, até
mais, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 08:19 6 comentários
Etiquetas: david levithan, dois garotos se beijando, galera record
Desafio - C.J. Redwine.
Título:
Desafio.
Original:
Defiance.
Autora:
C.J. Redwine.
Editora:
Novo Conceito.
Nota:
3/5.
No interior das muralhas de Baalboden, à sombra do brutal Comandante da cidade, Rachel Adams guarda um segredo. Enquanto as outras garotas fazem vestidos e obedecem a seus Protetores, Rachel é capaz de sobreviver nas florestas e de manejar uma espada com destreza. Quando seu pai, Jared, é declarado morto em uma missão, o Comandante designa para Rachel um novo Protetor: Logan, o aprendiz de seu pai, o mesmo rapaz a quem Rachel declarou o seu amor há dois anos, e o mesmo que a rejeitou. Com nada além da forte convicção de que seu pai está vivo, Rachel decide fugir e encontrá-lo por conta própria. Mas uma traição contra o Comandante tem um preço alto, e o destino que a aguarda nas Terras Ermas pode destruí-la. (SKOOB)
Depois
de ter lido um livro distópico que foi uma completa decepção pra mim COF
Divergente, eu disse que não iria ler nada desse gênero por algum tempo,
mas acabei que resolvi ler Desafio, que também é meio desse tipo. Eu sei que
não gosto desse gênero literário, mas eu tento, vocês sabem. Resultado: não foi
tão ruim quanto eu esperava que seria, na verdade acho que foi um dos
distópicos mais originais que já li até agora.
O
livro se passa num futuro que foi devastado por criaturas malignas e as pessoas
agora moram em muralhas, e no caso da nossa protagonista Rachel, no interior
das muralhas de Baalboden, que é
comandada por um terrível comandante. Rachel
não é como as outras garotas, que ficam escolhendo vestidos e sabendo costurar,
ela sabe como sobreviver na floresta lá fora e a lutar. Eis que as coisas
estavam bem na vida dela, até que seu pai, Jared,
é declarado morto por não ter voltado de sua missão a tempo e o Comandante
designa que Logan, o aprendiz de seu
pai, seja seu novo Protetor. Só tem um probleminha, Rachel não vai muito com a
cara de Logan, na verdade eles eram até que amigos, só que ela revelou que
estava apaixonada por ele, só que o pobre aprendiz a rejeitou. Ela acaba não
tendo outra escolha a não ser ficar sobre os cuidados desse rapaz que ela tanto
odeia, porém não planeja ficar muito tempo no local. Rachel está convicta de
que seu pai ainda está vivo e planeja fugir para encontrá-lo, quer Logan a
ajude ou não. Só que seu plano acaba não dando certo, Logan acaba se tornando
um prisioneiro, ambos precisam enfrentar as consequências desse ato rebelde.
Tentei o melhor que eu pude, esse livro tem muitas coisas e daí não queria
falar demais, sei lá, enfim.
Eu
estava completamente engana a respeito desse livro. Achei que era uma coisa e
se mostra outra. Isso foi bom, já que apesar de estar curiosa pela leitura, não
esperava que fosse ao menos apreciá-la devido a minha decepção com distopias. Entretanto,
achei a trama muito bacana, gostei de como explicaram o fato de o mundo ter
quase sido destruído, por mais bizarro que isso possa ter sido. Achei diferente
e eu gostei disso. A narrativa é intercalada entre Logan e Rachel, sendo suas
narrações em primeira pessoa. Eu assumo que preferia quando o Logan estava
narrando, apesar dos pensamentos da Rachel serem mais legais, ela tendia a ser
um pouco chata as vezes. Gostei de como foi desenvolvendo o livro, os planos
deles e de como tudo podia falhar de uma hora para outra. Não podiam confiar em
ninguém, só um no outro. Então toda essa tensão, planos e falhas que os fizeram
sofrem, me fizeram aproveitar a leitura.
Claro,
nem tudo foi perfeito, infelizmente. Achei que muitas cenas foram prolongadas
ao nível máximo e sentia que estava sendo enrolada, porque tinha partes que não
aderiam nada a trama, segundo meu ponto de vista, claro. Então, algumas coisas
poderiam ter ocorrido de uma forma mais dinâmica, deixando assim o livro com um
ritmo melhor. O final me deixou bem curiosa, apesar de alguns fatos bem
estranhos terem acontecidos e ainda não me acostumei com esse cenário
pós-apocalíptico, mas estou curiosa para ver o que eles vão aprontar nos
próximos livros. Se eu não me engano, é uma trilogia. Distopias tendem a ser
trilogias, né? Não sei por que estou divagando desse jeito hoje, credo (?).
Os
personagens principais são bons, eu gostei deles. Rachel é uma menina corajosa e determinada, está bolando mil e um
planos para sair das muralhas e encontrar seu pai, já que não acredita que ele
esteja morto. Ela é bem rebelde e por mais que eu gostasse disso, às vezes
tinha vontade de socá-la e falar ‘segue o
maldito do plano, menina burra’. Sabe, esse tipo de coisa, normal. Logan é super querido. Ele tenta
manter toda a pose de durão perto da Rachel e quer mantê-la longe do perigo,
mas ao mesmo tempo também quer fazer seus próprios planos para ir procurar Jared. Eles dão certo, de uma maneira
diferente, mas acabou dando certo, eu acho. O romance demora a acontecer, vai
tudo de uma maneira vagarosa e às vezes dei murros mentais na Rachel enquanto a
esse assunto, e no Logan também, claro. Qual o sentido de gostar dos
personagens se você não sentir pelo menos um pouco de raiva deles? (?) Não
entendi o que eu falei, mas tudo bem. Tem mais personagens, porém vou citar
apenas um, que é o vilão de toda a trama, o Comandante. Que cara mais mala de todos, gente. Não agüentava ele.
Sempre tinha uma carta na manga pra ameaçar e destruir a vida das pessoas, que
cara detestável. Isso foi bom pra trama, um vilão bom. Vamos ver se aparece
alguém pior do que ele nos outros, nunca se sabe.
Resumindo:
eu gostei do livro, mas tem alguns pontos que poderiam ter sido diferentes. No
geral foi até que interessante e estou curiosa para ver como a trama vai andar.
O segundo livro é Deception e tem a
capa tão linda quanto a primeira, sou apaixonada por essas capas. Não vi
previsão de quanto será lançado por aqui e se será, mas vamos esperar e ver, lança Novo Conceito! É isso por hoje,
fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 13 comentários
O Pássaro - Samanta Holtz.
Título: O
Pássaro.
Autora:
Samanta Holtz.
Editora:
Novo Século.
Nota:
4/5.
Uma história romântica e surpreendente que irá prender sua atenção desde a primeira página. Você está preparado? Caroline Mondevieu é filha de um poderoso barão e tem tudo o que uma dama da época poderia querer: status, riqueza e um ótimo partido para se casar. Seus sonhos, no entanto, vão muito além de vestidos caros ou um bom marido; ela quer ser dona do próprio destino. Tudo parece perdido quando ela encontra Bernardo, um charmoso e irritante domador de cavalos. Eles não conseguem se entender até perceberem que, para alcançar o sonho em comum da liberdade, deverão passar por cima das diferenças e se unirem em um arriscado plano que promete transformar suas vidas para sempre. Grandes emoções os aguardam nessa jornada: perseguição, mistérios, ciganos e o despertar de um sentimento que insiste em se manter escondido. Mas o que parece tão simples envolverá mais magia e coincidências que eles podem imaginar, além da descoberta de segredos, até então, muito bem guardados. (SKOOB)
Tenho
os três livros da Samanta já
publicados, todos autografados, já encontrei com ela diversas vezes e ela é
sempre muito simpática, um amor de pessoa. Só que eu não sou um amor de pessoa,
sabe por quê? Porque demorei todo esse tempo para ler um livro dela. Olha que
vergonha, nem acredito nisso. Enfim, o importante é que eu li e isso já é um
bom começo. O Pássaro é tão
encantador como eu esperava que fosse e sim, não me julguem, eu amei o jeito
como ela terminou o livro.
O
livro conta sobre Caroline Mondevieu,
que é filha de um poderoso Barão, tem riqueza, um belo castelo, criados e um
ótimo cara para se casar. Porém ela quer algo a mais na sua vida, quer ser
livre, escolher o seu próprio destino. Que sonhadora. Eis que sua vida muda
quando conhece um charmoso domador de cavalos chamado Bernardo, que parece irritá-la sempre que ambos se encontram,
típico casal, né? Eles não estavam se dando bem, até que a vida dá uma
oportunidade de saírem da vida que levavam e encontrar liberdade, serem donos
de seu próprio caminho. Só que muitas coisas ainda os aguardam nessa linda
trama, até chegar ao final quando o destino mostra o que revela para eles.
Nossa, não ficou digna do livro, mas tudo bem.
Gente,
que livro mais incrível. Estava
esperando fortes emoções, praticamente todo mundo que eu conheço que leu chorou
com o livro, ficou com raiva do final e tudo mais o que teve direito. Então
sim, eu estava bem curiosa e esperando que alguma dessas coisas acontecesse
comigo. Porém, apesar de ter gostado bastante do livro, eu não chorei e não
fiquei com raiva do final, na verdade achei que ficou perfeito devido a tudo
que o livro estava insinuando, não poderia ter tido um final mais digno do que
esse. Não sei por qual motivo estou falando sobre o final primeiro, isso não
está de acordo com as normas (?), então vamos começar novamente. O livro é uma
graça, adorei a escrita da Samanta, a trama é muito boa, tem sempre alguma
coisa nova a ser descoberta, ciganos, segredos que mudam o rumo da trama e
lindos sentimentos. Gostei de como tudo foi acontecendo, do desenvolvimento do
romance e do casal. Sim, eu adorei quase tudo.
Quase.
Próximo ao final, o livro perdeu um pouco do ritmo que ele tinha no começo e
isso me incomodou um pouco. Fiquei com raiva de algumas coisinhas básicas e
isso também influenciou na leitura. Felizmente, as coisas que eu gostei foram
muito mais e isso deixou minha leitura muito boa. Não excelente, mas muito boa.
Já é muito mais do que outras leituras (?). O final foi a parte mais incrível
de todas. Eu fiquei chocada com as revelações finais, justo quando eu achava
que nada poderia abalar mais a trama e BUM!, acontece uma coisa dessas. Me
lembrou outro livro que eu li e que tinha algo parecido, o sentimento foi mais
intenso na outra leitura, mas sobrou um pouco de indignação para essa também.
Apesar disso, eu acho que ficou bom pra trama, deu um ar diferente de todo o
resto e fechou com chave de ouro. Sério, pensei que iria ficar toda raivosa com
o final. Felizmente eu fiquei agradecida pela autora ter feito do jeito que
fez, então é isso, sou diferente (?).
A Carolina é a típica mocinha de romances
históricos. Tem força, garra, enfrenta as pessoas, principalmente seu pai, e
sonha em poder escolher o melhor caminho para sua vida. Em algumas partes ela
fica um pouco mais chata, mas isso logo passa. As escolhas que ela fez no final
do livro me deixou ainda mais orgulhosa dela. O Bernardo tem toda aquela pose irritante do começo, sempre tentando
iniciar uma briga com a Caroline, a acusando de ser como todos os riquinhos
nojentos. Só que com o tempo, ambos começam a se entender e ele vê que ela não
é como pensava. Daí o romance acontece, não de imediato, demora, e eu gostei.
Tem ainda outros personagens que eu preciso citar, como o detestável pai da
Caroline, o barão, e a mãe dela, que no começo parece tão fraca e depois vai
mudando. Tem a irmã da Caroline, a Elizabeth,
que eu adorei e sempre ansiava pelas partes da narração que mostravam como
estava a vida dela. Tem o pai e o irmão de Bernardo, que são essenciais na
trama também. Gostei de todos, menos do terrível barão, óbvio.
Resumindo:
lindo livro, super digno e encantador. Mostra como nós podemos ser fortes e
correr atrás do que queremos, e de todo o poder do amor. Nossa, que palavras
bonitas, que orgulho de mim, gostando de romances, lindo. Super recomendo o
livro, leiam imediatamente! É isso pessoal, nada mais a declarar, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 10 comentários
Quarto Doctor: As Raízes do Mal - Philip Reeve.
Título:
4º Doctor – As Raízes do Mal.
Original: The Roots of Evil.
Autor:
Philip Reeve.
Editora:
Rocco.
Nota:
2/5.
Quarto Doutor: Quando o Quarto Doutor leva Leela para visitar uma imensa árvore no espaço conhecida como Estrutura Heligan, eles nem imaginam que a árvore esteve adormecida durante séculos, sonhando em vingar-se de um homem com uma caixa azul... No momento em que a árvore acorda, o Senhor do Tempo e sua companheira logo descobrem o porquê de serem hóspedes tão indesejados. (SKOOB)
Depois
do incrível terceiro conto, que teve vários momentos fangirling e que você pode conferir na minha resenha para ele, veio
esse quarto conto e... foi tipo um balde de água fria em todo o meu ânimo
provocado pelo anterior. Triste, mas é a vida.
Nesse
quarto conto, vemos o quarto Doctor com
a sua companheira, a Leela, e eles
foram bons, eu gostei dos dois. O problema do conto não foram os personagens.
Eu gostei desse Doctor, ele tem algumas partes boas e divertidas, só que o
centro do conto não me agradou, não consigo ver como um episódio de Doctor também
vou falar bastante isso, já que sempre me baseio na série, não tem como.
Quarto Doctor/ Divulgação
Ok,
eles vão parar em um planeta diferente, eu não sei se entendi muito bem o que
era. Enfim, tinha uma árvore e ela era o centro de todo aquele planeta. No
começo do conto vemos um menino Ven,
sim esse é o nome dele e é uma abreviação para algo bem maior que eu não vou
contar porque senão estraga a emoção de saber ao estar lendo. O lance é que,
como sempre, tem pessoas querendo matar o Doctor
e ele está tentando salvar as pessoas de algo maligno. É sempre isso
basicamente. Só que eu não consegui gostar de verdade desse conto, achei que
poderia ter um desenvolvimento diferente e ter dado mais ênfase em certos
pontos.
Não
foi tão ruim, eu gostei de como começou e de alguns detalhes que foram
engraçados, mas não o conto todo acabou não me agradando. A resolução de tudo
foi meio fraca, não sei, acho que me animei demais com o terceiro conto e
acabei esperando demais do quarto conto. Acontece, quase sempre na verdade (?).
Uma coisa que eu gostei no conto foi que o k-9
apareceu. Pra quem não sabe, ele era tipo um cachorro robô que o Doctor tinha e
ele era muito bonitinho. Na versão atual da série ele apareceu apenas em um
episódio que eu assisti, mas na versão clássica ele aparece mais. O Doctor não
é muito simpático com ele, coitado, dá dó.
Triste,
logo quando eu me animei para ler os próximos contos, acontece isso. Abalou um
pouco a minha leitura, mas obviamente eu segui em frente porque ainda queria
ler o conto do meu Doctor preferido, como eu citei em todas as resenhas até
agora. Esse conto sim teria que ser muito bom senão eu ficaria desapontada. Mas
nada de se antecipar, estamos no quarto Doctor ainda.
Resumindo:
não consegui gostar tanto desse conto. Tem algumas partes bacanas, porém não
achei tão interessante o desenvolvimento e as coisas que foram acontecendo não
me deixaram com aquele fangirling que
eu esperava. Triste, mas é isso. Enfim, se vocês quiserem ler, leiam, às vezes
conseguem gostar mais do que eu, acontece. Fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 1 comentários
O Diário Secreto de Lizzie Bennet - Bernie Su e Kate Rorick.
Título: O
Diário Secreto de Lizzie Bennet.
Original: The Secret Diary of Lizzie Bennet.
Autores:
Bernie Su e Kate Rorick.
Editora:
Verus.
Nota:
5/5 ♥.
Uma adaptação moderna de Orgulho e Preconceito, baseada na série The Lizzie Bennet Diaries. Lizzie Bennet é uma jovem estudante de comunicação que resolve fazer um vlog como projeto para a faculdade, postando vídeos em que reflete sobre sua vida e a de suas irmãs. Quando dois amigos ricos e charmosos chegam à cidade, as coisas começam a ficar mais interessantes para as irmãs Bennet - e para os seguidores de Lizzie na internet. De repente, Lizzie - que sempre se considerou uma garota bastante normal - se torna uma figura pública. Mas nem tudo acontece diante das câmeras. E, felizmente para nós, ela escreve um diário secreto...~ "O Diário Secreto de Lizzie Bennet é, com certeza, a melhor adaptação literária de Orgulho e Preconceito de todos os tempos. Um livro inteligente, muito divertido, muito Jane! Os amantes de Lizzie e Darcy precisam tê-lo na estante." - Carina Rissi, autora de Procura-se Um Marido e da série Perdida. (SKOOB)
Eu
peguei esse livro com o desconto que eu tinha na Livraria Curitiba e depois da leitura fiquei super feliz por ter
escolhido esse dentre todos os outros que eu fiquei na dúvida. Já conhecia a websérie e pensei ‘porque não?’, então comprei e esse ano pude finalmente ler. E sim,
é simplesmente maravilhoso e apaixonante. Nem sei se metade das coisas que eu
falar nessa resenha vai fazer sentido, só sei que o livro é lindo e todos
deveriam ler. Vamos lá.
O
livro é baseado na websérie The Lizzie
Bennet Diaries (TLBD) que é uma releitura moderna do clássico Orgulho e Preconceito da Jane Austen. No livro, Lizzie é uma jovem estudante que
resolve fazer vídeos na internet sobre as coisas que acontecem em sua vida para
ser o seu projeto de último ano na faculdade. Tudo começa quando dois amigos
ricos chegam a cidade e a Sra Bennet
começa a perseguição para achar um marido para suas filhas, o que vai deixar a
vida das três irmãs Bennet bem agitada. Lizzie logo começa a ganhar seguidores
e a se tornar uma figura pública. Nem tudo ela mostra nos vídeos, obviamente,
por questões básicas de um pouco de privacidade, mas por sorte resolveram
transformar o diário dela em livro e aqui está tudo o que você precisa saber.
Que
livro mais cheio de amor, eu simplesmente amei. Eu tentei ler Orgulho e Preconceito há algum tempo,
porém acabei não progredindo com a leitura e não a concluí. Mas eu quero muito
conseguir terminar de ler, então recorri a outros métodos para me concentras na
trama posteriormente: fui assistir a sua releitura moderna, TLBD. Antes de ler o livro, eu tinha assistido apenas 18 episódios
e não conhecia direito toda a trama, então isso enriqueceu ainda mais a minha
leitura. É basicamente como a websérie, porém tem mais detalhes, podemos ver,
por exemplo, o que tem na tão misteriosa carta do Darcy. Eu amei tanto o livro
quando a série, que corri para terminar de assistir depois de finalizar essa
ótima leitura.
O
livro é escrito em forma de diário, porque como o título diz esse é o diário
da Lizzie com a Lizzie contando sobre seus vídeos, as dificuldades, saída
com suas irmãs e tudo mais o que se passa na cabeça dela. Ainda ressalto que o
livro me veio em um bom momento, já que a Lizzie está cheia de dúvidas e
assustada com o que o futuro lhe reserva depois dos estudos e me identifiquei
bastante com ela em relação a isso. Adorei cada detalhe a mais do que vemos nos
vídeos, é uma leitura obrigatória para quem assisti a série. É bom ler o livro
e assistir a série, antes ou depois tanto fez, para que os detalhes dos dois
acabem se juntando e tornando tudo ainda melhor. E claro, precisa ver a série
porque está no Youtube e não tem
desculpa para fazer, é ótima e os vídeos são curtos. Então ‘bora lá.
A Lizzie amadurece muito durante o livro
e isso vai se tornando tão visível, eu senti orgulho dela (?). Como não li o
clássico, não posso comprar as coisas, mas depois de ler eu com certeza vou
comparar e falo para vocês, claro. Além dela, tem a Jane que é toda bondosa e está sempre preocupada com os outros, e a
Lydia que é um ser cheio de
personalidade própria e não consegue parar quieta, está sempre falante e
animada. Elas têm personalidades diferentes e isso faz com que sejam ótimas,
cada um do seu jeito, formando uma boa parceria. Esse é um daqueles livros no
qual me mostra que ter irmãos é uma das maiores bênçãos que poderíamos receber
nesse mundo. Claro que não posso esquecer a querida Charlotte, que é a melhor amiga da Lizzie e sempre a ajuda com os
vídeos. Tem o Bing Lee e eu não
consigo não ler/pensar/escrever o nome dele sem pensar na Janice, uma das personagens icônicas da série Friends, e do seu jeito próprio de falar, principalmente ‘Bing’ que é o sobrenome de um dos
principais. Sério, não consigo, impossível. Enfim, meus sentimentos pelo Bing
mudaram durante a trama, mas percebi que até que gostei dele. Tem a Caroline, que é a irmã dele e
totalmente exibida. Ainda preciso citar o detestável porém agradável aos
olhos George Wickham, eu já não
tinha gostado dele nas poucas páginas que li do livro clássico, então já era de
se esperar. Por ultimo, mas não menos importante, tem William Darcy e toda sua arrogância e egoísmo, que com o tempo se
mostra ser puro amor. Impossível não gosta dele.
Resumindo:
leiam, o livro é super incrível, altamente recomendado. É isso, nada mais a
declarar hoje, ainda vou fazer um post falando somente sobre a websérie porque
sim, eu gosto de surtar com as coisas que eu gosto, então é isso. Fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 8 comentários
Ligeiramente Casados - Mary Balogh.
Título:
Ligeiramente Casados.
Original:
Slightly Married.
Autora:
Mary Balogh.
Editora:
Arqueiro.
Nota:
4/5.
À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse "Custe o que custar!". Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados... Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página. (SKOOB)
Esse
foi o último livro da minha mini maratona de livros históricos. Sabe, eu não
era tão chegada a esse gênero literário, mas agora só consigo pensar o quão
poucos eu tenho na minha estante e tento não ler todos tão rapidamente para que
não esgote meu estoque, me deixando sem opções para ler e me fazendo comprar
mais e mais. Vamos à resenha.
O
livro conta sobre o coronel lorde Aidan
Bedwyn, que fez uma promessa a um companheiro no leito de sua morte:
prometeu que cuidaria da irmã do quase falecido, custe o que custar. Eis então,
que cumprindo a sua promessa, Aidan chega até a casa da irmã de Percival, Eve, para dar a notícia do
falecimento e ficar a sua inteira disposição. Só que Eve, uma garota generosa que cuida de várias pessoas como se fossem
da sua própria família, não quer exatamente essa proteção de ninguém, mesmo que
ela esteja a um passo de perder a sua fortuna e ser despejada, levando junto
todas as pessoas que dependem dela. Claro, que o coronel Aidan logo tem uma
ideia e propõe a Eve um casamento de conveniência, assim ela fica com a herança
e com a casa, e ele consegue cumprir a sua promessa ao falecido irmão da moça.
Só que nada sai como eles tinham planejado e logo o que eram apenas dias que
pretendiam passar juntos, se passa semanas e eles logo começam a imaginar como
seria se não estivessem apenas ligeiramente casados, mas sim casados de
verdade. E é isso.
Quando
eu comprei esse livro, não estava esperando gostar tanto quanto eu gostei, na
verdade só comprei para minha irmã não pagar frete na compra dela quem nunca.
Eis que agora estou mais do que imensamente feliz por tê-lo comprado, só podia
ter lido antes e aproveitado essa deliciosa leitura. Bom, o livro tem aquela
típica trama de romance histórico, toda aquela cordialidade entre os dois, o
romance que vai se desenvolvendo aos poucos, o casamento arranjado as pressas e
o puro amor que é o final. Sabe, acho que a maioria dos livros desse gênero tem
um final parecido, mas isso não me desagrada em nada, adoro do mesmo jeito.
Nossa, ainda acho estranho eu gostar tanto de um gênero literário como estou
gostando nesse, eu geralmente sou uma chata pra tudo, como já puderam reparar em
alguma das minhas resenhas aqui pelo blog ou não, sei lá. Gostei de como
tudo foi passando até chegar ao encantador final. Adorei.
Só
tive um probleminha, que pareço estar enfrentando com os livros históricos, é
que tudo está indo muito bem, num ritmo incrível até chegar às páginas próximas
ao final, daí parece que tudo fica mais lento e o tempo não passa. Sério. Então
isso deixa a minha leitura um pouco mais lenta, porém não consegue estragar
completamente a minha leitura, ainda bem.
Os
personagens são muito bacanas, eu gostei de cada um a sua maneira e já estou
ansiosa para os próximos volumes. Gente, muito fangirling, credo. Enfim, vamos começar pelo casal principal, Eve e
Aidan. Eles são tão independentes e fortes, não querem deixar mostrar suas emoções
um ao outro, o que os fazem estar sempre brigando na maioria das páginas. É até
que bem engraçado, eu gosto quando os personagens brigam, desde que seja
engraçado (?). Claro que os planos iniciais dos dois de apenas se casarem por
conveniência e depois seguirem caminhos separados acaba não dando certo, senão
o livro seria tremendamente sem graça. Eve
é uma moça muito generosa e se preocupa com os outros, tanto que seus criados
são pessoas que ninguém mais queria contratar devido a alguma coisa no seu passado,
mas que para ela são seres preciosos. Ela tem dois filhos adotivos, digamos
assim, um menino e uma menina, e é sempre muito bonito quando ela fala sobre
eles. Claro que ela acaba relutando em casar com ele, porém como está para
perder sua propriedade, acaba aceitando. Na verdade ela ainda não se casou
porque estava esperando alguém especial volta da guerra, John, só que ele não lhe deu notícias nos últimos tempos e ela não
vê outra saída a não ser desistir dele agora. O Aidan é um honrado coronel, que cumpre sua promessa de proteger a
irmã de seu companheiro ao se casar com ela. Ele também tem alguém especial em
mente, mas eu até esqueci o nome dela de tão importante que essa pessoa é na
trama, que lindo da minha parte. Eu adorei os dois juntos, são tão engraçados e
combinam a sua maneira estranha, sei lá, enfim, o que importa é que eu gostei
deles, pronto.
Ainda
vemos os irmãos e irmãos do Aidan, que serão os protagonistas dos próximos
livros. Tem sua irmã mais velha, Freyja,
e eu não tenho nem noção de como pronunciar esse nome. No começo ela parece ser
tão arrogante, mas depois vemos como ela realmente é, eu acho. Tem Rannulf que não aparece tanto e o Alleyne, que é o irmão mais novo, o que
parece ser mais legal também. E vamos combinar, os nomes são bem inusitados,
né? Morgan é a irmã mais nova e
apareceu pouco também, mas já prevejo que ela seja meio rebelde e espero pelo
seu livro, tirando o fato do nome dela ser o mais ‘normal’. Não posso me
esquecer de mencionar Bewcastle, o
irmão mais novo e dono da propriedade da família. Ele é tão estranho e eu ainda
não sei se gosto dele por completo, apesar de seus bons feitos durante o
decorrer do livro. Enfim, vamos esperar e ver (?). Ainda tem todos os amigos da
Eve, mas eu não sei direito o que falar de cada um, então vamos deixar como
está.
Resumindo:
adorei o livro, a trama é muito boa e agora estou ansiosa pelo próximo. O
segundo volume da série Os Bedwyns é
Ligeiramente Maliciosos, vai se
focar no Rannulf e está previsto para
ser lançado em abril pela editora Arqueiro.
Alguém já está ansioso? Eu estou. É isso por hoje queridos e queridas, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 4 comentários
A Filha do Louco - Megan Shepherd.
Título: A
Filha do Louco.
Original: The Madman’s Daughter.
Autora: Megan Shepherd.
Editora: Novo Conceito.
Nota: 3/5.
Juliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira - e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais. De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá- la... Mas, então, ela descobre que o Dr. Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências. Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família. (SKOOB)
Esse
livro já estava aqui em casa fazia algum tempo, porém não conhecia me animar o
suficiente para lê-lo. Eis então que eu estava procurando alguns vídeos sobre
livros e afins no Youtube e encontrei
uma menina que estava falando super bem do livro. Pronto, encontrei minha deixa
para lê-lo. Agora vamos à resenha.
O
livro conta sobre Juliet Moreau, que
construiu sua vida em Londres trabalhando na parte de limpeza de uma Universidade
de Medicina e tentando esquecer todo o escândalo que arruinou a sua reputação e
a de sua mãe. Seu pai foi acusado de fazer experiências cruéis envolvendo
humanos e animais, porém nunca chegou de fato a ser provado que ele fez aquilo.
De todo jeito, seu pai e sua mãe estão mortos agora, portanto nada mais pode
afetá-la a respeito disso... até que ela descobre que sei pai não está vivo, na
verdade ele está muito bem vivendo numa ilha tropical distante e provavelmente
fazendo suas terríveis experiências. Ela então vai acompanhada por um jovem
conhecido, Montgomery até essa ilha,
que consegue ser ainda pior do que ela pensava e agora vai ter que descobrir a
fundo se as acusações são verdadeiras e se forem, o quão longe seu pai pode
chegar nas suas pesquisas.
Uh,
medinho. Eu adoro livros que tenham esse lance de genética, ciências e
experiências, apesar de ser detestável na vida real, claro, eu acho que isso dá
uma diferencial aos livros e nos faz questionar várias coisas. A trama é muito
bacana, devo admitir. Gostei de ser centrado nesse ponto das experiências e da
Juliet tentando descobrir se esses boatos são verdadeiros ou não. Ela tem uma
luta interna na qual ao mesmo tempo repudia isso, consegue ver alguma coisa
geniosa em tudo isso caso seja verdade. Super estranho, mas depois começa a
fazer sentido tudo isso. Começou muito bem, vemos a Juliet e como está a vida
dela depois de muito depois após o escândalo. Ela pensava estar sozinha no
mundo até que encontra Montgomery, um jovem que morava com ela e seus pais e
ajudava o Doutor Moreau no laboratório, e ele lhe diz que seu pai está vivo.
BUM, daí começa o livro de verdade. Muitas reviravoltas, mistérios e segredos
muito bem guardados. Tudo isso foi muito bacana e eu gostei, consegui me
envolver na trama e o livro não saia da minha cabeça. Quando o largava estava
sempre pensando em mil e uma teorias, o que poderia estar acontecendo, o que
era verdade, o que era mentira e com quem ela deveria ficar. Muitas coisas,
minha mente trabalhou bastante durante essa leitura e isso foi muito bom.
Só
que teve algumas partes que me incomodaram bastante. Primeiro, eu não consegui
visualizar e entender direito essas experiências que eles acusavam o pai dela,
ela fala muito pouco sobre isso, queria saber mais, queria flashback, sei lá.
Quando ela está na ilha, as coisas começam a ser descobertas e eu a achei tão tranquila
em relação a tudo, eu estava completamente surtando e xingando todo mundo. Teve
também algumas partes que deixaram o livro mais lento, parecia que não ia
acabar nunca e isso me deixou triste. É um livro bom, porém algumas partes
poderiam ter sido melhores. Eu gostei do final, apesar dos pesares, consegui
entender as várias partes e fiquei curiosa para saber o que vai acontecer no
segundo livro da trilogia. Espero que seja algo bom.
O
que me deixou com muita raiva também foi o triângulo amoroso, sim, tem todo um
drama amoroso nesse livro. Geralmente eu tento ficar tranquila em relação a
isso, já que sempre gosto mais do casal que não vai ficar junto, mas nesse eu
fiquei com muita raiva. A Juliet era
tão indecisa, quando tava com um, pensava no outro e daí eu falava ‘se decida
mulher, para de babaquice’. Daí, apesar de tudo que aconteceu e de ter
eliminado um concorrente da jogada, pelo menos eu eliminaria ele, ela ainda
tava confusa. Que isso gente, para com essas coisas, se decida e seja feliz na
vida (?). Então essa indecisão dela me deixou com raiva. Ela também tinha uma
indecisão sobre as tais experiências, ela tinha curiosidade, porém ao mesmo
tempo repudiava. Chegava até ser contraditório tinha horas, bem complicado
isso. Eu adorei o Montgomery, então
ele era meu favorito a concorrer ao coração da Juliet, mas ele também tem seus
defeitos e segredos, e isso me fez questionar um pouco meu amor por ele. Ainda
assim continuo gostando dele, ainda mais depois do final. Tem o Edward, que é um náufrago que eles
encontraram a beira da morte quando estavam navegando até a ilha, ele foi com
eles e também participa do triângulo das bermudas amoroso. No começo eu
gostava de todo o ar misterioso em volta dele, porém comecei a me irritar com o
passar na trama e no final já não aguentava mais ler o nome dele nas páginas.
Sério, a que ponto cheguei (?). O pai da Juliet é muito esquisito. Ele tem
aquela personalidade de gênio, que acha que sabe tudo e pode fazer tudo o que
quiser, as pessoas da ilha o tratam como um ser superior e divino, e isso me
irritou. Espero que ele tenha uma morte lenta e dolorosa, é isso ai.
Resumindo: apesar
de alguns pontos terem feito a minha leitura não ser tão boa quanto eu estava
esperando, eu gostei do livro e achei que a trama ainda tem muito a revelar,
então estou curiosa para o segundo volume, cujo título em inglês é ‘Her Dark Curiosity’, que eu não sei se
será lançado aqui, não ouvi rumores sobre isso, se souberem me contem. Esqueci
de comentar, mas o livro é baseado em outro livro, que é A Ilha do Dr. Moreau, de H.G.
Wells. E gente, as capas dos três livros são lindas, só isso já da vontade
de tê-los na estante. É isso, só por hoje, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 10:00 3 comentários
[Falando sobre Séries] Marvel's Agent Carter.
Divulgação/ Marvel
Série: Marvel’s Agent Carter.
Criado
por: Christopher
Markus, Stephen McFeely.
Emissora:
ABC (no Brasil passa na Sony).
Temporadas:
1.
Episódios:
8.
Duração dos episódios:
40 minutos, aproximadamente.
Elenco: Hayley Atwell (Peggy Carter), James D’Arcy (Edwin
Jarvis), Chad Michael Murray (Jack Thompson), Enver Gjokaj (Daniel Sousa), Shea
Whigham (Roger Dooley), Dominic Cooper (Howard Stark).
Eu
gosto desse lance de super heróis e todo esse mundo complexo que os uni, porém
eu não consigo acompanhar tudo. Sério, nem os filmes eu consegui assistir todos
ainda, olha que vergonha. De todo modo, eu assisto as séries de TV baseadas
nesse mundo. A primeira inspirada no mundo da Marvel que eu assisti foi Marvel’s Agents of SHIELD, só que não
consegui nem terminar a primeira temporada, não conseguiu me agradar. Então eis
que surge essa mulher porreta que é Peggy
Carter e fizeram o grande favor de transformar suas aventuras em uma série
de TV. Eu assisti e sim, é muito melhor (MUITO) do que a outra citada mais
acima.
Bom,
começando do começo, pra quem não sabe Peggy
Carter é aquela agente que tem um casinho rápido com o Capitão América. Ela aparece no filme Capitão América: O Primeira Vingador, que eu só assisti metade por
sinal, olha só. Na série de TV, já acabou a guerra e ela precisa se adaptar a
esse novo tempo de paz que se segue, principalmente porque antes ela tinha uma
função, fazia coisas importantes para seu país, mas agora ela parece apenas
atender telefone e pedir o almoço para os homens que trabalham com ela, além de
claro estar sem o lindíssimo Capitão América. Triste, mas não para a
Carter, porque a vida dela está prestes a mudar quando um velho amigo aparece
novamente. Sim, estou falando de Howard
Stark (sim, o Stark pai), cujas invenções foram roubadas e estão causando
prejuízo as pessoas, fazendo com que as autoridades pensem que ele está por
trás de tudo isso, sendo um traidor. Howard pede que Peggy o ajude a sair dessa
situação, trabalhando secretamente a serviço dele e ache quem roubou suas
coisas. O que era para ser simples acaba se tornando algo muito maior e daí, já
viu, né? Muitas coisas acontecem, não posso contar tudo.
Divulgação/ Marvel
Estou
completamente apaixonada por essa
maravilhosa série. Eu sempre acho que as séries deviam ter menos episódios e
pudessem condensar tudo neles, fazendo com que cada um fosse maravilhoso. Foi o
que acontecem nessa série. A primeira temporada tem apenas oito episódios e
mesmo assim consegue ter uma trama rica e maravilhosa, com tudo se fechando bem
no final e ainda me surpreendendo. Como eu disse, eu não assisti aos filmes,
isso inclui os do Capitão América, então uma coisa ou outra que aparecia na
série eu ficava meio por fora, mas nada que não pudesse pesquisar e pronto.
Nada que me atrapalhasse. O que eu mais gostei na série foi todo o centro ser a
maravilhosa Peggy Carter, já que geralmente só os super heróis homens tem seus
filmes (ou então já teríamos tido um da Viúva
Negra, mas ela só faz ponta no filme dos outros, olha que engraçado,
resolve isso ai Marvel) e as
incríveis mulheres ficam como coadjuvantes. Mas não nessa série! Peggy é tão
incrível e as cenas de ação e luta dela são maravilhosas. Ela é muito melhor do
que todos os homens da série juntos, sério, ela consegue nocautear todos eles
em poucos minutos. Absurdamente girl
power. Ela ainda tem um maravilhoso sotaque britânico. Totalmente incrível,
eu simplesmente a adoro.
Bom,
por ela ser toda incrível e confiável, Howard
Stark pediu sua ajuda para tentar limpar seu nome. Eu tenho uma relação de
amor e ódio com ele. Acho que mais pra ódio, juro. O personagem é muito bacana
e gosto de todo o sarcasmo que ele usa, só que odeio as ações dele e isso me
faz não gostar dele. O lado bom é que ele não aparece em todos os episódios,
então dá pra ter um descanso do Stark. Agora, se tem um personagem que consegue
ser tão incrível, bondoso, extremamente tudo de bom é o Jarvis. Ele é um tipo faz tudo do Howard Stark e seu patrão o deixa
a disposição de Peggy para ajudá-la com o caso. O Jarvis é muito engraçado e
tem horas que faz tudo errado, ingênuo e ainda super preocupado com sua mulher
(que por sinal não apareceu na série). Eu o adorei, meu personagem favorito –
depois da Peggy, óbvio. Ele e Peggy formam uma boa dupla, no começo as coisas
não são tão perfeitas, mas depois eles vão se acostumando um com o outro e eu
ainda não superei a cena linda dos dois no último episódio. Sofrendo apenas.
Divulgação/ Marvel
Tem
muitas cenas de ação, luta, tiros, carros em fuja, invenções geniosas e destruidoras
do Howard, e também tem um pouquinho de amizade. Não tem romance, já que o
coração da Peggy ainda pertence ao lindo Capitão América, mas isso não
traz problema nenhum a essa maravilhosa série. Adorei a trama, todos os
contratempos que acontecem no caminho e os três últimos episódios são
incrivelmente incríveis, já quero a segunda temporada, quero mais Peggy Carter
batendo em todos os homens possíveis, mais Jarvis e mais tudo. É muito amor por
essa série, eu acho que nem estou conseguindo transmitir o quanto ela é
incrível, mas acreditem em mim: é muito incrível, corra para assisti-la, não
perde tempo, VAI!
Ainda
tem mais personagens, claro, mas se eu for falar de cada um o post vai ficar
imenso. Mas eu gosto de todos eles, de uma maneira diferente e menos potente do
que eu gosto do Jarvis e da Peggy, mas eu gosto deles.
Resumindo:
acho que não consegui falar o quanto essa série é incrível e cheia de coisas
incríveis, mas acreditem em mim: é incrível. Sério, corre pra assistir.
Altamente recomendado. É isso galera, agora só esperar por mais episódios,
espero que venham logo. É isso, acabou por hoje, até mais, fim.
Publicada por Vanessa à(s) 13:04 6 comentários
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